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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

¿Fusão Oi - TIM ?


           A Oi vive uma crise sem precedentes em toda a sua história, e nos últimos relatórios reportados pela Anatel, a dívida da operadora brasileira já ultrapassa R$ 20 bilhões, o que fez com a que a empresa chegasse ao ponto desesperador de pedir uma recuperação judicial com um valor impressionante em 2016.
Com o pedido já aceito a empresa ganhou uma brecha de 60 dias para apresentar um novo plano, mas a crise na companhia ainda é preocupante.
Em 2014, rumores começaram a aparecer apontando para possível fusão entre TIM e Oi, embora nenhuma das operadoras sequer tivesse confirmado a veracidade destas informações.
Visto o vigente quadro da Oi, eis que estas notas ganham destaque novamente, como uma tentativa para restabelecer a empresa brasileira.
Felizmente, a Anatel salienta que não existiria empecilhos para aprovar este processo, e através de uma entrevista para Reuters Brasil, o presidente do órgão nacional, Juarez Quadros, ressalta que ambas as empresas seriam beneficiadas com este conceito.
A TIM, que atualmente é administrada pela Telecom Italia, esta semana esclareceu estas publicações, em prol de cessar as dúvidas que ainda perduram com relação às informações dos últimos meses.
De acordo com Mario Girasole – vice-presidente regulatório e institucional da Telecom Italia – esta medida não tem qualquer chance de acontecer.
Por um lado, os rumores agora foram desmentidos, além de várias dúvidas esclarecidas, por outro, a Oi continua em uma situação alarmante no país, que pode comprometer significativamente seu futuro.

Fonte-tudocelular

domingo, 2 de outubro de 2016

Lítio: a nova gasolina

O lítio é conhecido por ser o elemento base das baterias de smartphones e tablets, mas ele também é a matéria-prima das baterias que alimentam os carros elétricos. Com a expansão da venda desses carros, a demanda por este metal aumentou. Segundo o banco de investimentos Goldman Sachs, a demanda em 2025 será 11 vezes maior do que agora.
O consumo médio anual do setor de transporte vai crescer 25% até 2025, já o aumento com os dispositivos móveis se limitará a 3%. “Em 2025, os carros elétricos e os híbridos plug-in [com tomada, os que estão equipados com uma bateria e um motor à combustão interna] constituirão 40% dos novos emplacamentos. Ou seja, a cada ano cerca de 40 milhões dos carros que entrarão no mercado precisarão de uma bateria”, explica Giacomo Mori, vice-presidente da consultoria norte-americana AlixPartners.
O escândalo da adulteração dos motores a diesel da Volkswagen contribuiu para fortalecer o mercado de carros elétricos. Além disso, produzir motores que respeitem as regras ecológicas implica em elevar exponencialmente os investimentos. Com os avanços tecnológicos, os custos de produção dos veículos elétricos vão diminuir, o que vai alterar também o preço do carro elétrico. Hoje em dia, um carro elétrico é 45% mais caro do que um a diesel, mas em 2025 essa diferença cairá para até 5%, segundo dados da AlixPartners.
Como o metal não tem uma cotação oficial, as trocas a preços correntes são muito limitadas e quatro empresas (a chilena SQM, as americanas FMC e Albermale e a australiana Talison) controlam 85% da produção. “No momento em que o lítio está prestes a integrar a cadeia de fornecimento mundial de energia, a falta de transparência de seu mercado representa um problema sério”, escreve Andy Home, colunista da Reuters.
A Bolívia, com 22,7%, é o país que possui o mais alto percentual do total de reserva conhecidas no mundo, cerca de 40 milhões de toneladas, segundo dados do US Geological Survey. Com o Chile (18,9%) e a Argentina (16,4%), os três países concentram na região das salinas, perto das suas fronteiras comuns, região conhecida como o Triângulo do Lítio, a maioria das reservas mundiais. Em 2008, o governo boliviano criou um plano para que o país se torne o maior exportador mundial desse metal.


