segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Piranhas-AL e Paulo Afonso-BA Sertão Verde Nordestino

Nesse final de semana mais uma vez passei na cidade de Paulo Afonso-BA, pois ano passado fui, gostei e resolvi voltar novamente. Antes, porém dei uma passadinha na cidade alagoana de Piranhas que fica localizada no oeste do estado de Alagoas, alto sertão, e dei aquele passeio de catamarã pelo rio São Francisco, é claro. Essa cidade tem uma população é de aproximadamente 22.000 habitantes e sua área é de 409 km².
Piranhas ficou nacionalmente conhecida por ser a cidade onde a cabeça de Lampião, e outros do seu bando, ficaram expostos após decapitação. Em Piranhas também foi rodado o filme Baile Perfumado, com o mesmo tema do cangaço. No museu da cidade pode ainda ser visto várias fotos de Lampião, inclusive a famosa foto que mostra o empilhamento das cabeças na escadaria da prefeitura do município.
A cidadezinha ainda é banhada pelo rio São Francisco. Piranhas foi reconhecida como patrimônio histórico nacional pelo IPHAN.


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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Fim do Alzheimer

A descoberta de uma substância química capaz de prevenir a morte do tecido cerebral foi comemorada por cientistas como o mais novo passo em direção à cura de doenças que causam a degeneração dos neurônios, como Alzheimer, Mal de Parkinson, Doença de Huntington, entre outras.
Pesquisas feitas com camundongos na Universidade de Leicester, Grã-Bretanha, revelaram que a substância pode prevenir a morte de células causadas por doenças priônicas, que atingem o sistema nervoso de humanos e de animais. Ainda são necessários testes para desenvolver um medicamento com a substância.
De acordo com a equipe envolvida no projeto, o foco do estudo foram os mecanismos naturais de defesa das células cerebrais. Quando um vírus ataca o cérebro, as células reagem fechando a produção de proteínas para impedir a disseminação do vírus. Doenças degenerativas atacam as células do cérebro com proteínas defeituosas que ativam esse sistema de defesa. Em longo prazo, essas proteínas defeituosas causam o desligamento total da produção de proteína, levando células do cérebro à morte.
Os cientistas utilizaram um composto que impediu o mecanismo de defesa de se manifestar, interrompendo o processo de degeneração dos neurônios. “Esta descoberta, eu suspeito, será julgada pela história como um acontecimento importante na busca de medicamentos para controlar e prevenir o Alzheimer”, diz o cientista Roger Morris, da King’s College London. O estudo foi publicado na revista científica Science Translational Medicine.

?Júpiter e Saturno: ‘chuva de diamantes’, será¿

Uma pesquisa apresentada no encontro anual da divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Americana de Astronomia, realizado em Denver, nos EUA, revelou que Júpiter e Saturno podem ter “chuva de diamantes”.
A descoberta foi anunciada por dois cientistas norte-americanos. Segundo eles, durante as tempestades nesses planetas, os raios liberam átomos de carbono, que se transformam em grafite e depois em diamante.
Os cientistas afirmaram também que, dependendo das condições, os “granizos” de diamante podem até mesmo derreter. Seriam mil toneladas de diamantes todos os anos. Eles acreditam que os maiores diamantes tenham cerca de um centímetro de diâmetro.
O cientista Kevin Baines, da Universidade de Winsconsin-Madison e do Laboratório de Propulsão da Nasa, diz que as pessoas lhe perguntam: “‘como você pode ter certeza se não tem como ir para lá?’ Bem, tudo é uma questão química. E acreditamos que estamos bastante certos”.
A descoberta ainda precisa ser analisada por outros cientistas. Especialistas ouvidos pela BBC afirmaram, entretanto, que a possibilidade de uma chuva de diamantes “não pode ser desconsiderada”.

celulares podem provocar modificações biológicas no corpo humano

Um relatório divulgado nesta terça-feira, 15, pela Agência Nacional de Saúde da França, a Anses, revelou que os celulares podem provocar modificações biológicas no corpo humano.
Ainda de acordo com a agência, a exposição às ondas eletromagnéticas não evidencia, no entanto, efeitos comprovados sobre a saúde humana.
Para chegar a essa conclusão, um grupo de especialistas da Anses revisou ao todo mais de 300 estudos científicos sobre o assunto publicados em todo o mundo desde 2009.
Embora não haja efeitos comprovados para a saúde e a Anses não considere necessário alterar a regulamentação que estabelece os níveis limites, a agência francesa recomenda evitar a exposição às ondas eletromagnéticas. O alerta abrange principalmente crianças e usuários intensivos.
A Anses ressalta ainda que a entrada de novas tecnologias sem frio no mercado pode aumentar a exposição da população em geral às ondas eletromagnéticas.
“As conclusões não evidenciaram efeitos comprovados para a saúde, mas demonstram, com níveis de prova limitados, que há diferentes efeitos biológicos”, afirma a agência.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

