Ninguém pensa noutra coisa desde sábado, quando a notícia ganhou as ruas. A descoberta do câncer no sistema linfático da ministra Dilma Rousseff (PT) acrescentou um componente dramático a esta fase de pré-campanha à sucessão do presidente Lula em 2010. Na verdade, aturdiu quase todos, líderes e analistas políticos do país. O que ocorrerá nos próximos quatro meses, quando Dilma passará por sessões de quimioterapia? E depois? Ela terá condições de manter a candidatura, que vem crescendo, ganhando musculatura e aglutinando apoios em toda a base do governo? Como não há o que fazer em relação à doença a não ser esperar, políticos e jornalistas iniciaram imediatamente as especulações sobre o que pode ocorrer, caso a ministra deixe a disputa. E, claro, quais serão as consequências de uma vitória dela sobre o câncer. No primeiro caso, a situação do governo é complicada. Há dois anos Lula trabalha o nome dela para ser sua candidata. Não existe plano B - principalmente porque há uma tese majoritária na base de que o governo deve ter apenas um candidato, com todas as suas forças unidas. A eleição de 2010 é atípica. Será a primeira desde a redemocratização do país sem Lula concorrendo. A falta de um Lula leva à seguinte situação: o governo é, mesmo hoje, em plena crise, fortíssimo; Lula é cabo eleitoral de luxo; mas o líder nas pesquisas de intenção de voto é o governador José Serra (PSDB), de São Paulo, principal figura da oposição. Ou seja, para superar Serra, o presidente precisa de um candidato bem construído, conhecido nacionalmente, que capitalize todo o patrimônio de aprovação do governo e consiga transformar isso em votos. Dilma vinha nessa construção. Mas Lula precisa de tempo, caso tenha que substituí-la. Por isso, aproveitará os próximos meses para, no mínimo, testar nomes com potencial para ser o plano B. Não se surpreendam se Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, aparecer como opção. Dito isso, deve-se pensar na superação. Se Dilma conseguir a cura, isto, involuntariamente, poderá torná-la ainda mais forte como candidata. (leia mais)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Ganhos de cada senador chegam a R$ 119,7 mil por mês; os de deputados federais somam R$ 62 mil
Quem anda pelo Congresso já ouviu a velha reclamação: um deputado ou senador não poderia ganhar "só" R$ 16.512,09 por mês tendo em vista a responsabilidade demandada pelo cargo. "Um executivo de uma grande empresa ganha muito mais do que isso", argumenta o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro (PTB-PE), ele próprio deputado federal licenciado.
Na realidade, esse valor do salário é apenas uma parte pequena de tudo aquilo a que os 594 congressistas têm direito para exercer seus mandatos.
Em resumo, pode-se afirmar que o Congresso banca desde o cafezinho ao aluguel do jatinho do parlamentar.
O valor dos vencimentos praticamente dobra apenas com a chamada verba indenizatória, de R$ 15 mil por mês, para gastos de gasolina, aluguel de escritório, alimentação, consultorias, entre outros. Há também dinheiro carimbado para telefone, motorista, envio de cartas, assinatura de jornais e revistas, passagens, auxílio-moradia etc., além de dezenas de servidores à disposição.
Quando se somam todos os benefícios em dinheiro à disposição dos deputados, chega-se a um valor mensal de R$ 48 mil a R$ 62 mil para cada um -recebem ainda 15 salários ao ano.
Aí não estão incluídos toda a infraestrutura oferecida (cerca de 5.000 funcionários e dezenas de órgãos técnicos), os extras a que deputados da cúpula têm direito em suas verbas e os gastos com os assessores para o gabinete em Brasília e o escritório no Estado -até 25 pessoas a custo de até R$ 60 mil.
Outro valor imensurável é o da assistência médica. Os deputados podem se tratar nas clínicas da Câmara, ou usar serviços externos, em caso de emergência ou quando a Casa não os oferecer. Depois, basta pedir o reembolso integral, sem limite.
No caso dos senadores, o valor total dos benefícios é ainda maior. Fica-se entre R$ 74,7 mil e R$ 119,7 mil -para representantes de São Paulo.
Essa variação ocorre, sobretudo, por causa dos gastos postais. Enquanto um senador amapaense (Estado com a menor população) está autorizado a apresentar até R$ 4.000 por mês em despesas postais, um colega de São Paulo tem direito de consumir R$ 60 mil -por vir do Estado mais populoso.
Diferentemente dos deputados, que obedecem a limites mais definidos, os senadores levam uma vida mais folgada. Na Câmara, cada um dos 513 representantes pode gastar até R$ 4.268,55 por mês com telefone e correios, à exceção de líderes e membros da Mesa, que têm adicional de R$ 1.244,55.
