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domingo, 6 de agosto de 2017

Saiba o que é e como funciona o WeChat

O WeChat é um novo aplicativo de troca de mensagens de texto e voz que chegou para concorrer com o WhatsApp. Ele foi lançado pela empresa chinesa Tencent como alternativa ao rival, que começou a cobrar pelos serviços e está disponível para vários sistemas operacionais móveis, como iOS, Android, Windows Phone, BlackBerry e Symbian.
Em seu país de origem, o WeChat possui cerca de 230 milhões de usuários, atingindo 300 milhões em todo o mundo. Na China, ele também é usado como forma de pagamento através de parcerias com empresas do ramo de restaurantes como o McDonald’s.
O aplicativo possui diversas funções além da troca de mensagens. O app permite, por exemplo, que os usuários descubram e conversem com pessoas que estão por perto por meio de sistema de localização. O WeChat também possui integração com redes sociais como o Facebook, permitindo a inclusão automática de amigos na lista de contatos.
O WeChat também suporta chamadas de vídeo em HD. Uma ferramenta curiosa, que pode ser vista como um diferencial é a função “Agitar”. Ela permite que usuários que agitem seus dispositivos ao mesmo tempo sejam redirecionados para um chat para conversarem.
O aplicativo permite a utilização através da web, mas complica um pouco o processo de login. É preciso fazer a leitura de um QR Code no site do WeChat com o aparelho para ter acesso.

Faça o download do aplicativo no Pay Store: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.tencent.mm&hl=pt-BR

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CNH digital é aprovada e começa a valer a partir de fevereiro

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Segundo o Ministério das Cidades, a nova carteira eletrônica será uma versão do documento com o mesmo valor jurídico da CNH impressa e estará disponível a partir de fevereiro de 2018.
O documento virtual pode ser acessado por meio de um aplicativo para smartphones e poderá ser usada como substituta da carteira física. A CNH eletrônica será autenticada pela leitura do QRCode (código de barras bidimensional que pode ser escaneado) ou certificado digital.
A nova carteira terá a mesma validade do documento impresso, que continuará a ser emitido normalmente.
Passo a passo
Cadastro -  o motorista deverá se cadastrar no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com um certificado digital.
Confirmação - em seguida será enviado um link para o email afirmando. Assim, o condutor deverá realizar o login pelo aparelho onde deseja ter sua CNH digital.

Finalização - O acesso ao documento dependerá da digitação de uma senha. O sistema, que está em fase de testes, ainda permitirá o bloqueio do aplicativo caso o celular seja extraviado.
Fonte-uol

terça-feira, 25 de julho de 2017

? Bebês geneticamente modificados?

Imagine um futuro relativamente próximo no qual teremos a possibilidade de gerar bebês geneticamente projetados, ou nascidos de embriões escolhidos dentre vários outros, com upgrades em seu conteúdo, de forma a obter seres humanos muito mais saudáveis.
Imagine um mundo onde teremos crianças chamadas “naturais”, por terem sido geradas através do processo natural, sem modificações genéticas, sem glúten e com baixíssimas calorias. Não, calma, isso é outro comercial.


Mas com os avanços dos estudos do CRISPR, você, futuro papai ou mamãe, pode se ver diante dessa controversa decisão.

Mas Toad, o que é o CRISPR?
CRISPR-Cas9 (pronuncia-se crísper) é um acrônimo para Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats, que pode ser traduzido como Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Intercaladas. Viu que coisa simples de entender?
Brincadeira. É uma ferramenta de edição de genoma, muito mais rápida, barata e precisa que outras técnicas semelhantes que existiam anteriormente.
De forma bem simplificada, pense no CRISPR como um canivete suíço, que contém uma lupa para conseguir enxergar e separar áreas específicas do DNA, mas também conseguir cortar e editar qualquer uma dessas partes, além de uma “caneta” para reescrever aquele determinado pedaço.
E isso está evoluindo tão rápido que chega a ser assustador. No cenário proposto acima, poderemos estar diante de uma criança que é extraordinária, brilhante, cheia de saúde, atlética e, se você for bem sincero, vai perceber que ela é mais inteligente que você. Tão inteligente que será preciso enviá-la para uma escola diferenciada. Uma escola para crianças especiais.
Professor Xavier aprova.

