sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

LAPTOP QUE MUDA DE COR USA NANOTECNOLOGIA

Design  nos notebooks da Toshiba sem duvida nunca foram o forte deles, porem algo reagiu de dentro da empresa e fez com que criasse algo realmente novo e criativo, ele se chama Dynabook Qosmio T750, o primeiro laptop que muda de cor.

Para isso ele usa nanotecnologia para ter o visual metálico e mudar de cor, do tom de verde para azul, de azul roxo. Além do mais ele conta com uma ótima configuração, contando com um processador Core i5-480M de 1,66Hz, 4GB de RAM e HD de 750GB com 15,6 polegadas e resolução de 1366 por 768 pixels. De Inicio as vendas estão só para os japoneses e a empresa não informou quando vem para o Brasil.

Falha em usina no Sertão causa apagão em quase todo o Nordeste


Um grande apagão atingiu oito estados do Nordeste por volta das 23h30 de ontem. O problema foi iniciado com um defeito na Usina Hidrelétrica de Itaparica, mais conhecida como Luiz Gonzaga, em Petrolândia, no Sertão de Pernambuco. A falha causou um “efeito cascata”, afetando os outros estados. A energia começou a ser restabelecida aproximadamente duas horas após o início do apagão. 



Porém, o fornecimento só retornou a normalidade em bairros da Região Metropolitana do Recife, como Candeias, Piedade e Olinda, por volta das 04:30hs.



De acordo com o diretor de Engenharia da Chesf, José Ailton de Lima, o problema em Itaparica fez com que o sistema de proteção das linhas de transmissão se desligassem. “Normalmente, esse sistema religa automaticamente mas, como o defeito persistiu, isso não aconteceu, e ainda se propagou como um vírus para outras estações”, explicou. Segundo ele, apenas o Piauí continuou com energia.




“Esse efeito cascata não era o que deveria ocorrer, por isso suspeitamos de um possível de­feito simultâneo, que gerou a propagação. Mas ainda estamos investigando”, informou. Lima acrescentou ainda que o problema na usina, responsável pelo o início do apagão, também está sendo investigado. A hidrelétrica foi construída na década de 70. “Assim que identificamos a situação, encaminhamos nosso pessoal para o centro de operações da Chesf a fim de resolver e recompor o sistema rapidamente”, acrescentou. 


Assim que as luzes se apagaram, os internautas começaram a postar no microblog Twitter informações sobre a falta de energia. Entre as informações postadas, surgiu a de que estados de fora do Nordeste também estariam sem luz. Contudo, essa informação não foi confirmada pela Chesf. “O sistema brasileiro é todo interligado e, portanto, se outros estados além daqueles do Nordeste tivessem sido afetados, nós saberíamos”, enfatizou Lima.  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Astronautas voltam do espaço mais altos



A ação da gravidade zero sobre o corpo humano é o que afeta mais os astronautas, especialmente os que ficam no espaço por longos períodos. Mas será que a ausência de gravidade pode fazer com que os astronautas voltem mais altos do espaço?

Eles não voltam mais altos, mas ficam mais altos enquanto estão expostos à microgravidade na órbita terrestre. A gravidade de nosso planeta vai, ao longo do dia, "achatando" o ser humano.

Se medirmos com precisão milimétrica, somos um pouco mais altos pela manhã do que à noite. Após horas e horas expostos à gravidade da Terra, nós "encolhemos". No espaço, os astronautas podem "crescer" de 4 a 6 cm durante a missão, já que não há nenhuma força que os "achata" durante o tempo de permanência na órbita da Terra.
Muitas vezes, isto causa dor lombar (nas costas), que leva os astronautas a consumir analgésicos.
No entanto, no retorno à Terra, o processo se desfaz, uma vez que a gravidade terrestre volta a atuar. Em pouco tempo, eles estão novamente com a altura de pré-voo.

  • Como os astronautas se "aliviam" no espaço?

