domingo, 28 de novembro de 2010

Código de barras em embriões


Identificar embriões congelados não é tarefa simples: além deles serem muito parecidos, não existe caneta para escrever neles. Mas pesquisadores da Universitat Autònoma de Barcelona inventaram uma maneira prática de identificá-los: um código de barras que pode ser colocado em um embrião sem prejudicar o seu desenvolvimento.

Estes códigos de barras podem ajudar pesquisadores e clínicas de fertilização a identificar cada embrião - ou mesmo o ovócito que o precede - individualmente, facilitando a seleção, acompanhamento e até o estoque de embriões congelados. As etiquetas são feitas de silício, e por enquanto devem ser lidas pela observação em um microscópio comum - o próximo passo da pesquisa é a criação de um equipamento que leia automaticamente os códigos.

A etiqueta é inserida logo abaixo da zona pelúcida, sendo eliminada com ela quando o embrião se prende ao útero. Mas para que essa eliminação seja ainda mais garantida, os cientistas estudam uma maneira de prender o código do lado de fora da zona pelúcida.

Até agora as etiquetas foram inseridas somente em embriões de camundongos, mas o governo catalão já autorizou o que procedimento experimental seja empregado em clínicas de fertilização.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Saturno tem lua com atmosfera composta de oxigênio e gás carbônico


Astrônomos da Nasa descobriram que há oxigênio e gás carbônico em Réia, uma das luas de Saturno. A detecção da existência de atmosfera nas luas de Jupiter Ganímedes e Europa, pelo telescópio Hubble, parecia implicar que havia a possibilidade de existir algo semelhantes nas luas geladas de Saturno. Em Titã, a suspeita foi confirmada. Como Réia é a segunda maior lua em massa de Saturno (atrás apenas de Titã) e tem gravidade suficiente para evitar que uma atmosfera se desmantele pelo espaço, os astrônomos viam nela uma forte candidata a ter a sua atmosfera também.

A sonda Cassini tentou repetidamente medir de longe a existência de uma atmosfera em Réia e não detectou nada, mas quando chegou mais perto em 2005 e 2007 percebeu que poderia existir uma usando outra forma de medição. Apenas este ano, no entanto, ela conseguiu coletar fisicamente as moléculas da atmosfera, analisá-las e confirmar que, sim, há uma atmosfera em Réia e ela tem oxigênio e gás carbônico. “Ela era muito fina para ser detectada de forma remota”, explicou ao Benjamin Teolis, do Instituto de Pesquisa do Sudeste, nos Estados Unidos, que liderou o trabalho publicado na revista Science desta quinta.

A descoberta sugere que este tipo de atmosfera pode ser comum no sistema solar. Há diversas outras luas geladas em Saturno e Urano que têm massa suficiente para evitar que a atmosfera escape de suas gravidades e que estão sujeitas ao bombardeamento de íons e elétrons que geram o tipo de atmosfera encontrado em Réia. “Este bombardeamento quebra a superfície das moléculas de água, produzindo oxigênio e possivelmente dióxido de carbono [gás carbônico], se houver moléculas orgânicas e outros minerais com carbono presente”, afirmou Teolis. A presença de oxigênio, no entanto, não faz de Réia uma candidata a sustentar a existência de seres vivos. “Ela é muito fria e não tem a água líquida necessária para a existência de vida como a conhecemos”, completou Teolis.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O universo está se expandindo


Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature usou noções simples de geometria para confirmar que o universo é plano, explicar porque ele está se expandindo e que a energia escura dele coincide com a chamada “constante cosmológica de Einstein” – uma constante que o gênio alemão chegou a chamar de o maior erro de sua vida. “As equações de Einstein preveem que há uma relação íntima entre a energia do universo e sua geometria. No nosso caso foi como resolver um exercício de geometria usando o céu como papel”, explicou Christian Marinoni, co-autor do artigo juntamente com Adeline Buzzi, ambos da Universidade de Provence, na França. A precisão do método geométrico surpreendeu até Marinoni. “Aplicando a técnica a uns poucos sistemas binários de galáxias conseguimos limitar a abundância e natureza da energia escura de forma precisa”.

Entender a natureza da energia escura não é apenas um exercício de físicos, ele explica da onde vem a força que faz o universo se expandir. “A gravidade desacelera a expansão do universo (…) A taxa de expansão dele, porém, está acelerando e isso requer um componente do universo que repulse a gravidade, um papel que se imagina seja feito pela energia escura”, afirmou Alan Heavens, do Instituto de de Astronomia da Universidade de Edinburgo, na Escócia, em artigo que acompanhou publicado na revista especializada Nature.

