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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

? A guerra ao glúten ?


Não coma trigo. Este é o único, rigoroso mandamento para uma dieta livre de glúten, uma ideia que já conquistou inúmeros adeptos pelo mundo.
Para as cerca de uma em 100 pessoas que sofrem de uma patologia grave chamada de doença celíaca, caracterizada pela intolerância ao glúten, esta é uma ordem médica indiscutivelmente sábia. Especialistas, entretanto, vêm dizendo que há outra condição relacionada ao glúten que não a doença celíaca. Em 2011, um painel de especialistas reunidos em Oslo criou um termo médico para esta doença: sensibilidade não-celíaca ao glúten.
O que eles ainda não sabem é quantas pessoas têm essa intolerância, quais são seus efeitos a longo prazo, ou até mesmo como identificá-la de forma confiável. Na verdade, eles não sabem quase nada sobre a doença.
A definição é menos um diagnóstico do que uma descrição – alguém que não tem doença celíaca, mas cuja saúde melhora com uma dieta livre de glúten e piora novamente se o glúten é reintroduzido. Essa condição poderia até mesmo ser mais do que uma doença.
“Nós não temos a menor ideia neste momento”, declarou Stefano Guandalini, diretor médico do Centro de Doença Celíaca da Universidade de Chicago.
Muitos defensores de dietas sem glúten alertam que a sensibilidade não celíaca ao glúten é uma epidemia invisível que está minando a saúde de milhões de pessoas. Eles acreditam que evitando o glúten – uma composição de amido e de proteínas que se encontram em certos cereais tais como trigo, cevada e centeio – ganham energia e aliviam doenças crônicas.
Outros veem a popularidade de alimentos sem glúten como apenas um modismo recente, destinado a desaparecer como a dieta Atkins e a vilanização de carboidratos de uma década atrás.

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