Os astronautas, nas missões espaciais, precisam (e devem) usar o banheiro, como todos nós fazemos em terra. Como não há gravidade, a urina e as fezes não "caem" dentro do vaso sanitário, como ocorre em solo terrestre. Mas, então como os astronautas fazem?

Os banheiros espaciais são adaptados para sugar a urina e as fezes dos astronautas. Quando se trata da urina, há um acoplador para as genitálias femininas e masculinas. No caso do homem, ele utiliza uma estrutura em forma de cone que é ligada a um tubo, conectado a um sugador. A urina expelida pelo astronauta é então sugada para um recipiente. Para mulher, o sistema é o mesmo, somente mudando a forma do acoplador que, neste caso, é retangular para garantir um melhor contato. A urina pode depois ser eliminada no espaço ou reciclada para se tornar água potável para uso na missão.

Quanto às fezes, o processo é parecido com o da urina. O astronauta, homem ou mulher, deve sentar no vaso colocando sobre as coxas barras de estabilização, as quais estão ligadas as laterais do vaso sanitário. No momento da evacuação, como no caso da urina, e ligada à sucção que 'puxa' as fezes para o interior do vaso. Elas depois são eliminadas no espaço.

Esses dejetos podem, em determinados estudos relativos à fisiologia humana no espaço, ser trazidos à Terra para que sejam analisados. Nestes casos, elas não são eliminadas no espaço.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CRACK - NEM PENSAR

Britânicos lançam pesquisa de células-tronco para coração

A BHF (Fundação Britânica do Coração) lançou nesta terça-feira um projeto de cerca de US$ 80 milhões (R$ 133 milhões) para investigar o potencial das células-tronco para regenerar tecidos cardíacos e "remendar corações partidos".

Os cientista envolvidos esperam que em uma década possam desenvolver drogas experimentais que levem à regeneração do coração --capacidade que alguns animais, como o peixe-zebra, possuem naturalmente.

"Cientificamente, remendar corações partidos é uma meta alcançável, e realmente podemos fazer a recuperação de um ataque cardíaco ser tão simples como a de uma perna quebrada", disse Peter Weissberg, diretor-médico da BHF, num evento em Londres para lançar uma campanha de arrecadação de recursos.

No ano passado, cientistas dos EUA relataram uma experiência na qual transformaram células cardíacas estruturais em células com batimento. Para isso, identificaram genes que, num embrião em desenvolvimento, transformam uma célula imatura em uma célula com batimento (cardiomiócito).

Uma das equipes britânicas, comandada por Paul Riley, do Instituto de Saúde Infantil do University College London, já descobriu uma proteína natural, chamada timosin-beta-4, que participa do desenvolvimento do tecido cardíaco.

Ele disse que os pesquisadores já tiveram algum sucesso no uso dessa proteína para "acordar" células conhecidas como células epicardiais em ratos com problemas cardíacos.

"Esperamos encontrar moléculas similares ou componentes semelhantes a drogas que possam estimular ainda mais essas células", disse ele a jornalistas no evento.

Outra equipe, do Imperial College de Londres, vai trabalhar com um grupo de raras células-tronco latentes, que podem ser "colhidas" e cultivadas em laboratório.

Essas células são muito ativas em corações em fase de desenvolvimento, e podem se transformar em um tecido funcional novo. Mas algo nelas "desliga" assim que a pessoa nasce, o que significa que o coração se torna incapaz de reparar eventuais danos, segundo Michael Schneider, chefe da equipe.

Seus pesquisadores buscarão formas de reativar as células de maneira controlada e segura, para que consigam reparar tecidos cardíacos danificados, mas sem crescer descontroladamente.

"Uma estratégia seria administrar uma droga que ativaria esse tipo de processo", disse ele, acrescentando que isso "exige mais conhecimento sobre quais sinais ativam essas células".