A técnica utilizada por Marinoni e Adeline consistiu em analisar pares de galáxias distantes que orbitam uma em torno da outra. “Somente se escolhermos o conteúdo e a geometria correta do universo, no cálculo da orientação do par elas parecerão igualmente distribuídas”, explica Heavens. E os cálculos não foram complicados -- foram usados os conceitos mais básicos de geometria, propostos por Euclides há 2000 anos. "Pudemos aplicar geometria euclidiana para resolver problemas de geometria no espaço tridimensional. isso também significa que que o espaço é infinito em sua extensão”, completa Marinoni.

domingo, 21 de novembro de 2010

A antimatéria ?


Conceitos que pareciam restritos a livros e filmes de ficção científica e às histórias em quadrinhos estão cada vez mais próximos da realidade. Recentemente, físicos conseguiram feitos, ou pelo menos acreditam estar próximos deles, com algumas das maiores "loucuras" da Ciência, como a antimatéria, outras dimensões, a capa da invisibilidade e a maior temperatura já atingida.

Antimatéria

Nesta semana, pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), em Genebra, afirmam ter capturado, pela primeira vez, 38 átomos de anti-hidrogênio. A captura durou apenas um sexto de segundo, mas foi tempo suficiente para estudar as estruturas dessas partículas.

Não é a primeira vez que átomos de anti-hidrogênio são produzidos - a primeira foi em 2002 -, na verdade, a produção de pósitrons (o "antielétron") e antiprótons até é comum, mas, anteriormente, eles eram destruídos instantaneamente. Com a primeira captura, os físicos acreditam que poderão comprovar alguns dos princípios da física que antes eram impossíveis de serem atingidos.

Mas, o que é a antimatéria? Ela é uma espécie de "espelho" da matéria normal. Uma antipartícula tem massa idêntica à da sua correspondente, mas carga elétrica inversa. As leis da Física não fazem distinção entre as duas e quantidades iguais de ambas podem ter sido criadas na origem do Universo - o que leva a um dos principais questionamentos da ciência: por que a parte imensamente maior do Universo é constituída de matéria normal? Os pesquisadores pretendem agora criar mais desses átomos e capturá-los por um tempo maior para entender esta e outras questões.

Outras dimensões

Físicos já criaram teorias sobre a existência de outras dimensões. Contudo, os pesquisadores do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) afirmam que provas da existência dessas dimensões devem existir já em 2011.

Guido Tonelli, porta-voz de uma das equipes ligadas ao LHC, disse que a investigação sobre as dimensões adicionais - além da altura, largura, comprimento e tempo - se tornará mais fácil conforme aumentar a energia resultante das colisões de prótons dentro do túnel circular de 27 km sob a fronteira franco-suíça. 

Esse entusiasmo dos cientistas ocorre após oito meses de colisões de partículas no LHC - que é o maior experimento científico do planeta - e os resultados empolgam os pesquisadores. "Um ano atrás, seria impossível para nós adivinhar que a máquina e as experiências resultariam em tanta coisa tão rapidamente", disse Fabiola Gionotti, porta-voz de outra equipe, em relatório divulgado no site do instituto. "Estamos produzindo novos resultados o tempo todo".

Capa da invisibilidade

O que antes parecia restrito ao Harry Potter ou ao Space Ghost está cada vez mais próximo do ser humano comum - e até dos ladrões. Há alguns anos cientistas estudam e criam capas invisíveis, mas nesta semana físicos britânicos dizem estar próximos da criação de uma que manipula a luz no tempo e espaço.

Pesquisadores do Imperial College de Londres já haviam demonstrado que os metamateriais, cuja superfície nanométrica interfere com a luz em comprimentos de onda específicos, são capazes de desviar a luz ao redor do objeto, tornando-o invisível, mas apenas em cores específicas do espectro - por exemplo, o material poderia ficar invisível em infravermelho, mas não no espectro de cor visível ao ser humano. 

Mas os físicos desta mesma universidade britânica têm uma teoria que vai além da ficção: tornar uma ação invisível durante um certo lapso de tempo, fazendo a luz desaparecer em um "vácuo espaço-temporal" por meio dos metamateriais. 

"Normalmente, a luz perde velocidade quando penetra em um material, mas é teoricamente possível manipular os raios luminosos de tal forma que parte deles se acelerem, enquanto os demais são retardados", disse o professor Martin McCall no estudo que será publicado no Journal of Optics.

A parte da luz acelerada chegaria assim antes do ato, enquanto a parte mais lenta chegaria depois da ação. Ao dividir assim a luz e recompô-la "sem deixar vestígios", a ação ficaria literalmente invisível a qualquer observador, afirmou McCall. "Sobre alguém que caminha por uma calçada, a impressão de um observador distante seria a de que a pessoa desaparece e reaparece mais à frente, criando a ilusão de um teletransporte, como em Star Trek" (Jornada nas Estrelas), a famosa série de TV. 