Já os 81 senadores têm um teto muito maior para enviar cartas e não precisam se preocupar com o telefone: as contas não têm limite. O serviço médico é igual ao da Câmara (manda-se a nota e a despesa é reembolsada), mas com um significativo acréscimo: há R$ 26 mil ao ano, por "núcleo familiar", para tratamento odontológico.
Nenhuma das Casas é um exemplo de transparência. Mas o Senado é nitidamente o mais hermético. Enquanto os deputados há anos já mostravam o valor dos gastos com verbas indenizatórias, mensalmente, os senadores só adotaram esse costume em dezembro.
Quando se busca uma informação na Câmara sobre o número de funcionários por gabinete, o dado é rapidamente oferecido. No Senado, não.
O diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo, respondeu à Folha apenas de maneira parcial. Ao descrever a estrutura de gabinetes, escreveu que "o senador pode contar com cinco assessores técnicos, seis secretários parlamentares e um motorista".
Ao se recorrer a outros funcionários da Casa se descobre que, somando concursados e o desmembramento de funções comissionadas, o número total de pessoas que serve a cada senador pode passar de 80, ao custo de R$ 97,8 mil mensais, só contando salário de comissionados.
Na realidade, esse valor do salário é apenas uma parte pequena de tudo aquilo a que os 594 congressistas têm direito para exercer seus mandatos.
Em resumo, pode-se afirmar que o Congresso banca desde o cafezinho ao aluguel do jatinho do parlamentar.
O valor dos vencimentos praticamente dobra apenas com a chamada verba indenizatória, de R$ 15 mil por mês, para gastos de gasolina, aluguel de escritório, alimentação, consultorias, entre outros. Há também dinheiro carimbado para telefone, motorista, envio de cartas, assinatura de jornais e revistas, passagens, auxílio-moradia etc., além de dezenas de servidores à disposição.
Quando se somam todos os benefícios em dinheiro à disposição dos deputados, chega-se a um valor mensal de R$ 48 mil a R$ 62 mil para cada um -recebem ainda 15 salários ao ano.
Aí não estão incluídos toda a infraestrutura oferecida (cerca de 5.000 funcionários e dezenas de órgãos técnicos), os extras a que deputados da cúpula têm direito em suas verbas e os gastos com os assessores para o gabinete em Brasília e o escritório no Estado -até 25 pessoas a custo de até R$ 60 mil.
Outro valor imensurável é o da assistência médica. Os deputados podem se tratar nas clínicas da Câmara, ou usar serviços externos, em caso de emergência ou quando a Casa não os oferecer. Depois, basta pedir o reembolso integral, sem limite.
No caso dos senadores, o valor total dos benefícios é ainda maior. Fica-se entre R$ 74,7 mil e R$ 119,7 mil -para representantes de São Paulo.
Essa variação ocorre, sobretudo, por causa dos gastos postais. Enquanto um senador amapaense (Estado com a menor população) está autorizado a apresentar até R$ 4.000 por mês em despesas postais, um colega de São Paulo tem direito de consumir R$ 60 mil -por vir do Estado mais populoso.
Diferentemente dos deputados, que obedecem a limites mais definidos, os senadores levam uma vida mais folgada. Na Câmara, cada um dos 513 representantes pode gastar até R$ 4.268,55 por mês com telefone e correios, à exceção de líderes e membros da Mesa, que têm adicional de R$ 1.244,55.
Já os 81 senadores têm um teto muito maior para enviar cartas e não precisam se preocupar com o telefone: as contas não têm limite. O serviço médico é igual ao da Câmara (manda-se a nota e a despesa é reembolsada), mas com um significativo acréscimo: há R$ 26 mil ao ano, por "núcleo familiar", para tratamento odontológico.
Nenhuma das Casas é um exemplo de transparência. Mas o Senado é nitidamente o mais hermético. Enquanto os deputados há anos já mostravam o valor dos gastos com verbas indenizatórias, mensalmente, os senadores só adotaram esse costume em dezembro.
Quando se busca uma informação na Câmara sobre o número de funcionários por gabinete, o dado é rapidamente oferecido. No Senado, não.
O diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo, respondeu à Folha apenas de maneira parcial. Ao descrever a estrutura de gabinetes, escreveu que "o senador pode contar com cinco assessores técnicos, seis secretários parlamentares e um motorista".