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Brasil tem 12 milhões de desempregados

O desemprego no Brasil chegou a 11,8% no último trimestre, o que significa que 12 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados são da mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE, divulgada nesta sexta-feira, 30/09.
O percentual atual é o mais alto da série histórica da Pnad, iniciada em 2012. O índice atual supera em 0,6% (ou 583 mil pessoas) o registrado no trimestre anterior, encerrado em maio.
“O cenário continua bem difícil, no sentido em que a pesquisa continua apresentando recordes”, disse Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE. Azeredo afirma que o aumento do desemprego é preocupante porque se tratar de uma época em que os índices “já deveriam estar apresentando sinais de melhoras”.
O crescimento da população desempregada registrado no último trimestre foi de 36,6% (3,2 milhões de pessoas) em comparação com o mesmo período de 2015.
Para piorar, pela primeira vez desde 2014, houve queda no número de profissionais autônomos, medida que é uma alternativa da população à falta de empregos. O número de pessoas trabalhando por conta própria caiu 3,2% em relação ao trimestre anterior. Isso representa 739 mil profissionais autônomos a menos.
Já a população que trabalha com carteira assinada registrou queda de 3,8% em comparação com o mesmo período de 2015, mas se manteve estável em relação ao trimestre anterior, com 34,2 milhões de pessoas na situação.
O setor que mais apresentou queda de contingente em relação ao trimestre anterior foi o da construção. O número de pessoas trabalhando no setor caiu 3,3%, ou 249 mil profissionais a menos.
Em segundo lugar ficou o setor de serviços domésticos, com uma queda de 2,8%, 177 mil pessoas a menos em relação ao trimestre anterior. Segundo Azeredo, a queda é um reflexo do desemprego. “Quem perde o emprego não tem como negociar, tem que dispensar o trabalhador doméstico”.
Outro setor que apresentou índices alarmantes foi o da indústria. O número de pessoas ocupadas no setor caiu 1,9% (229 mil pessoas) na mediação atual. “Ter queda na indústria no terceiro trimestre preocupa. É um momento em que a indústria deveria entrar em processo de aquecimento”, diz Azeredo.
Ainda segundo o IBGE, a renda média do trabalhador não apresentou alteração, se mantendo em R$ 2.011 no trimestre analisado.

Fonte-opiniao

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Estado fará novo corte de despesas

Pernambuco vai passar por um novo ajuste de contas. A medida aparece depois de uma reunião realizada neste sábado (30), que avaliou o comportamento do quadrimestre das receitas do estado. Foram três quedas sucessivas no primeiro trimestre em todas as fontes de entrada de verba, além de uma preliminar semelhante para abril (ainda em fechamento). O novo plano de medidas inclui novos cortes nos gastos em todas as secretarias, com exceção daquelas consideradas prioritárias pela gestão: Educação, Saúde e Segurança; além de venda de ativos e corte de benefícios fiscais.
O secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcio Stefanni, explicou que o plano de aumento de alíquotas dos tributos estaduais em vigor desde janeiro deste ano frustrou as expectativas de ganhos de receita própria, mas descartou qualquer medida de novo aumento de alíquotas.
Era prevista a entrada de cerca de R$ 400 milhões a partir da nova dinâmica de cobrança de tributos como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Não foi divulgado o valor arrecadado, mas no resultado macro das receitas, Pernambuco teve queda de aproximadamente R$ 300 milhões no comparativo com o ano passado. "Para se ter ideia, apenas no setor de telecomunicações, que teve aumento do ICMS, houve queda de 30% comparando o quadrimestre com o mesmo período ano passado. Estamos investigando o que houve. Também caiu a arrecadação no setor de combustíveis", ressalta.
Apesar de não aumentar alíquotas, o governo vai propor cortes nos benefícios fiscais dos programas de industrialização, grande mote da política de atração de investimentos privados, como do polos industriais Automotivo Jeep, Farmacoquímico, vidreiro e demais empreendimentos espalhados pelos estado.
"A medida vem sendo praticada em outros estados e é validada pelo Confaz (Conselho de Adminstração Fazendária) em última reunião que reuniu secretários da Fazenda do Brasil. A ideia é cortar em média 10% dos benefícios fiscais concedidos a empresas já em operação ou em implantação. Estamos estudando como será o prazo", explica.
Ainda de acordo com Stefanni, é preciso entender que a crise nacional pegou Pernambuco em cheio e que a queda de arrecadação é resultado, também, da economia em baixa. "São mais de 10 milhões de desempregados no Brasil e 100 mil deles no estado nos últimos 15 meses. Se considerar as cidades que mais desempregaram no país, tem os municípios da Mata Sul. A região foi fortemente impactada com a desmobilização da Petrobras, que atingiu os polos de refino, petroquímico e da indústria naval, que teve contratos suspensos", pontua.
"E os estado teve um aumento expressivo de serviços nos últimos anos, com a entrega de hospitais, escolas, entre outros. Neste ano, principalmente, houve um aumento de demanda por eles. As pessoas deixaram os planos de saúde e tão usando a rede pública. E são mais de 15 mil novos alunos deixando a educação privada porque não podem pagar. Manter isso tem um custo alto, que não pode ser cortado. É prioridade", justifica.
Um margem de ganhos de receita a ser trabalhada pelo governo é por meio da venda de ativos a partir deste ano. Segundo o secretário, a capacidade é de entrar, nesse segmento, entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, com a venda de terrenos ou ativos do estado. "Quanto vai entrar, quem vai dizer é o mercado", pontua.

