segunda-feira, 6 de setembro de 2010

QUAL É O MENOR HOMEM DO MUNDO ?



Um colombiano de 24 anos que mede apenas 70cm foi considerado o "menor homem vivo do mundo", de acordo com o Guinness World Records




Edward Hino Hernandez pesa apenas dez quilos. Hernandez, que trabalha como dançarino para algumas lojas na Colômbia, disse que "se sente feliz por ser singular". Ele só reclama que as pessoas estão sempre tentando tocá-lo ou levantá-lo.



Hernandez parou de estudar quando estava na oitava série e agora pretende atuar em um filme, no papel de um traficante de drogas.



A mãe do colombiano afirma que ele não cresceu nada desde os dois anos de idade. Segundo ela, os médicos nunca conseguiram explicar por que ele só cresceu 40cm desde que nasceu.

Até completar três anos de idade, Hernandez foi tema de um estudo da Universidade Nacional, da Colômbia. O irmão de Edward, Miguel, também é anão, medindo apenas 93cm aos 11 anos de idade.

O colombiano pode perder o título no próximo mês, quando um adolescente no Nepal completará 18 anos. Khagendra Thapa Magar mede apenas 56 centímetros de altura.



Caso ele não cresça até seu aniversário, ele se tornará o menor homem do mundo em todos os tempos, segundo os recordes compilados pelo Guinness World Records.

Até o momento, o título pertence ao indiano Gul Mohammed, que tinha apenas 57 centímetros. O indiano morreu há 13 anos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Esqueleto de 10 mil anos pode mudar teoria sobre ocupação do continente

A Península de Yacután, no México, é conhecida por ter sido o palco de uma grande explosão provocada por um meteoro, que teria eliminado os dinossauros da face da Terra. Uma nova descoberta destaca a importância científica do local — mas, dessa vez, a antiga cidade maia revela a história de outro animal surgido há 150 mil anos, muito tempo depois que os grandes répteis foram extintos: o Homo sapiens.

Cientistas do Instituto Nacional de Antropologia e História anunciaram a descoberta de um dos esqueletos humanos mais antigos da América. Ele viveu na era do gelo, há mais de 10 mil anos, e foi resgatado de uma caverna inundada na Península de Yacután. De acordo com os pesquisadores, o fóssil vai revelar novos dados sobre o povoamento do continente americano. Pelo pouco desgaste do esmalte dos dentes, os cientistas afirmam que se tratava de um jovem.

Durante três anos, a equipe do biólogo Arturo González, diretor do Museu do Deserto de Coahuila, trabalhou in loco para retirar a ossada sem que nenhum material se perdesse. Também participaram dos trabalhos os espeleólogos Eugenio Acévez, Jerónimo Avilés e Luis Martínez, do Instituto da Pré-História da América.

O Jovem de Chan Hol, que recebeu esse nome em referência à caverna onde foi encontrado, estava em uma caverna de 542m de largura e 8,3m de profundidade, onde abundam estalagmites e por onde só se chega através de labirintos intrincados, também inundados e completamente escuros. Os antropólogos que analisaram a ossada acreditam que o corpo foi colocado na caverna em uma cerimônia funerária realizada no fim do Pleistoceno , quando o nível do mar era 150m mais baixo do que hoje.

De acordo com o estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Antropologia e História do México, 60% do esqueleto foi resgatado, com ossos representativos das quatro extremidades do corpo, vértebras, costelas, crânio e vários dentes. Os antropólogos ficaram impressionados com o estado de conservação dos restos mortais, já que, quando se fala de exemplares de 10 mil anos, geralmente encontram-se apenas o crânio e a mandíbula e, com sorte, entre 20% e 30% da ossatura.

Migrações

Juntamente aos esqueletos da Mulher de Naharon, a Mulher das Palmas e o Homem do Tempo, descobertos também no interior de cavernas inundadas próximas a Tulum recentemente, o Jovem de Chal Hol é uma peça-chave para se entender o povoamento da América, já que fortalece a hipótese de que o continente foi povoado a partir de várias migrações provenientes da Ásia.