Ao se recorrer a outros funcionários da Casa se descobre que, somando concursados e o desmembramento de funções comissionadas, o número total de pessoas que serve a cada senador pode passar de 80, ao custo de R$ 97,8 mil mensais, só contando salário de comissionados.
domingo, 26 de abril de 2009
9 milhões ainda não enviaram declarações de Imposto de Renda. Prazo expira na quinta-feira
Até sexta, pouco mais de 15 milhões de contribuintes tinham declarado o Imposto de RendaMais cinco dias. Esse é o prazo que resta aos contribuintes para entregar as declarações do IR deste ano. O prazo final é quinta-feira, dia 30, mas neste ano haverá quatro horas a mais para enviar pela internet, uma vez que a Receita Federal ampliou a entrega até a meia-noite, pelo horário de Brasília (no ano passado, só até as 20h).
Como em anos anteriores, um grande número de contribuintes deixou a entrega para os últimos dias. Neste ano, cerca de 9 milhões estão nessa situação (no ano passado, 7,5 milhões deixaram para entregar nos últimos quatro dias).
Até sexta-feira, pouco mais de 15 milhões de contribuintes já tinham enviado suas declarações à Receita. Ontem, ao menos mais 1 milhão foi enviado. Dessa forma, ainda restariam 9 milhões, uma vez que a Receita estima receber 25 milhões de declarações neste ano – foram 24,207 milhões em 2008.
Os retardatários devem aproveitar amanhã – último domingo antes do prazo final – para acertar as contas com o fisco. Segundo o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, o prazo não será prorrogado – a última vez foi em 1995.
Adir diz que os computadores da Receita têm capacidade para receber mais de 3,5 milhões de declarações por dia. Apesar disso, ele alerta para que os contribuintes não deixem a entrega para a última hora, pois não está descartado um possível congestionamento na internet (especialmente no final da tarde e no início da noite de quinta-feira) se o número de retardatários for muito grande.
Outro detalhe: o último dia de entrega é véspera do feriado pelo Dia do Trabalho. Assim, quem pretende viajar para aproveitar o fim de semana prolongado não deve deixar a entrega para o último dia.
Fonte - clicabrasilia
Chip do tamanho de uma moeda de R$ 1 combate desmatamento
Um chip de plástico, do mesmo tamanho e formato de uma moeda de R$ 1, é a nova arma em estudo pelo governo federal e alguns estados para combater o desmatamento na Amazônia e em outras áreas de preservação ambiental, como a Mata Atlântica.
Criado por pesquisadores do Instituto Web Florestal (IWF), o dispositivo funciona como a ponta de um sistema de monitoramento eletrônico e é capaz de gravar dados digitais criptografados, como espécie, altura, diâmetro e volumetria das árvores, além das características biológicas e localização exata da espécie na floresta.
Sensível ao meio ambiente, o chip pode disparar um alarme nos postos de fiscalização ambiental que ficam a muitos quilômetros de distância se determinadas árvores estiverem sendo cortadas, atingidas por queimadas ou até vendavais.
O chip tem um buraco no meio para ser pregado às árvores e carrega no seu software dados sobre o processo de crescimento das espécies e a data prevista para o seu corte, no caso de planos de manejo.
O dispositivo emite ondas de rádio em UHF a um raio de 15km, informando os dados para um computador central. Testado com sucesso nos 100 hectares na fazenda Buriti, na Chapada dos Guimarães (MT), o sistema é fruto das pesquisas do biólogo Élvio Sheller, que também trabalha na Universidade Federal do Mato Grosso. Ele teve a ideia quando desenvolvia na Universidade de Sheffield, na Inglaterra, um projeto para a monitorar o índice de poluição no Reino Unido.
Combate à falsificação
O chip promete acabar com o fim do comércio de madeira ilegal. Hoje, os créditos para o corte e transporte de árvores são alvo de fraudes. O equipamento evitaria a inserção de informações falsas sobre volumetria de madeira no documento oficial de crédito para desmate. Segundo o presidente do IWP, Roberto Bucar, a tecnologia também tem condições de combater a falsificação ou a criação de créditos virtuais para a derrubada de madeira emitidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Outra vantagem da invenção é que os dados contidos no chip poderiam ser checados com as informações armazenadas no banco de dados da fiscalização, e até localizar a serraria para onde determinada espécie foi transportada. A serraria legal poderia garantir à indústria moveleira ou da construção civil que utiliza árvore de plano de manejo legal. De acordo com o engenheiro florestal do IWF Planet Paulo Borges, o sistema de manejo florestal executado hoje só tem a ganhar com a implantação do sistema. Segundo ele, o mecanismo é capaz de acabar com 95% das brechas a que o manejo atual está exposto.
A tecnologia já está sendo utilizada em projetos em Mato Grosso e em um piloto da SOS Mata Atlântica em São Paulo. Os primeiros testes foram considerados satisfatórios e agradou aos ambientalistas. “É um avanço na fiscalização e monitoramento de áreas de preservação” comemora Mário Mantovani, dirigente da organização não governamental. A instituição estuda implantar o sistema de controle em todas as áreas que monitora.