terça-feira, 29 de março de 2016

Brasil: um cemitério de fábricas


      A prolongada crise econômica está transformando o Brasil em um cemitério de fábricas. Segundo um levantamento da Junta Comercial do estado de São Paulo, mais de quatro mil fábricas atuantes no estado fecharam suas portas no ano passado, número 24% maior que o de 2014.
O problema se repete em todo o país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, entre novembro e janeiro, a indústria brasileira perdeu 1,131 milhão de vagas, número recorde para o trimestre. No acumulado do ano passado, as indústrias cortaram em 6,2% o número de pessoas contratadas no setor.
Entre os motivos para os fechamentos e demissões em massa estão baixa demanda, altos impostos e alto custo da energia, juros altos e falta de investimentos.
No ano passado, a produção industrial brasileira acumulou queda de 8,7%, o maior recuo desde novembro de 2009, segundo o IBGE. O declínio da atividade industrial foi mais acentuado nas indústrias de alta intensidade tecnológica, uma categoria que inclui a de produtos farmacêuticos, informática, eletroeletrônicos, equipamentos de comunicação e de aparelhos médios e de precisão. Nesses setores, a retração foi de 19,8%, uma alta nunca registrada neste século. Não há expectativa de melhora neste ano.
O desempenho industrial brasileiro no quarto trimestre de 2015 também ficou na lanterna quando comprado às principais economias globais. A produção nacional caiu 12,4% frente ao mesmo período do ano anterior. Já a produção mundial registrou crescimento de 1,9%. A produção da Rússia, que também enfrenta uma crise, teve queda de 5,7% no quarto trimestre. Na América Latina como um todo, o recuo foi de 4%.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Horário de verão: “É para adiantar ou atrasar o relógio?”