A 10 trilhões de °C, acelerador cria "mini big bangs" e novo estado da matéria

Outro feito do LHC: o acelerador de partículas começou a colidir, no último dia 7, átomos pesados - no caso, de chumbo - em vez da atual colisão de prótons. O resultado foi a produção de "mini big bangs" que atingiram 10 trilhões de °C. 

Além das reproduções do hipotético evento que criou o Universo, o colisor também pode ter criado um novo estado da matéria (o plasma de quark e glúons), ao derreter o núcleo dos átomos, que pode comprovar ou desmentir algumas das mais importantes teorias da física.

Mão na perna


A chinesa Ming Li, de nove anos, caminhava para a escola quando teve sua mão esquerda decepada ao ser atropelada por um trator. Os médicos chineses acreditaram que a mão poderia ser salva, mas o braço estava muito machucado para que o implante fosse feito com sucesso. Para que os tecidos da mão não morressem, os médicos enxertaram o órgão em uma das pernas da garota. 

 

A mão de Ming Li só foi implantada de volta em seu braço três meses após o acidente, quando os médicos avaliaram que o tecido não sofreria rejeição por causa do ferimento.

O médico Hou Jianxi, porta-voz do hospital de Zhengzhou, local do acidente, afirma que o transplante da mão de volta para o braço foi bem sucedido. "Quando ela chegou ao hospital, a mão estava completamente fora de seu braço. Era muito assustador", disse ele, em entrevista ao jornal Zhoukou Evening Post. 

 

Segundo o médico, citado em reportagem do Orange News, ela já consegue mexer o pulso e o sangue voltou a circular normalmente no braço e na mão. "Com a terapia e mais algumas cirurgias de reparação, Ming Li será capaz de fazer a maioria das atividades sem problemas", disse Jianxi.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Geneticista brasileiro descobre substância que retarda envelhecimento


Há quase um século já se sabia que dietas pouco calóricas reduziam o envelhecimento de animais. No entanto o motivo nunca foi muito claro. Mas pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, liderados por um geneticista brasileiro, conseguiram finalmente explicar a relação entre o envelhecimento e uma menor ingestão de alimentos: o corte calórica ativa a produção da Sirt3, uma enzima na mitocôndria, que por sua vez, diminui a quantidade de radicais livres. A descoberta vai gerar novos estudos em busca de novas drogas que possam retardar o envelhecimento.

“Finalmente estamos identificando o que media o envelhecimento. Ainda não descobrimos a poção da juventude, precisamos saber se o efeito da Sirt3 vai ser tão dramático em outros tecidos como o cardíaco, cerebral e da pele”, disse ao iG Tomas Prolla, brasileiro, professor do departamento de genética da universidade e autor do estudo a ser publicado na próxima edição da revista científica Cell.

A Sirt3 pertence a grupo das enzimas sirtuinas, que têm sido apontadas em estudos anteriores como chave no processo de envelhecimento, regulando a transcrição de genes, morte celular programada e resistência ao estresse em situações com pouca caloria. Nos mamíferos, incluindo humanos, há sete sirtuinas que parecem ter forte influência no envelhecimento.

O estudo é o primeiro a provar os efeitos do envelhecimento observados em situações de restrição de calorias. A Sirt3 age na mitocôndria, estrutura celular que produz energia e que é fonte dos chamados radicais livres - que destroem as células e promovem os efeitos do envelhecimento. A pesquisa do grupo de Prolla mostrou que quando esta a célula está em condições de baixa caloria, a enzima tem seus níveis ampliados, o que interfere no metabolismo celular e resulta em menor produção de radicais livres pela mitocôndria.

Em testes de laboratório com ratos foram estudados dois grupos: um normal e outro geneticamente alterado para não produzir a Sirt3. Todos os animais sofreram redução de 25% das calorias em suas dietas. Mas só aqueles que apresentavam a enzima tiveram prolongamento de 40% em relação à expectativa de vida. Para isso, o grupo mediu a capacidade auditiva dos ratos – com a idade, assim como os humanos, os roedores tendem a perder a audição. Nos ratos que produziam maiores quantidades de Sirt3 por causa da restrição de calorias, ela não se alterava ao longo do tempo.

De acordo com Prolla, o próximo passo da pesquisa é construir animais com várias cópias da enzima e analisar o comportamento de sua ativação em outros tecidos. "Ninguém consegue viver bem por muito tempo com redução calórica de 25%, por exemplo. O que a gente quer na verdade, é criar substâncias sintéticas ou naturais que ativem esta enzima e consequentemente inibam a oxidação das células", disse.