Segundo Arturo Gonzáles, um especialista em paleobiologia, as quatro ossadas revelam migrações procedentes do sudeste asiático, anteriores às conhecidas até agora, como os grupos clóvis, que chegaram à América a partir do norte asiático, também pelo Estreito de Bering, no fim da era do gelo. “Nossas descobertas comprovam que os ossos coletados nessas cavernas pertencem a indivíduos de grupos pré-clóvis, e se encaixam dentro dos escassos restos humanos do Pleistoceno Tardio americano, cujas características físicas assemelham-se às das pessoas do centro e do sul da Ásia, sugerindo diversas migrações em direção ao continente americano”, disse Gonzáles na pesquisa.

A forma como o Jovem de Chan Hol foi encontrado também despertou o interesse dos pesquisadores. Ele estava com as pernas flexionadas para o lado esquerdo e os braços estendidos em ambos os lados do corpo. Para os cientistas, trata-se de mais uma “interessante novidade a ser estudada”, já que, até hoje, nunca se encontrou um esqueleto em postura similar. Os ossos do Jovem de Chan Hol devem ficar vários meses intocados, para se consolidarem, antes de submetidos a exames que possam determinar com mais precisão sua idade, sexo, causa mortis e idade que tinha ao morrer. Os cientistas também pretendem examinar a composição, densidade e estrutura dos ossos, por meio de tomografias.

Acaso

A história do Jovem de Chan Hol começou em 2006, quando um casal de espeleólogos alemães descobriu o esqueleto quando exploravam a caverna de Chan Hol, que significa “olho pequeno” em maia. Até então, a caverna era um local muito desconhecido, e o que os alemães faziam era acrescentar mais tramas da chamada “linha da vida”, ou seja, a corda guia que os mergulhadores usam para não se perderem.

Ao avistar o esqueleto, o casal avisou o Instituto Nacional de Antropologia e História do México, em Quintana Roo, e imediatamente começaram as pesquisas. Levar o Jovem Chan Hol até a superfície não foi fácil. Desde que os alemães o encontraram, foram necessários três anos de estudos arqueológicos e de antropologia física in loco, até o dia em que foi possível tirá-lo do local com riscos mínimos de danificação. Os estudos incluíram o registro fotográfico e em vídeo de cada parte do esqueleto e do ambiente ao redor. Foram necessários pelo menos 50 mergulhos para investigar tudo o que poderia ocorrer quando a ossada fosse movida, porque cada centímetro dos ossos — e seu contexto — significam uma peça irrecuperável no quebra-cabeças de uma história milenar.

Segundo Arturo Gonzáles, durante a era do gelo, a Península de Yacután deveria ser um grande deserto. Com as mudanças climáticas, virou uma selva. Os homens que faziam parte do grupo do Jovem de Chan Hol provavelmente usavam as cavernas para se refugiar das intempéries e buscar água filtrada pelas pedras. Desde 2002, os pesquisadores encontram evidências desse tipo de vida: ferramentas de pedra, fogueiras, restos de animais extintos do período Pleistoceno, além de outros três esqueletos humanos em situações similares à do Jovem de Chan Hol já foram descobertos. Agora, com o novo achado, há indícios de que as cavernas também eram usadas para enterrar mortos, já que a posição dos ossos não corresponde a um modo natural, mas de uma forma que sugere a existência de um ritual funerário.

1 - Era do gelo

Também conhecido como a era do gelo, o Pleistoceno é uma época geológica da Era Cenozoica, que durou entre 2 milhões de anos a 12 mil anos atrás. Nesse período, surgiu o homem moderno que, no fim do Pleistoceno, já dominava o mundo.


domingo, 29 de agosto de 2010

Memória RAM à base de água


O intuito das tecnologias de maneira geral é compor sistemas que saciem a necessidade dos usuários por informações, sejam elas de cunho profissional, educacional ou entretenimento. O desenvolvimento tecnológico computacional é impulsionado pela ânsia das pessoas em adquirirem conhecimentos, a cada dia que passa, em menor tempo.


A memória RAM, por ser um dos recursos cruciais para que um computador execute aplicativos com efetividade, tem sido aperfeiçoada constantemente. Mas o foco de desenvolvimento passou da capacidade de armazenamento (memória volátil de 512 MB, 2 GB e assim por diante) para a velocidade de transmissão dos pacotes de bits (medida em frequência, como 400 MHz, 1066 MHz e 1600 MHz).