De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a mudança de horário causa uma economia de aproximadamente 2.610 megawatts (MW). Mas nem sempre foi assim.
Consta que a ideia surgiu da cabeça do respeitável, mas nem sempre compreendido, inventor Benjamin Franklin, aquele que tomou choque soltando pipa durante uma tempestade para inventar o para raios. Numa época , meados do século XVIII,  em que não havia o serviço de energia elétrica, Franklin sugeriu que as pessoas acordassem em consonância com a luz do sol. O objetivo dele era reduzir o consumo de velas nas fábricas e residências. As autoridades da época,  acharam a ideia uma maluquice do inventor. Logo ele, que era filho de um fabricante de velas.
Pouco mais de um século depois, a ideia de Franklin foi replicada pelo neozelandês George Hudson em 1895. Daí em diante, diverso países adotaram o Horário de Verão, especialmente durante a crise de energia em 1970. No Brasil, o horário de verão foi adotado esporadicamente a partir de 1931, e de forma efetiva a partir de 1985.
Relativamente, o Rio Grande do Sul é o estado que mais economiza energia elétrica com a iniciativa adotada, no total, em cerca de 30 países. O Horário de Verão diminui a demanda por energia no período mais crítico do dia, ou seja, entre 18:00hs e 21:00hs quando a coincidência de consumo provoca um pico, chamado de “horário de ponta”.
Com o horário de verão, as pessoas dormem mais cedo e acordam antes do horário habitual. Tal alteração do sono, segundo alguns, pode trazer sonolência, falta de apetite ou mesmo insônia.
Para o bem ou para o mal, ou pelo sim e pelo não, esta já é uma rotina para a maioria dos brasileiros que, todos os anos, se perguntam: “Afinal, é para adiantar ou atrasar o relógio?”.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Brasil: + de 9 milhões de desempregados

O desemprego ficou em 9% no trimestre encerrado em novembro de 2015, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a maior para o período desde 2012, início da série histórica.
No trimestre anterior, de junho a agosto, o índice havia ficado em 8,7% e no trimestre de setembro a novembro de 2014, em 6,5%.
“A expectativa é que fosse menor [a taxa de desemprego para o período], porque já estaria cedendo nesse período. Em novembro, já estaria em contratação para trabalho temporário [de fim de ano]”, analisou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.
Ao chegar a 9,1 milhões, a população desocupada cresceu 3,7% em relação ao trimestre de junho a agosto e subiu 41,5% frente ao mesmo trimestre do ano anterior. De acordo com Azeredo, esse é o maior numero de pessoas desocupadas da série.
Já a população ocupada somou 92,2 milhões de pessoas e não mostrou variação em relação ao trimestre encerrado em agosto. Mas em relação a igual período de 2014, foi registrada uma queda de 0,6%.
O número de empregados com carteira assinada ficou estável sobre o trimestre anterior, porém caiu 3,1% quando comparado ao mesmo período de 2014.
O rendimento médio real habitualmente ficou estável em ambas as comparações e chegou a R$ 1.899.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Nova queda na conta de luz

A conta de luz ficará mais barata a partir de março deste ano, quando a bandeira tarifária sairá do vermelho para o amarelo. O governo anunciou que vai desligar mais usinas térmicas, que têm um custo de geração de energia mais caro. Desta forma, o custo para cada 100 quilowatt-hora (kWh) cairá de R$ 3 para R$ 1,50.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a medida representará uma grande redução no custo da energia gerada no país. “Isso representa uma redução do custo de mais de R$ 7 bilhões em 2016, ou R$ 720 milhões ao mês ao setor”.
A medida foi possível graças às intensas chuvas registradas nos últimos meses, que elevaram o nível dos reservatórios afetados pela seca. De acordo com Romeu Rufino, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o consumidor terá uma queda de 3% na conta de luz de março em comparação ao mês de fevereiro.
Rufino afirmou ainda que a tendência de queda na conta de luz deve seguir nos meses seguintes, o que representa uma inversão em relação ao ano passado, quando o preço da energia atingiu o pico de R$ 5 por cada 100 quilowatt-hora. “Este ano, há elementos suficientes para comemorar que finalmente a gente inverteu aquela tendência de aumento tarifário do ano passado”, disse Rufino.
Fonte-opiniao




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A conta de luz pode ficar cerca de 10% mais barata para os consumidores brasileiros

A conta de luz pode ficar cerca de 10% mais barata para os consumidores brasileiros. Segundo a Folha de S. Paulo, previsões da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) indicam que a redução deve acontecer gradualmente ao longo do primeiro semestre de 2016. As usinas termelétricas, que produzem energia mais cara, devem ser desligadas a partir do próximo mês, com exceção das nucleares.
Por conta disso, a cor da bandeira tarifária sobre a energia elétrica deve ser alterada de vermelha para verde. Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, a troca anularia um encargo adicional. A bandeira vermelha eleva o custo em R$ 45 por megawatt-hora, valor que é repassado para as usinas térmicas.
De acordo com o IBGE, o preço da conta de luz subiu 51,3% entre novembro de 2014 e novembro de 2015.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Banco Central eleva projeção de alta da conta de luz e da gasolina