Em breve, teremos toda uma nova geração de crianças assim. Elas serão mais saudáveis que a geração anterior, com custos mais baixos de planos de saúde, riscos mais baixos de contrair doenças e imunidade maior a uma série de mazelas. Sem contar os filhos desses indivíduos, que herdarão essas modificações genéticas. Insira mais uma iteração de melhoras do código genético e temos uma tendência a criar uma raça de super-humanos.
Todavia, alguns cientistas já prevêem que boa parte dessas crianças pode vir a ter alguns problemas, como maior agressividade, ou mesmo narcisismo. Afinal, elas se enxergam como “melhores” que as outras crianças. Isso sem contar o risco gritante e assustador de termos um Reality Show com as primeiras crianças geneticamente modificadas que se destacam entre os demais. Já pensou que coisa mais horrorosa? Cruzes!
Tudo isso parece algo de ficção científica, mas nunca estivemos tão perto de atingir esse nível de manipulação genética como hoje.
Cientistas chineses, inclusive, já criaram um embrião humano geneticamente modificado, numa tentativa de remover o gene responsável por uma perigosa desordem sanguínea. E eles já realizaram esse experimento algumas vezes. Mas o resultado foi inconclusivo, com sucesso apenas parcial.
Mesmo na Inglaterra, onde esse debate acontece com bastante furor há alguns anos, cientistas receberam permissão de um órgão regulatório para editar DNA de embriões humanos, como eu expliquei neste texto.
Possíveis impactos positivos e negativos
Parece tentador poder ser capaz de criar humanos melhores. Mas quem define o que é “melhor”? Eu mesmo gostaria de ser mais alto, mais atlético, mais magro e mais inteligente.
Poder dar a nossos filhos todas essas características soa muito sedutor. Mas… E se essas modificações causarem problemas ainda maiores na saúde desse ser humano? Pior: e se essa tecnologia cair nas mãos erradas?
Pessoas podem ir longe demais, com uma motivação que pode não ser das mais nobres e não levar em consideração uma sociedade mais saudável, mas sim com fins únicos de obter lucro. Indo um pouco mais longe, o que impediria um grupo mal-intencionado a agir motivado por uma ideologia, numa busca de uma raça pura, da concepção dos melhores entre os melhores?
Conheço um pessoal aqui do sul dos Estados Unidos que adoraria essa ideia.
Como sugestão de leitura, vocês sabem o que Josef Mengele fez no Brasil, né? Uma verdadeira legião de irmãos gêmeos loiros de olhos azuis em Cândido Godói.
Claro que os efeitos de ordem prática vão variar bastante. Alguns governos podem querer incentivar os cidadãos a adotarem essa prática médica, para reduzir custos com saúde ou alimentação, por exemplo. Outros podem vir a proibi-las até segunda ordem. Não seria a primeira vez que um governo tenta legislar sobre algo assim, certo?
Uma vez que as modificações genéticas naturais praticamente moldaram a sociedade como conhecemos hoje, com padrões físicos, ambientais e comportamentais, esse se torna portanto um assunto de suma importância. Apesar do nobre intuito da eugenia liberal, esses estudos podem sim ter consequências negativas. É uma tecnologia muito nova e muito poderosa. Os riscos são muito altos.
Mesmo a comunidade científica está bem dividida sobre o assunto, e arrisco dizer que no primeiro deslize ou resultado desastrado, todo esse avanço científico pode ser colocado na berlinda.
Se bebês geneticamente modificados serão tão bem recebidos quanto foram os bebês de proveta, só o tempo dirá.
Por agora, hackear o código humano ainda é muito perigoso e por mais incômodo que seja isso, acredito que precisamos de uma regulamentação internacional desse tipo de atividade para decidir quais os caminhos a seguir (e não seguir). Talvez usar o exemplo do Reino Unido já seja um bom começo.