Esse contexto promove o investimento e desenvolvimento de componentes eletrônicos cada vez mais potentes, como é o caso da Kingston com a sua linha HyperX H2O – pentes de memória com até 6 GB e 2000 MHz. Porém, esse drástico aumento na frequência da troca de dados tem um efeito colateral para o equipamento: o superaquecimento.


Mas como chegamos a especular tanta velocidade de processamento? Quais são as medidas tomadas para que a memória RAM proporcione a potência que desejamos sem danificar a máquina?


O poder dos 512 MB

Antigamente buscávamos notícias do dia ou da semana anterior em jornais e revistas, por exemplo. Com a popularização da internet, começou-se a buscar informações de poucas horas antes. Hoje, esse contexto é ainda mais dinâmico: queremos saber o que está acontecendo agora!


Essa assimilação de conteúdo em tempo real levou as empresas de tecnologia a investir pesado em equipamentos e componentes eletrônicos com maior potência de processamento de dados. Entre eles estão os pentes de memória RAM (Random Access Memory ou Memória de Acesso Aleatória, em uma tradução livre), responsáveis por armazenar temporariamente os dados e arquivos gerados pelos programas executados no PC.


Evolução, algo inevitável

De 4 de julho de 1968 (data de fornecimento da patente a Robert H. Dennard) para cá, o potencial da tecnologia alcançou níveis extremamente elevados. O pente de 72 vias era usado pelo Pentium I e foi o primeiro modelo difundido dessa tecnologia. Posteriormente, surgiu o SDR – que realizavam apenas uma leitura por ciclo em Pentiums II e III. Mais tarde, a memória RAM assumiu o formato DDR, dobrando a quantidade de leituras por ciclo e velocidade de troca de dados.




A evolução desse tipo de pente é o chamado DDR2, o qual dobra novamente a capacidade de leitura por ciclo, reduz o consumo de energia, ameniza a interferência de ruídos elétricos e aumenta a frequência do clock. A geração da tecnologia que anda tomando conta do mercado é o DDR3, responsável por transferir dados a uma frequência de 800 a 2400 MHz, economizar cerca de 30% de energia em relação ao seu antecessor e garantir com folga a execução de gráficos e softwares de alta performance.

Como você deve ter percebido, os 512 MB de um pente com 400 MHz eram convenientes há cinco anos, mas hoje essas taxas são precárias e não suprem satisfatoriamente a necessidade de usuários comuns, quem diria a ânsia dos entusiastas e gamers hardcore.

Quando o ar não surge mais efeito

Para acompanhar o aprimoramento dos processadores (os quais hoje chegam a ter quatro núcleos), os pentes de memória ganham cada vez mais agilidade na troca de dados. Esse trâmite de pacotes de bits entre o cérebro da máquina (o processador) e os softwares ativos ocorre de forma extremamente rápida (os modelos DDR3 atingem até 2400 MHz, o que representa, na teoria, 2,4 bilhões de dados enviados por segundo!).

É tanta potência que o ar não tem oferecido resultados satisfatórios na refrigeração desse tipo de recurso eletrônico. A saída das

fabricantes foi apelar para a água! É o caso da Kingston com a sua nova linha de pentes de memória, a HyperX H2O. Os novos modelos da multinacional contam com um sistema de resfriamento composto de líquidos acoplado ao componente.

Segundo os desenvolvedores, a novidade foi projetada para desempenhar altas velocidades em situações extremas. Além disso, a série de memórias RAM é silenciosa e não perde sua confiabilidade por utilizar um sistema de resfriamento diferenciado. Sendo assim, ela é ideal para gamers e entusiastas da informática.

Neste primeiro momento de lançamento, estão disponíveis três kits: um com 6 GB, triple-channel e frequência de 2000 MHz; e outros dois dual-channel, 4 GB de cache e 2000 ou 2133 MHz. De acordo com os responsáveis pelos HyperX H2O, a temperatura do pente não passa dos 65 graus Celsius, longe dos 85 graus prejudiciais para seu funcionamento.

A Kingston ainda oferece garantia vitalícia e suporte técnico 24 horas por dias nos 7 dias da semana. Você nunca teve tanta mordomia, não é mesmo? Se você quiser levar um desses para casa terá que desembolsar de US$ 107 a US$ 235.