O Banco Central revisou sua projeção para a alta na conta de luz este ano a 51,7%, segundo a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada na última quinta-feira. Na última previsão, divulgada em setembro, o BC estimava alta de 49,2%. O BC também elevou a projeção para a alta do preço da gasolina neste ano.
A estimativa passou de 8,9%, em setembro, para 15% nesta ata. Para o gás de bujão, a perspectiva subiu de alta de 15% para alta de 19,9%. Este grupo é dos chamados preços administrados por contrato; para todos os itens, a projeção é de alta média de 16,9% neste ano. Na ata de setembro, a projeção era de alta de 15,2%.
Fonte: UOL

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Gasolina mais cara


A Petrobras decidiu reajustar em 6% o preço da gasolina e em 4% o preço do diesel nas refinarias. Os novos valores já valem a partir desta quarta-feira, 30.
O preço de venda para o consumidor também deve ser reajustado. O aumento, no entanto, não é necessariamente o mesmo que o das refinaras, pois o preço nas bombas é livre e depende de determinação dos postos.
Problemas de caixa e a alta do dólar motivaram a decisão da Petrobras, que vem sofrendo uma grande pressão com a valorização da moeda norte-americana.
O aumento dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias foi anunciado na noite desta terça-feira, 29, por meio de um comunicado.
A Petrobras informou ainda que “os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”.
Fonte-opiniao


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

ORÇAMENTO DE 2016: Muitos programas vão ter que acabar, diz governo

Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que os programas sociais devem sofrer cortes profundos no Orçamento de 2016.
De acordo com Cunha, “muitos programas vão ter que acabar”. O presidente da Câmara disse também que o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, por exemplo, “tem 2 mil programas” e que estão previstos “R$ 15 bilhões para o Fies” no Orçamento.
Cunha ressaltou que “é preciso ter arrecadação [de impostos] para sustentar tudo isso”, e ainda que “a sociedade vai ter que decidir se quer manter esses programas”.
Para sustentar todos os programas, a alternativa seria aumentar impostos, o que, segundo o presidente da Câmara, “vai ser difícil de passar no Congresso. Será necessário, então, fazer uma opção”.
Fonte-opiniao


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

PIS estará disponível a partir do dia 15 de setembro

         O abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) estará disponível a partir de 15 de setembro para os trabalhadores que nasceram em setembro e são correntistas da Caixa Econômica Federal.
Para os não correntistas, o pagamento será efetuado a partir dia 17 de setembro. O abono do PIS equivale ao valor de um salário mínimo. Para o calendário PIS 2015/2016, os saques poderão ser efetuados até 30 de junho de 2016.
O pagamento é efetuado por meio de crédito em conta, ou nos caixas eletrônicos e casas lotéricas, utilizando o Cartão Cidadão.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Aumento do desemprego nas capitais é maior

A taxa de desemprego está aumentando de forma mais rápida nas áreas metropolitanas do que em outras regiões do país, segundo dados da Pesquisa Mensal de Amostras por Domicílio (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
A Pnad Contínua, divulgada pela IBGE, revelou que a taxa de desocupação aumentou de 7,9% no primeiro trimestre para 8,3% no segundo trimestre deste ano. O desemprego medido pela PME cresceu de 6,9% para 7,5% entre junho e julho.

Fonte-opiniao

quarta-feira, 29 de julho de 2015

¿¿ MODELO ALEMÃO PARA PROTEGER EMPREGO VAI FUNCIONAR NO BRASIL ??