ARMAS NUCLEARES: um acidente pode ser inevitável

Como o mundo se tornou tão complacente com armas nucleares? Eric Schlosser, um jornalista investigativo, suspeita que mentes racionais não consigam realmente apreender a realidade do poder destrutivo delas.
Ele se recorda de ter crescido nos anos 70, quando se falava de um armagedom nuclear, e de vir a encarar tais armas como uma ficção aterrorizante. O novo livro de Schlosser, “Command and Control”, pretende relembrar os verdadeiros riscos dos acidentes nucleares.
Uma vez que as armas nucleares não podem ser desinventadas, o autor cita especialista – entre eles militares e cientistas nucleares – que acham que a solução menos arriscada pode ser um “dissuasor mínimo” de algumas centenas de ogivas americanas, sendo que os outros países do mundo seriam avisados de antemão onde elas poderiam ser disparadas. O status quo, todos concordam, é aterrorizante: trata-se de esperar até que um acidente aconteça.
Essas afirmações podem parecer pouco críveis, mas o crédito cabe a Schlosser por, através de uma acumulação paciente de evidências, forçar os leitores a examinarem suas ideias com seriedade.


Cientistas descobrem como minimizar os efeitos da mudança de fuso horário

Um estudo de cientistas japoneses promete acabar com o jet lag, aquelas enjoadas alterações físicas e psicológicas causadas pela mudança de fuso horário após longas viagens.
Uma equipe da Universidade de Kyoto descobriu uma espécie de gatilho capaz de religar o relógio biológico dentro do cérebro. Segundo os pesquisadores, o processo permite que as pessoas se adaptem a um novo fuso horário em apenas um dia.
No corpo humano há diversos “relógios” que regulam nossa função biológica, mas existe um “relógio mestre” que coloca o corpo humano em sintonia com o mundo ao seu redor, facilitando o sono à noite, por exemplo. Esse relógio usa a luz como referência para manter a noção de tempo, mas só se ajusta lentamente. Pessoas que já tiveram o sono interrompido por mudança de turno no trabalho ou viagens de longa distância conhecem bem os problemas causados por um relógio que não está em sintonia com a luz do dia.
Na pesquisa, os cientistas identificaram um grupo de 10 mil células cerebrais do tamanho de um grão de arroz. Esse grupo seria responsável por “regular” a relação das funções biológicas com a passagem do tempo. Ao interferir com os receptores do hormônio vasopressina (uma espécie de “ouvido” das células cerebrais que as permite a comunicação entre si) os cientistas foram capazes de alterar o grupo de células responsáveis pelo relógio biológico mais rapidamente. Na pesquisa, ratos que não tinham receptores de vasopressina conseguiram ajustar seus relógios biológicos depois de uma diferença de oito horas no período de um dia – enquanto ratos normais demoraram seis dias.
O estudo foi testado com sucesso em ratos modificados geneticamente. Depois, resultados semelhantes foram obtidos com camundongos normais. A pesquisa foi publicada na revista científica Science.
Apesar do sucesso da pesquisa, os cientistas recomendaram cautela. Os receptores de vasopressina também estão pesadamente envolvidos com a função renal. Por isso, qualquer medicamento precisa ser cuidadosamente desenvolvido para atingir o relógio biológico sem prejudicar os rins.


Cientista descobre nova espécie de carrapato no próprio nariz

O epidemiologista veterinário Tony Goldberg, da Universidade do Wisconsin (EUA), sentiu uma coceira aflitiva em seu nariz. Ele havia retornado de uma viagem ao Parque Nacional Kibale, em Uganda, onde havia passado algumas semanas estudando chimpanzés. Goldberg se deu conta que poderia ter trazido um parasita da selva e, com uma pinça, uma lanterna e um espelho, confirmou a presença de um carrapato na narina. O veterinário acredita que possa ter descoberto uma espécie até então desconhecida. As informações são da revista especializada Science.
O cientista afirma que o animal é um carrapato adolescente e que, pelo visto, estava em seu nariz havia vários dias. Ele diz que não é a primeira vez que acha um carrapato do tipo - e certamente não vai ser a última. Segundo o pesquisador, a experiência "não é prazerosa, mas também não é tão ruim quando você deve imaginar".
Dessa vez, contudo, a situação foi diferente, já que o carrapato estava em seu laboratório. "Eu estava em posição de preservá-lo para uma análise de DNA. Eu tive sorte porque foi o momento certo."
Tudo o que Goldberg sabe até agora é que o animal pertence ao gênero Amblyomma. Espécies desse grupo são conhecidas por transmitir doenças a mamíferos - de vacas a seres humanos. "Sua sequência genética não bate com nada nos bancos de dados que conhecemos. Então pode ser uma espécie de carrapato conhecida que não foi caracterizada geneticamente ainda, ou uma espécie completamente nova", afirma o pesquisador em artigo no American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, publicado no dia 30 de setembro.
O carrapato de narina é um animal pouco conhecido da ciência, inclusive quais espécies eles infestam e quais doenças carregam. Goldberg especula que eles podem ter se adaptado para viver no nariz de chimpanzés, já que os animais conseguiriam retirá-los de outros locais do corpo.
A remoção do carrapato ocorreu há um ano e meio e, nesse período, o cientista não apresentou sintomas de nenhuma doença.