Já que essa revolução genética vai impactar direta ou indiretamente a vida de todos nós, que ela seja a mais positiva possível.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Câmara dos Deputados discute fim do dinheiro em espécie no Brasil

       Imagine viver em um Brasil onde não haja mais cédulas de dinheiro e todas as transações financeiras acontecem apenas por meios digitais. Parece improvável? Sim, mas é exatamente isso que a Câmara dos Deputados pretende discutir nesta terça-feira, 11, na Comissão de Defesa do Consumidor.
          Trata-se do Projeto de Lei 48/2015, proposto pelo deputado Reginaldo Lopes, do PT-MG. O PL é simples e direto: extinguir e proibir a circulação de cédulas de dinheiro, que poderiam ser mantidas apenas para registro histórico. Para compensar, bancos e empresas de crédito não poderiam cobrar um percentual nas operações de débito.
       Entre as justificativas apresentadas no projeto, o deputado alega que essa é uma tendência mundial com o avanço da tecnologia. Também apresenta argumentos de que as transações digitais são mais seguras que o dinheiro físico.
      Para fazer seu cadastrar na nova moeda digital Chinesa click nesse link: https://chat.whatsapp.com/57XnSKgmTMZ6ztRCuZ2HeI “Eliminaríamos práticas de crimes como assaltos a bancos, arrombamentos de caixas eletrônicos, assaltos a postos de gasolina, sequestros, saidinhas de banco e violência em geral”, diz o texto. 
      Outro motivo listado no texto do projeto é o de que “terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas, assaltantes, corruptos estariam na mira fácil do controle financeiro”, além de eliminar gastos com emissão de moeda, notas e transporte de valores. Você pode ler o PL e suas justificativas por inteiro neste link.
         Por enquanto, o PL 48/2015 está apenas em discussão na Câmara, sem qualquer previsão de ser votado para poder entrar em vigor. A Comissão de Defesa do Consumidor apenas agendou um debate para esta terça-feira, 14h30, com participação de figuras como Henrique Meirelles, ministro da Fazenda e Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central.

domingo, 2 de julho de 2017

MOEDA CHINESA




Como vai funcionar?

"É muito provável que você conheça as famosas moedas criptogradas, a mais conhecida é o bitcoin, caso não conheça recomendo um artigo meu (Clique aqui para conhecer bitcoins), assim podemos dizer que LCFcoin é a mais nova moeda digital que está nascendo no país mais habitado do mundo, país com grande ascendência e domínio de tecnologias, as apostas dão conta que grande parte da população usará esta moeda e na CHINA há mais de 1,5 bilhão de habitantes, isto mesmo mais de 6 vezes a população do Brasil.

Como começou o Bitcoins?

Quando o bitcoins nasceu (2009) ele não tinha valor comercial por não ser conhecido, assim algumas pessoas ganharam alguns bitcoins para começar a trabalhar e hoje cada bitcoin vale mais de 1000 dólares, a LCFHC está usando a mesma estratégia como a moeda que hoje tem um valor muito baixo, eles estão “doando” moedas chinesas para que ao utilizarmos em negociações esta moeda ganhe muita força, da mesma forma que o bitcoin ganhou força e valor".

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terça-feira, 20 de junho de 2017