Lançado no início deste mês pelo governo brasileiro como uma ferramenta para diminuir os efeitos da desaceleração econômica no mercado de trabalho, o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) tem como inspiração uma medida que foi amplamente usada na Alemanha após a crise de 2009.
Chamado de Kurzarbeit (trabalho curto, em alemão), o programa é apontado por especialistas como uma das ferramentas responsáveis por frear drasticamente o aumento do desemprego na Alemanha nos meses posteriores ao estouro da crise, expandindo os incentivos para que os patrões não demitissem sua mão-de-obra. Esse modelo ainda é usado em alguns setores industriais que continuam afetados por outros fatores, como as sanções econômicas contra a Rússia.
Durante o pico da crise em 2009, o esquema atendeu cerca de 1,5 milhão de trabalhadores alemães e ajudou a preservar até 400 mil empregos, segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). À época, esse número segurou a taxa de desemprego em até 1%. Em junho deste ano, 18 mil trabalhadores alemães estavam trabalhando sob esse regime.
Nesse sistema, patrões e empregados acertam uma redução das horas de trabalho. O salário cai na mesma proporção, mas uma boa parte da diferença perdida (até 67% dependendo do caso) e várias contribuições passam a ser pagas diretamente pelo governo. A duração é variável, e costuma ser alterada dependendo das circunstâncias. Atualmente, as empresas alemãs podem adotar o esquema por 12 meses, mas no auge da crise, a medida chegou a ser aplicada por até dois anos.
Num exemplo livre, empregados de uma firma que experimenta uma queda na produção podem sofrer uma redução de 50% na jornada de trabalho. O salário, é claro, vai diminuir na mesma proporção, mas o governo vai ajudar a cobrir parte da diferença. Alguém que ganhe 2 mil euros pode passar a ganhar cerca de 1.700 euros e só vai trabalhar metade do tempo. Já os patrões se comprometem a não demitir ninguém no período de baixa.
O Kurzarbeit é antigo na Alemanha. Ele fez a sua primeira aparição antes da Segunda Guerra Mundial. Logo após a queda do Muro de Berlim e a Reunificação, a decadência da economia na porção leste do país levou a uma expansão sem precedentes do sistema. Em 1991, cerca de 1,6 milhão de trabalhadores foram incluídos no esquema, a maioria no leste.
Os defensores do esquema afirmam que, apesar de representar um gasto a mais para o governo, o Kurzarbeit ajuda a desonerar os cofres públicos, já que é mais barato pagar complementos salariais do que o total de uma parcela inteira de seguro-desemprego. Além disso, os patrões e os empregados continuam a contribuir para a previdência.
Num país como a Alemanha, que tem uma indústria superespecializada, também existe a vantagem para a empresa de manter, mesmo que parcialmente, sua mão de obra já treinada, evitando gastos extras com novos empregados quando a atividade voltar ao normal. Durante as horas paradas, o empregado realiza cursos de capacitação.
Durante a apresentação da versão brasileira, a presidente Dilma Rousseff apontou que seu governo buscou inspiração direta no modelo alemão. Apesar disso, os números brasileiros são bem menos ambiciosos dos que observados na Alemanha nos últimos anos.
De acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, o PPE vai incluir 50 mil trabalhadores até 2016 e vai custar cerca de 94,8 milhões de reais ao Fundo de Amparo do Trabalhador. É apenas uma fração do que foi observado na Alemanha. Somente em 2009, o governo alemão gastou cerca de 6 bilhões de euros (21,7 bilhões de reais) no programa.
Além disso, o PPE brasileiro prevê uma redução máxima de 30% da jornada de trabalho durante 12 meses. E o governo só vai complementar até 900 reais dos salários perdidos. Na Alemanha, não há limite para o corte de horas, e o trabalhador pode até ficar sem trabalhar.