Weissberg afirmou que, se a pesquisa tiver o sucesso esperado, um dia será possível reduzir ou até eliminar a necessidade de transplantes para pacientes com corações danificados.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Técnica pode 'desligar' estresse no cérebro


Pesquisas recentes indicam que é possível modificar a estrutura cerebral de forma a reduzir os impactos do estresse a partir de técnicas de meditação.
Para verificar isso, a BBC convidou o britânico Todd German, funcionário de um parque temático de vida marinha na Inglaterra, a participar de um curso sobre o estado de "atenção plena", alcançado por meio da meditação.
Todd German afirmou que gostaria de tentar a meditação porque enfrenta dificuldades de sono. Pessoas que meditam seriam capazes de 'desligar' as preocupações ou pensamentos negativos.
Após uma semana de testes, German afirmou não ter se convencido totalmente, mas admite que a técnica permite se desligar um pouco, limpar a cabeça e também sentir a calma se transferir para o corpo.
Procurada pela BBC, a pesquisadora Elena Antanova, especialista em estudos sobre o cérebro da universidade londrina King's College, afirmou ser possível mudar a configuração do órgão voluntariamente por meio da meditação, afastando os efeitos danosos do estresse.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Robôs ajudam pessoas com paralisia



Agora, um novo estudo usa robôs para adicionar uma entrada sensorial nessas interfaces. Os pesquisadores mostraram que isso permitiu que macacos movessem um cursor em uma tela com mais rapidez e precisão.

Segundo os pesquisadores, muitos pacientes que são portadores de deficiência motora têm uma resposta sensorial parcial. Assim, adicionar robôs poderia fornecer esse tipo de sensação.

Para se beneficiar desta solução, o paciente paralisado deve ter ainda alguma informação sensorial nos membros, apesar da perda da função motora. Essa é uma ocorrência comum, especialmente em pacientes com esclerose lateral amiotrófica ou lesão medular incompleta.

Para testar a teoria, os pesquisadores equiparam dois macacos com “mangas de camiseta robóticas” que se ajustam ao longo dos braços dos animais. Os macacos realizaram a tarefa de mover um cursor em uma tela, primeiro simplesmente usando seus olhos e, em seguida, usando o movimento que o braço robótico acrescentou. O braço-robô que pode ser vestido foi usado para que o paciente “sinta” a posição e o movimento do cursor com o braço.

Os pesquisadores mediram o tempo que os macacos levaram para alcançar seu destino com o cursor e a retidão do caminho percorrido pelo cursor em ambos os casos. O resultado: com o braço robótico, os macacos foram 40% mais rápidos e o caminho cursor foi 40% mais reto.

Os cientistas têm esperanças de que os robôs sejam usados pelos que sofrem de paralisia. Os sinais do cérebro poderiam ser utilizados para mover o robô, assim o paciente pode interagir com o mundo exterior e, ao mesmo tempo, ter uma resposta sinestésica.

FAZENDO UMA VIAGEM NO INTERIOR DE UMA CÉLULA

Yahoo coloca jogos em pontos de ônibus


Uma parceria entre o Yahoo!, a agência municipal de transportes de São Francisco (EUA) e a Clear Channel deu um novo olhar para os pontos de ônibus da cidade. Foram instaladas telas touch screen em 20 paradas, onde quem aguarda o coletivo pode se distrair com jogos variados.
A ação comporta uma competição entre bairros. Quando o morador se cadastra para jogar, ele escolhe uma região e passa a ser representante dela, então encontra um adversário de outra localidade para enfrentar.
São várias opções de jogos multiplayer, entre quebra-cabeças e enigmas. E o bairro que acumular 100 pontos levará como prêmio um show gratuito, no dia 28 de janeiro, da banda Ok Go, que esteve no Brasil recentemente para participar do VMB 2010.
Além de entreter os viajantes, a nova plataforma se mostra mais uma oportunidade para marcas capturarem a atenção dos consumidores. E numa condição privilegiada, em que a chance de reter a atenção é grande devido ao tédio da espera do coletivo.