A China será o primeiro país sem dinheiro de papel




A rotina dos trabalhadores de lojas e escritórios de Shenzhen, polo de tecnologia no sul da China, é a mesma há décadas. Antes de subir para o escritório, eles param numa das dezenas de barraquinhas de rua e compram uma embalagem de plástico com um punhado de noodles, o macarrão chinês, e legumes, carnes e ovos. Tudo com muito shoyu. É o café da manhã e o almoço do dia a dia. A novidade ocorre na hora de pagar. 
Equilibrada embaixo de uma cesta de ovos, há uma folhinha com um QR code do estabelecimento (veja no canto inferior esquerdo da foto acima). Basta apontar a câmera do celular para o código e o pagamento está feito. Quase ninguém usa dinheiro, e o comerciante faz cara feia para quem o obriga a parar de servir para contar notas e moedas. 
A cena se repete em outros lugares. O vendedor de melancias, poucos metros à frente, também prefere receber o pagamento digital. As bicicletas de aluguel espalhadas pela cidade só são liberadas pelo celular, por 50 centavos a hora. Adolescentes não recebem mais mesada dos pais, mas depósitos em seus aplicativos. Até garçons têm o próprio QR code pendurado no avental para receber gorjetas. A China, país que inventou o papel-moeda há 15 séculos, caminha a passos firmes para ser o primeiro a aposentá-lo. 
As compras sem dinheiro já representam 60% do total no país. Em mercados maduros, como o do Reino Unido, o índice também é alto (55%), mas o que chama a atenção na China é o fato de o país estar pulando do dinheiro físico para os meios digitais sem passar pelo cartão de crédito ou de débito. Em 2016, por exemplo, o volume de pagamentos feitos com o smartphone chegou a 5,5 trilhões de dólares. 
A mudança é impulsionada por um aumento de 31% no PIB per capita, para 6 500 dólares, e de 30% na taxa de uso da internet, para 50 em cada 100 chineses, nos últimos sete anos. Além disso, os smartphones são relativamente baratos. Um aparelho de ponta de fabricantes locais, como OppoHuawei e Xiaomi, custa pouco mais de 500 reais. 
“Os jovens chineses não tiveram computador e pularam para o celular. Também não tiveram cartão de crédito e foram direto para os pagamentos digitais. Quando eles passaram a ter acesso à tecnologia, mergulharam de cabeça”, diz In Hsieh, presidente da China-Brasil Internet Promotion Agency e ex-diretor da Xiaomi no Brasil. 
A pouca popularidade do cartão de crédito e os entraves na regulação ajudam a explicar o tamanho do fosso nos pagamentos digitais entre a China e outros grandes mercados. Segundo a empresa de pesquisas Forrester, os pagamentos móveis nos Estados Unidos chegaram a 112 bilhões de dólares em 2016, ou 2% do tamanho do mercado chinês, o que também revela certa resistência por parte dos americanos a usar o smartphone no lugar do cartão para fazer compras. 
Duas companhias chinesas, sozinhas, responderam por 3 trilhões de dólares em transações em 2016: a varejista online Alibaba, dona do serviço de pagamentos Alipay, e a empresa de tecnologia Tencent, dona do aplicativo WeChat (conhecido como Weixin na China). Cinco anos atrás, o volume de transações feitas pelas duas empresas não chegava a 100 bilhões de dólares. A velocidade de crescimento se explica por uma corrida frenética entre elas. 
Alibaba e Tencent foram criadas com meses de diferença, entre o fim de 1998 e o início de 1999. Seus dois fundadores são as maiores estrelas do mercado de tecnologia chinês. De um lado está Jack Ma, ex-professor de inglês que levou o Alibaba à Bolsa de Valores de Nova York e hoje tem uma fortuna de 28,3 bilhões de dólares; de outro, Ma Huateng, fundador da Tencent, dono de uma fortuna de 24,9 bilhões de dólares e à frente da quinta companhia de tecnologia mais valiosa do planeta, atrás apenas de Apple, Alphabet (dona do Google), Microsoft e Amazon. O valor de mercado da Tencent alcança impressionantes 331 bilhões de dólares. 
Alibaba chegou antes ao mercado de pagamentos. A empresa começou com o Taobao, uma versão chinesa do site de comércio eletrônico eBay. Em 2004, Ma lançou o Alipay, um clone do serviço de pagamentos PayPal, para dar suporte à sua loja online. Em 2009, o Alipay ganhou um aplicativo para celular, o que permitiu fazer pagamentos também no varejo tradicional com um simples toque na tela. Já a Tencent começou com o QQ, uma plataforma de mensagens que chegou a 1 bilhão de usuários. 