Embora a indústria tenha se servido mais do Kurzarbeit na Alemanha, não há nenhuma regra que limite em que tipo de atividade ele pode ser posto em prática. Até mesmo empresas de design gráfico fizeram uso do esquema em 2009. No Brasil, também não há nenhuma restrição, mas o governo elegeu setores prioritários, como o automotivo, sucroalcoleeiro e frigorífico, entre outros.
Para especialistas, é enganoso pensar que o "modelo alemão" pode ser facilmente importado para um país como o Brasil, já que o sucesso do programa no país europeu dependeu de outros fatores.
Além disso, na Alemanha, ele foi combinado com outros programas para frear demissões, como o uso extensivo de um esquema de banco de horas em que o operário trabalha mais em épocas de bonança sem receber imediatamente a mais, mas depois não tem o salário reduzido em épocas de produção em baixa, quando a carga é reduzida. O Kurzarbeit por si só não é capaz de fazer milagres.
"Não há dúvida de que políticas governamentais como o Kurzarbeit e o banco de horas ajudaram as firmas alemãs a atravessar a tempestade de 2008 e 2009. Mas pode ser que ele só tenha sido efetivo porque várias reformas trabalhistas já haviam sido colocadas em prática antes da recessão e porque o declínio na demanda só foi sentido por um curto período de tempo", afirma Hermann Gartner, pesquisador do Instituto de Pesquisa Trabalhista (IAB), em Nurembergue, que fez um estudo sobre a viabilidade da aplicação do Kurzarbeit e de outras políticas nos EUA. "É enganoso ou pelo menos prematuro afirmar que proteções semelhantes funcionariam bem num país como os EUA, por exemplo."
O IAB, uma organização ligada à Agência Federal do Trabalho da Alemanha (BA), apontou em vários estudos as vantagens do Kurzarbeit, mas também sinalizou um possível efeito perverso do sistema, como ajudar a manter artificialmente o funcionamento de empresas que não são competitivas, mantendo a mão de obra presa em setores que estão em declínio, atrasando a realocação profissional.
Claudio Salvadori Dedecca, professor do Instituto de Economia da Unicamp e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho, afirma que o Kurzarbeit brasileiro pode não render os frutos esperados. Segundo ele, isso deve acontecer, sobretudo, porque no caso alemão, a expansão do programa veio acompanhada de uma sensação de que a crise seria passageira e porque o governo aplicou pacotes de estímulo para assegurar que isso acontecesse mais rapidamente.
“É uma ideia boa, mas no Brasil ela chega como uma iniciativa atabalhoada, sem uma estruturação. De nada adianta proteger o emprego agora sem uma iniciativa de recuperação econômica", afirma.
O governo finalmente anunciou as regras do PPE. As empresas que quiserem participar vão ter que, entre outras coisas, comprovar, por exemplo, dificuldade econômico-financeira e apresentar um indicador Líquido de Empregos (ILE) igual ou inferior a 1%.
Para o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em direito do trabalho Luiz Guilherme Migliora, as regras impostas pelo governo vão dificultar a adesão ao programa.
"A execução está muito tecnocrata e vai criar um inferno burocrático. Talvez a adesão nem chegue a esses poucos 50 mil por causa dos entraves", diz. "A impressão que deu é que se criou só um fato político com o anúncio, sem um acompanhamento econômico. Se não der certo, o governo pode falar que criou o programa e que foram as empresas que não aderiram."
Migliora também concorda que ainda que a execução do programa venha a ser simplificada, ele será inócuo sem uma perspectiva de recuperação econômica. "Nenhuma empresa vai achar vantajoso vencer essa burocracia para guardar seus empregados se não houver uma perspectiva de que as coisas vão estar melhores no fim do prazo de 12 meses", diz.