Fonte - correiobraziliense
Qual é o sexo do seu cérebro?

As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Fonte - epoca
TV de 269 polegadas

É uma pena, mas não sou eu nessa foto, já pensou, jogar X-Box num telão desses, não é para qualquer um, como eu não posso fico só sonhando e imaginando assisitir Lost nesse mini-cinema (Evangeline em tamanho mais que real!) . A telinha tem 3,36 m de altura e 36,6 m de largura, Faz um TV de plasma de 150 parecer brinquedo da LEGO.
Fonte - Mundodrive
Dilma deve fazer quimioterapia por quatro meses
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) deve ficar por quatro meses em tratamento com quimioterapia para combater um linfoma (câncer no sistema linfático). Ela deve se submeter a sessões a cada três semanas, segundo a equipe médica do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo
De acordo com os médicos, a quimioterapia será feita por questão de segurança, como tratamento complementar. A ministra afirmou que há cerca de 30 dias, em uma tomografia feita durante um exame de rotina, foi detectado um nódulo em sua axila, que já foi retirado.
Marlene Bergamo/Folha Imagem
Dilma faz tratamento contra linfoma e diz que não diminuirá ritmo de trabalho; ela chegou ao hospital acompanhada de Franklin Martins
Exames constataram que não havia outros focos da doença em seu organismo. "Os médicos me asseguraram que as consequências da quimioterapia não são problemáticas, que posso continuar com meu ritmo de trabalho", afirmou Dilma.
De acordo com a oncologista Yana Novis, não há uma regra específica para repouso em razão da quimioterapia. "Ela pode fazer a aplicação, que dura cerca de quatro horas, ir para a casa e trabalhar no dia seguinte", afirmou a médica.
A ministra afirmou estar se sentindo "muito bem". "Essa é uma das coisas contraditórias dessa doença: não tem sintomas. Me sinto totalmente bem", afirmou. "Na vida de todos nós é normal ficarmos diante de problemas, de desafios, de opções. Esse é mais um desafio que eu terei na minha vida."
Dilma convocou a entrevista depois que a Folha informou com exclusividade neste sábado que a ministra passa por um tratamento prolongado de saúde no Sírio-Libanês.
Boletim
Segundo boletim médico divulgado às 14h pelo hospital Sírio-Libanês, o gânglio foi diagnosticado como linfoma em estágio inicial há um mês, quando a ministra realizou exames de rotina.
"Encontra-se neste momento sem evidência da doença ativa e deverá realizar tratamento quimioterápico complementar por segurança", diz o boletim.
Hoje a ministra voltou ao hospital para exames ambulatoriais finais.
Fonte - Folhaonline
De acordo com os médicos, a quimioterapia será feita por questão de segurança, como tratamento complementar. A ministra afirmou que há cerca de 30 dias, em uma tomografia feita durante um exame de rotina, foi detectado um nódulo em sua axila, que já foi retirado.
Marlene Bergamo/Folha Imagem
Dilma faz tratamento contra linfoma e diz que não diminuirá ritmo de trabalho; ela chegou ao hospital acompanhada de Franklin Martins
Exames constataram que não havia outros focos da doença em seu organismo. "Os médicos me asseguraram que as consequências da quimioterapia não são problemáticas, que posso continuar com meu ritmo de trabalho", afirmou Dilma.
De acordo com a oncologista Yana Novis, não há uma regra específica para repouso em razão da quimioterapia. "Ela pode fazer a aplicação, que dura cerca de quatro horas, ir para a casa e trabalhar no dia seguinte", afirmou a médica.
A ministra afirmou estar se sentindo "muito bem". "Essa é uma das coisas contraditórias dessa doença: não tem sintomas. Me sinto totalmente bem", afirmou. "Na vida de todos nós é normal ficarmos diante de problemas, de desafios, de opções. Esse é mais um desafio que eu terei na minha vida."
Dilma convocou a entrevista depois que a Folha informou com exclusividade neste sábado que a ministra passa por um tratamento prolongado de saúde no Sírio-Libanês.
Boletim
Segundo boletim médico divulgado às 14h pelo hospital Sírio-Libanês, o gânglio foi diagnosticado como linfoma em estágio inicial há um mês, quando a ministra realizou exames de rotina.
"Encontra-se neste momento sem evidência da doença ativa e deverá realizar tratamento quimioterápico complementar por segurança", diz o boletim.
Hoje a ministra voltou ao hospital para exames ambulatoriais finais.
Fonte - Folhaonline
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
MEU JUGO
Vinde
a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai
sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde e coração; e
encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque
o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Mateus
11:28-30
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