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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O fim do carro elétrico?


  
Pouco mais de vinte carros com células de combustível sob o capô (em vez do mais comum pacote de baterias sob  o piso) têm circulado ao longo dos últimos 3 anos. A maioria desses são modelos FCX Clarity da Honda, todos na mesma cor carmim intenso. Alguns outros são peruas F-Cell produzidas pela Mercerdes-Benz. Esses veículos experimentais são alugados para usuários selecionados para períodos de testes enquanto seus fabricantes observam como tais carros movidos a hidrogênio sobrevivem no ambiente do tráfico urbano.
Até agora, a maior parte deles parece ter se adaptado muito bem. No entanto, mais cedo ou mais tarde eles têm que voltar a algumas das estações de reabastecimento de hidrogênio abertas ao público em grandes cidades americanas (Los Angeles tem 5). As economias de escala e o avanço da tecnologia dos veículos de células de combustível os tornarão uma alternativa mais atraente aos carros de hoje em dia, mas só se as unidades de abastecimento de hidrogênio se tornaram mais comuns. Mas, além da questão ovo-ou-galinha, a fábrica e equipamentos necessários para a produção, distribuição e armazenamento de hidrogênio são extraordinariamente caros. A pergunta então é se há um modo mais eficiente de empacotar eletricidade para o uso veicular além do carregamento de baterias ou da produção de hidrogênio pela eletrólise de água.
As opiniões cada vez mais se concentram sobre o ar líquido (ou, mais especificamente, o componente de nitrogênio que compõe 78% do ar). A grande diferença é que um carro de nitrogênio líquido tem mais chances de ter um processo de produção consideravelmente mais barato do que um veículo elétrico. Já que não tem que aquentar altas temperaturas, tais carros poderiam ser fabricados com ligas metálicas baratas ou até mesmo plástico.
Outra razão é que, uma vez que tal carro não precisaria de baterias de tração pesadas, ele seria mais leve e ainda mais barato que um veículo elétrico. Um carro de nitrogênio com uma potência e desempenho equivalentes poderia ser vendido por pouco mais da metade do preço de um carro elétrico. Ainda que pareça distante, o nitrogênio parece ter mais chances de ocupar o lugar que se esperava ser do hidrogênio na indústria automobilística.

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