Fonte: Deutsche Welle

terça-feira, 21 de julho de 2015

PIB mostra estagnação da economia em maio

Depois de dois meses consecutivos de baixa, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) trouxe alívio ao demonstrar certa estabilidade na margem em maio, conforme informou a instituição. Em maio, o indicador teve alta de 0,03%. O resultado, no entanto, ficou abaixo da mediana das estimativas apuradas pela Agência Estado, de 0,10%, com 20 instituições financeiras. O intervalo dessa amostragem ia de -0,40% a +0,50%.
O indicador passou de 142,51 pontos (dado revisado) em abril na série dessazonalizada para 142,55 pontos em maio. No ano, a queda já é de 2,64% e em 12 meses, de 1,68%. Na série observada (ou seja, sem ajuste sazonal), houve redução de 1,27% em maio em relação a abril. Em 12 meses, a baixa é de 1,72% e no ano, de 2,78%.
Na comparação entre os meses de maio de 2015 e de 2014, houve diminuição de 3,08% na série com ajuste e de 4,75%, sem ajuste. O indicador sem ajuste de maio de 2015 ante o mesmo mês de 2014 mostrou um resultado negativo um pouco mais forte do que o apontado pela mediana (-4,20%), se aproximando do teto das previsões (-3,40% a -5,10%) dos analistas do mercado financeiro.
O IBC-Br atingiu em maio o nível mais baixo desde fevereiro passado, na série sem ajustes sazonais. De acordo com a série histórica do Banco Central para o indicador, o IBC passou de 142,63 pontos em abril (dado já revisado) para 140,82 pontos no mês seguinte. Em fevereiro, o indicador estava em 137,89 pontos pela série observada.
Piora das projeções. No Relatório Trimestral de Inflação de junho, o BC apresentou previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 de -1,1%. O ministério da Fazenda, conforme informou a Receita Federal esta semana, trabalha com uma projeção ainda pior, de retração econômica de 1,5%.
Fonte-diegoreporter

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Taxa de desemprego do Brasil sobe 8,1%

        A taxa de desemprego do Brasil subiu a 8,1% no trimestre encerrado em maio, na maior alta da séria histórica iniciada em 2012, influenciada pela procura por vagas e redução de postos em meio ao cenário de inflação elevada e economia cambaleante, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).
O número divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou alta de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril.
No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego havia marcado 7%, e no trimestre até fevereiro, que corresponde aos três meses imediatamente anteriores ao período anunciado--, foi de 7,4%.
Os dados da Pnad Contínua Mensal mostraram que no trimestre até maio o número de desocupados, que inclui aqueles que tomaram alguma providência para conseguir trabalho, subiu 10,2% ante os três meses encerrados em fevereiro, atingindo 8,157 milhões de pessoas.
Já a população ocupada teve queda de 0,2% nos três meses até maio, para 92,104 milhões de pessoas. O nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar, recuou para 56,2% no trimestre até maio, ante 56,4% nos três meses até fevereiro.
O IBGE usa a comparação com o trimestre imediatamente anterior ao período anunciado para evitar repetição de dados relativos aos meses anteriores.
O rendimento real dos trabalhadores, segundo o IBGE, perdeu 0,7% na comparação entre os dois períodos, para 1.863 reais. O patamar também representa queda de 0,4% sobre igual trimestre de 2014.
A Pnad Contínua tem abrangência nacional e vai substituir a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que leva em consideração dados apurados apenas em seis regiões metropolitanas do país. No último dado informado da PME, o desemprego subiu em maio ao nível mais alto em quase cinco anos, a 6,7%.
O mercado de trabalho brasileiro vem refletindo a situação econômica do país, com aperto de crédito, inflação alta e expectativa de contração econômica neste ano.
Em maio, o Brasil fechou 115.599 vagas formais de trabalho, no pior resultado para o mês já visto, segundo dados mais recentes do Ministério do Trabalho.
Fonte-uol

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Economia: Brasil cresceu 2,3% no ano passado



O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou 2013 com um crescimento de 2,3 %. O PIB totalizou R$ 4,84 trilhões no ano, segundo dados divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, a economia brasileira havia crescido 1%.
No quarto trimestre de 2013, o PIB cresceu 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 1,9% na comparação com o mesmo período de 2012.
Pelo lado da produção, os três setores da economia tiveram crescimento em 2013, com destaque para a agropecuária (7%). Os serviços cresceram 2% e a indústria, 1,3%. Pelo lado da demanda, a maior alta veio da formação bruta de capital fixo (investimentos), que cresceram 6,3%. Também tiveram crescimento o consumo das famílias (2,3%) e o consumo governamental (1,9%).
No setor externo, as importações cresceram mais (8,4%) do que as exportações, que tiveram alta de 2,5%.