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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Sobre o "Ebola"



Este ano foi registrado um novo surto deEbola na África Ocidental nos países como Serra Leoa, Guiné e Guiné Equatorial. De acordo com informações disponíveis na Wikipedia, é a primeira vez que um surto aparece na África Ocidental - que esteve sempre na África Central.
Saiba mais sobre o Ebola: A infecção pelo vírus ebola produz febre hemorrágica. A incubação pode durar de 2 a 21 dias. O vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático onde causa danos significativos. A lise (destruição) das células endoteliais dos vasos sanguíneos leva às tromboses e depois hemorragias.
Os primeiros sintomas são inespecíficos como febre alta, dores de cabeça, falta de apetite, e conjuntivite (inflamação da mucosa do olho). Alguns dias mais tarde surgem diarreia, náuseas e vômitos (por vezes com sangue), seguidos de sintomas de insuficiência hepática, renal e distúrbios cerebrais com alterações do comportamento devido à coagulação intravascular disseminada com enfartes nos órgãos. O estágio final é devido ao esgotamento dos fatores sanguíneos da coagulação, resultando em hemorragias extensas internas, edema generalizado e morte por choque hemorrágico. As fezes são geralmente pretas devido às hemorragias gastrointestinais e poderá haver ou não sangramento do nariz, ânus, boca e olhos. Dependendo da sua estirpe, há casos de hemorragias na derme, ocasionando o sangramento pelos poros do corpo. A morte surge de 1 dia a duas semanas após o inicio dos sintomas.
A taxa de mortalidade da doença e o tempo para o falecimento de uma pessoa dependem da estirpe do vírus e do estado de saúde das populações afetadas. Em geral, o ebola mata suas vítimas em poucos dias, podendo levar até 9 dias, e a mortalidade pode variar de 50% a 90%.
O diagnóstico é feito pela observação direta do vírus com microscópio eletrônico em amostra sanguínea ou por detecção com imunofluorescência de antigênios.
Não há vacina, cura, nem tratamentos eficazes. Os doentes devem ser postos em quarentena e os familiares devem ser impedidos de ter qualquer forma de contato com o doente, ou mesmo de tocar o corpo após o falecimento. Devem ser administrados cuidados básicos de suporte vital como restabelecimento de eletrólitos e fluidos perdidos, além de possíveis tratamentos paliativos.


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