sábado, 5 de outubro de 2013

Nanotecnologia: metamateriais invisíveis

Você sabia que cientistas e pesquisadores estudam técnicas de ocultamento e invisibilidade de materiais manipulando as ondas de luz, e que talvez em um futuro próximo conheçamos produtos que possam desaparecer a olho nu?
O campo dos metamateriais propõe maneiras de distorcer as propriedades naturais e físicas de ondas eletromagnéticas, de forma a fazer com elas ultrapassassem um objeto sem refletir ou refratar a luz, por exemplo.
Para entender como isso funciona, pense em um tecido formado de fios sendo atingindo por raios de luz. As ondas que atingem esse material viajam pelos fios, mas não pelos espaços e as cavidades do tecido. Se você fizer um buraco nesse material e colocar um objeto nesse espaço, a luz contornaria o orifício e retornaria seu percurso, ignorando o buraco e o objeto alocado.
Essa é a ideia por trás do funcionamento dos metamateriais. De produção sintética e artificial, eles têm propriedades capazes de curvar as ondas eletromagnéticas de tal maneira que seja possível para a luz, por exemplo, contornar um objeto e retornar seu percurso atrás dele, sem refletir ou produzir sombras no processo.

Metamateriais e comprimentos de onda

Para manipular as ondas eletromagnéticas, o metamaterial usado precisa ser menor que o comprimento de onda em questão. Como essas ondas em geral já têm dimensões na ordem dos nanômetros, os cientistas precisam criar metamateriais pequenos o suficiente para distorcer essas ondas, fazendo com que elas contornem um objeto.
Por essa razão, a aplicação de metamateriais depende diretamente do desenvolvimento da nanotecnologia e da possibilidade de fabricar nanoestruturas com materiais de ondas mais curtas. Para conduzir ondas na faixa da luz visível, por exemplo, os metamateriais precisam chegar a estruturas de 50 nanômetros.

As experiências mais avançadas nesse campo produziram materiais de 100 nm, que ainda não produz uma invisibilidade completa dos objetos, mas já é capaz de refratar algumas cores. Isso mostra que não estamos muito distante de ter uma capa de invisibilidade como a de Harry Potter – e nem é preciso magia para isto.

Outras aplicações de metamateriais

Apesar de a invisibilidade ser a primeira coisa que pensamos no que se trata de metamateriais, a nanotecnologia serve também para manipular outras ondas eletromagnéticas, como as de rádio e ultrassom. Diversos setores, como a militar, de telecomunicações e até a medicina podem ter aplicações diferentes para os metamateriais, trazendo benefícios variados para as atividades.
Veja abaixo algumas das possibilidades em estudo para a utilização de metamateriais e a manipulação de ondas eletromagnéticas:

1. Telecomunicações

Sinais de telefonia celular e internet wireless poderiam ter melhor alcance e desempenho, sem perder a frequência por obstrução de objetos. Metamateriais também podem servir para uma nova rede de fibra óptica de alta velocidade.

2. Medicina
Exames de ultrassom podem se beneficiar da tecnologia de metamateriais para transformar essas ondas em sinais ópticos, o que possibilita ver o corpo por dentro com mais precisão e detalhamento.

3. Computação


Chips em nanoestruturas podem ter tamanhos reduzidos e ainda ter um aumento de velocidade no processamento de dados.

4. Produção energética

Estruturas criadas com metamateriais poderiam contribuir para a captura de raios solares e a produção de energia solar em painéis menores do que os utilizados atualmente.