Em 2011, lançou o WeChat, um aplicativo que combina as funções do WhatsApp com as do Facebook e ainda permite comprar passagens aéreas, localizar um restaurante, encontrar um namorado, agendar uma consulta médica, checar a qualidade do ar, entre outras funções. Todos os meses, 889 milhões de pessoas utilizam o app. 
O serviço que mais cresce é o WeChat Pay, lançado em 2013 como uma carteira virtual dentro do aplicativo. A entrada do WeChat no mercado de pagamentos foi chamada pelo concorrente Jack Ma de um “ataque de Pearl Harbor” ao Alipay. 
O sistema Alibaba ainda é líder na China com 54% de participação nas compras digitais, tanto em lojas online quanto físicas. Cada um dos 450 milhões de usuários do Alipay gasta, em média, 2 921 dólares por ano usando o serviço. 
Durante o Dia do Solteiro, em novembro, principal data do varejo chinês, 1 bilhão de dólares foram gastos pelos usuários do Alipay em um único dia. Já o WeChat Pay tem 37% do mercado chinês, mas vem ganhando terreno. O valor gasto por usuário em 2016 ficou em 1 526 dólares, um aumento de 168% em um ano. 
Tencent, dona do WeChat, cresce porque tem uma dominância invejável da audiência móvel na China — 55% do tempo que os chineses passam no celular são gastos em algum dos aplicativos da empresa (QQ, WeChat e outros). Como está sempre aberto na palma da mão de seus usuários, o WeChat Pay acaba sendo a ferramenta mais rápida para fazer um pagamento no mundo real — em lojas, restaurantes e barracas de rua. Um estudo feito pela consultoria McKinsey no ano passado revela que 31% de todos os usuários do WeChat fizeram compras no aplicativo, o dobro de 2015. 
Novas frentes 
A entrada da Tencent no mercado de pagamentos, área dominada pelo Alipay, acirrou a competição. O Alibaba pretende investir 150 milhões de dólares nos próximos três anos para incentivar o varejo tradicional a aceitar pagamentos via Alipay. Nas grandes cidades, é comum ver comerciantes que aceitam pagamento pelas duas plataformas, mas, no interior, há milhares de endereços sem o serviço. 
Como a competição é ferrenha, as duas companhias investem também em novas frentes. O WeChat tem um serviço para presentear amigos com dinheiro — um costume milenar no país. A tradição manda que o presente seja entregue dentro de um envelope vermelho, e o WeChat criou uma versão digital. 
No Ano-Novo chinês de 2016, foram 46 bilhões de transações. Já o Alibaba está investindo em serviços financeiros via Alipay. Os clientes podem fazer pequenos investimentos e poupanças dentro do aplicativo. No ano passado, 152 milhões de pessoas investiram 117 bilhões de dólares por meio do serviço. A empresa ainda emprestou 107 bilhões de dólares para 4 milhões de micro e pequenas empresas. 
Outra frente de expansão tem se mostrado muito mais complicada: levar os aplicativos para fora da China. Os usuários podem usar o WeChat Pay e o Alipay em Hong Kong e na Tailândia. A Tencent também fechou uma parceria na África do Sul e outra nos Estados Unidos para atender basicamente os turistas chineses. 
As duas companhias fizeram ainda investimentos em empresas de pagamento indianas. Não vai ser fácil. “Para ter sucesso, o Alipay e o WeChat Pay terão de se adequar à regulação local e superar a desconfiança dos usuários. São os mesmos desafios que as empresas estrangeiras enfrentam quando entram na China”, diz Zennon Kapron, diretor da consultoria especializada em tecnologia Kapronasia, com base em Xangai. 
“Nossa prioridade é a China, onde ainda há muita coisa a ser feita”, diz um diretor da Tencent enquanto mostra, em um enorme mapa projetado no hall da sede da empresa, onde estão os 889 milhões de usuários do WeChat — 689 milhões deles chineses. As luzinhas se aglomeram na costa do país e ficam mais escassas no interior. Para o WeChat e o Alibaba, trazer as outras centenas de milhões de consumidores chineses para o século 21 é uma oportunidade bilionária sem igual. 
Fonte-exame 
 
BLOG DO ANDRÉ CAFÉ
SÓ JESUS SALVA
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