ANATEL:
SMS PODERÁ SER USADO PARA SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA


Usuários de telefonia celular de todo o País poderão acionar órgãos de segurança pública, como Polícia Militar e Corpo de Bombeiros enviando gratuitamente mensagens de texto pelo celular (SMS). O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira (18) a proposta que altera o regulamento do serviço de telefonia móvel para permitir a implantação desse mecanismo. O texto será submetido a consulta pública pelo prazo de 20 dias.

Segundo a conselheira Emília Ribeiro, autora da proposta, a ideia é que a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros possam atender com segurança os chamados de socorro e emergência por mensagem de texto. "Os grandes beneficiários são os portadores de necessidades especiais", afirmou.

Uma das pendências, segundo a conselheira, é que as empresas vão ter de se adequar para fazer a identificação de onde a pessoa está, evitando assim a ocorrência de trotes. Isso porque as ligações de celular são direcionadas para a estação radiobase mais próxima, o que não acontece com as mensagens de texto.

Pela proposta, o artigo 19 do regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP) passa a ter mais dois parágrafos.

O parágrafo terceiro, que determina à prestadora, após solicitação dos responsáveis pelos serviços públicos de emergência, encaminhar, respeitadas as limitações tecnológicas e para um único local por área de registro, definido em conjunto com o responsável pelo serviço público de emergência, as mensagens de texto de seus usuários destinadas ao respectivo serviço público de emergência. O parágrafo quarto do mesmo artigo, por sua vez, ressalta que não será devido qualquer tipo de remuneração às prestadoras envolvidas nas chamadas ou nas mensagens destinadas aos serviços públicos de emergência. A consulta pública será iniciada após a publicação da proposta no Diário Oficial da União.

Perna biônica


Uma empresa apresentou nesta quinta-feira em um centro médico de San Antonio, nos Estados Unidos, uma perna biônica que, segundo a corporação, restaura a funções motoras perdidas do membro inferior. As informações são da agência AP.

Segundo a empresa, o sistema da PowerFoot BiOM restaura os movimentos do pé, tornozelo e panturrilha da perna amputada e ajuda a impulsionar o paciente durante a caminhada.

Postura certa no computador

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Partícula bóson de Higgs realmente existe ?


Cientistas que operam a "máquina do Big Bang" dizem que suas experiências estão transcorrendo além das expectativas, e que preveem obter no ano que vem provas da existência de outras dimensões além daquelas às quais estamos acostumados.

Analisando os resultados de quase oito meses de experiências no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), que é a maior máquina do mundo, os cientistas do Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) disseram também que poderão determinar até o final de 2011 se a misteriosa partícula chamada bóson de Higgs realmente existe ou não. Essa partícula nunca foi localizada, mas acredita-se que ela forneça a "cola" que dá massa à matéria.

Guido Tonelli, porta-voz de uma das equipes ligadas ao LHC, disse que a investigação sobre as dimensões adicionais - além da altura, largura, comprimento e tempo - se tornará mais fácil conforme aumentar a energia resultante das colisões de prótons dentro do túnel circular de 27 quilômetros sob a fronteira franco-suíça.

Outros físicos do Cern dizem que o êxito até agora sugere que alguns grandes enigmas do universo podem ser ao menos parcialmente resolvidos antes do que se previa.

"Um ano atrás, seria impossível para nós adivinhar que a máquina e as experiências resultariam em tanta coisa tão rapidamente", disse Fabiola Gionotti, porta-voz de outra equipe, em relatório divulgado no site do instituto. "Estamos produzindo novos resultados o tempo todo."

O LHC, cuja construção custou 10 bilhões de dólares, envolve cientistas e centros de pesquisas de 34 países, e entrou em operação plena em 31 de março. Dentro do túnel, prótons são submetidos a colisões a velocidades próximas à da luz, com crescente energia, simulando assim o Big Bang, explosão primordial que deu origem ao universo 13,7 bilhões de anos atrás.

No começo deste mês, os cientistas começaram a usar íons de chumbo nas colisões, criando temperaturas 1 milhão de vezes superiores à do núcleo solar.

As colisões de íons, criando um amálgama apelidado de plasma de quark-gluon, oferecem aos pesquisadores uma outra maneira de observarem o que aconteceu no primeiro nanossegundo após o Big Bang, e a primeira matéria gerada após aquela violenta explosão.

Em 6 de dezembro, o LHC será fechado para manutenção e para evitar que, no auge do inverno, a máquina "sugue" a energia a ser distribuída pelas redes elétricas da Franca e Suíça.

A máquina será religada em fevereiro, e funcionará novamente a plena potência, com prótons, até o final do ano, quando voltará a parar até 2013, enquanto os engenheiros preparam o LHC para funcionar com o dobro de energia a partir do final da década.