5. Câmeras e sistema de vigilância

Câmeras que utilizem imagens comprimidas em micro-ondas, sem lentes e sem partes móveis poderiam substituir os portões de segurança em aeroportos, por exemplo. Câmeras digitais em geral poderiam se beneficiar de metamateriais para registrar a luz de maneiras inéditas e jamais vistas.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O uso de nanopartículas no cotidiano das pessoas

Cientistas norte-americanos embarcam em um submarino miniaturizado e injetado no corpo de Jan Benes, um colega de trabalho em coma. A equipe médica tem apenas uma hora para chegar ao cérebro e drenar o coágulo. Após isso, o submarino minúsculo vai começar a voltar ao tamanho normal, podendo ser detectado pelo sistema imunológico de Benes e possivelmente destruído. A delicada operação pode salvar a vida do cientista, que descobriu uma tecnologia de última geração antes do seu problema de saúde.
O roteiro descreve um filme de ficção cientifica de 1966, Viagem Fantástica, que já anunciava princípios atuais da nanotecnologia. Ainda não é possível miniaturizar uma pessoa, como aconteceu no filme, mas a tecnologia de percorrer o corpo humano por meio de uma cápsula é possível quase 50 anos após estréia do filme. Atualmente, uma microcâmera filmadora com luz e bateria de dez horas de duração pode percorrer todo o sistema digestivo - esôfago, estômago e intestino, e identificar problemas não reconhecidos por meio dos exames convencionais, como a endoscopia.
A nanotecnologia refere-se ao bilionésimo do metro e costuma ser comparada com o tamanho de um átomo ou de uma bola de gude diante do planeta Terra. Com seu conhecimento em várias áreas da ciência, é possível produzir medicamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais, materiais mais resistentes, computadores com maior capacidade de armazenamento.
"A gente pode dizer que está rodeado de nanotecnologia sem se dar conta disso. De fato, o revolucionário não surge na redução de tamanho [dos equipamentos] ou no aumento da velocidade. Mas a miniaturização possibilita aplicações que a gente nem imagina", explica o professor de física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Peter Schulz.
Segundo o coordenador de micro e nanotecnologias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Flávio Plentz, a nanotecnologia envolve todos os setores econômicos e é capaz de manipular, sintetizar ou modificar a matéria. No entanto, destaca que, para carregar o nome nano, o conhecimento precisa gerar uma inovação.
"Tudo que se faz em termos de modificação, manipulação ou síntese de materiais nessa escala, a gente considera nanotecnologia. Para ser nanotecnologia aquilo que foi feito ou produzido nessa escala de tamanho tem que gerar, necessariamente, uma nova propriedade ou função para aquele material", diz o coordenador do ministério.
O físico Peter Schulz ressalta a necessidade de inovação e critica o uso da nanotecnologia apenas para atrair a atenção. "Nos últimos anos houve um movimento de patentear produtos com o nome nano. Quando iam investigar [esses produtos], não tinham nada de nanotecnologia. Estavam só surfando na onda do nome. É uma situação ainda de ajustes e vai ser assim por um bom tempo", destacou o físico.
A indústria cinematográfica também aproveitou o conceito de nanotecnologia em 2013. O filme Homem de Ferro 3, com ator Robert Downey Jr. trouxe às telas de cinema a história do cientista e industrial que desenvolve uma armadura de ferro com capacidade de voar.
No filme, é aplicada uma substância no herói que desenvolve habilidades super-humanas. O produto copia o sistema operacional do organismo, com o uso da nanotecnologia, para curar ferimentos e até regenerar partes do corpo. A ficção ainda está distante da realidade, mas suscita o debate dos efeitos colaterais. Como o corpo humano reage a tais inovações? A área ainda não é regulamentada.




Telefonia: pagamentos com o celular

Já no início do ano que vem, o novo meio de pagamento eletrônico pode estar disponível no país. As operadoras de telefonia estão finalizando os testes para que os celulares comecem a funcionar como cartão já em 2014.
Os clientes interessados em fazer pagamentos com o celular irão autorizar o banco a transferir os dados de sua conta à operadora de telefonia que os inserirá no chip. A partir daí, o cliente não precisará mais do cartão.
Além de pagamentos, também será possível fazer saques e transferências apenas aproximando o aparelho da máquina. Mas ainda não há um consenso sobre a necessidade do uso de senha.
Para o diretor dos serviços digitais da Telefônica/Vivo, Maurício Romão, os bancos é que devem determinar em quais segmentos o uso da senha será necessário. “Por exemplo, um segmento com muita fraude, como uma joalheria, pode exigir senha em qualquer valor. Já para pedágios ou compras com valores baixos, não precisaria”, diz.
]Apesar de o setor estar otimista em relação à novidade, ainda há quem encare com desconfiança  o pagamento via celular, como Ricardo Vieira, diretor executivo da Abecs, que diz que ainda não há um case de sucesso que comprove que este meio de pagamento deu certo.
Já Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial, considera o meio de pagamento “incipiente”. Ele vê um apelo junto à geração jovem, conforme for entrando no mercado de consumo.