Daqui em diante

Podemos observar que o foco de aperfeiçoamento nas tecnologias de memória volátil dos computadores tem sido direcionado não mais para o aumento de armazenamento em cache e sim na velocidade de troca de dados. Com 6 GB, tomando como exemplo um dos produtos da nova linha da Kingston, sua máquina tem capacidade suficiente para rodar os games mais parrudos e programas mais robustos sem titubear.

A tendência daqui para frente é que surjam pentes de memória cada vez mais rápidos, e não “maiores”, como vinha acontecendo até aqui. Entretanto, para usufruir de tanta qualidade e potência de processamento o custo é elevado. Se você está com seu porquinho transbordando e tem o perfil de entusiasta da computação, adquirir um equipamento desse nível é um excelente investimento.

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sábado, 28 de agosto de 2010

Córneas sintéticas oferecem esperanças a deficientes visuais


Córneas sintetizadas em um laboratório melhoraram bastante a visão de dez pacientes suecos que sofriam de deficiências visuais graves. Feitos com colágeno sintético, os implantes podem, no futuro, eliminar as filas de espera por doações de córneas humanas. Eles permitem uma recuperação mais rápida do paciente e não provocam rejeição – problema comum em implantes convencionais.

Os pesquisadores da universidade sueca Linkoping, responsáveis pelo trabalho, enfatizam que este foi um estudo pequeno, com apenas 10 participantes, mas dizem estar otimistas quanto ao possível sucesso do tratamento após testes em grande escala. A pesquisa foi publicada na revista científica Science Translational Medicine.

A córnea é uma camada de tecido transparente que cobre a pupila, a íris e a frente do olho. Ela é composta de colágeno. Danos a essa membrana são a segunda maior causa de cegueira no mundo, afetando quase dez milhões de pessoas. Os implantes são feitos com leveduras e sequências de DNA humano. Uma vez implantados, eles promovem a regeneração dos nervos e células no olho do paciente.


Estudo

Tecido danificado foi retirado das córneas de dez pacientes e substituído por implantes. O grupo foi monitorado durante dois anos após as cirurgias. Dos 10, seis foram capazes de ver quatro vezes mais longe do que antes da operação. Todos tiveram melhorias em sua visão, mas alguns precisaram do auxílio adicional de lentes de contato. Uma das autoras do estudo, a professora May Griffith, da universidade de Linkoping, disse à BBC que a equipe ficou surpresa com os resultados.

"Nosso objetivo era apenas testar a segurança dessas córneas em humanos, então a melhoria na visão foi um verdadeiro bônus". Ela explicou que o sucesso dos implantes está em sua habilidade de permitir que os tecidos do olho se regenerem.
"Os próprios nervos e células do paciente crescem de novo dentro dessa estrutura pré-fabricada, recriando uma córnea que se assemelha ao tecido saudável normal do olho", disse Griffith."Então (a córnea sintética) está essencialmente estimulando a regeneração".

A melhoria na visão dos pacientes foi igual à esperada caso tivessem recebido doações de córneas humanas, mas, em alguns aspectos, a recuperação do olho foi melhor em comparação com os implantes convencionais. "A recuperação dos nervos foi mais rápida em todos os pacientes do que teria sido se tivessem recebido enxertos humanos".

O grupo não apresentou rejeição e não precisou tomar drogas imunossupressoras – como acontece em pacientes que recebem córneas humanas. A córnea retira oxigênio das lágrimas. Os implantes sintéticos foram capazes de produzir lágrimas normais e tornaram-se sensíveis ao toque.

Córneas protéticas, feitas de plástico, já foram usadas em pacientes que tiveram complicações após receber enxertos de córneas humanas. Elas são difíceis de implantar e podem causar infecções, glaucoma e descolamento da retina.


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

‘Barata gigante’ morde homem


Você tem medo de barata? Então vai precisar de uma sandália gigante para matar essa o animal grotesco encontrado por um funcionário do Serviço Autônomo de Abastecimento e Esgoto (Saae), em Sorocaba.

Ao entrar em uma boca-de-lobo para manutenção da rede de saneamento do município, o funcionário foi mordido pela “baratona”. O rasgo foi tão grande, que a vítima precisou levar 3 pontos na perna.

O animal, que mede aproximadamente 60cm e pesa cerca de 5kg, foi encaminhado ao zoológico Quinzinho de Barros para estudo científicos. O biólogo que o receber ficou bastante abismado ao ver a “aberração”.

Segundo o estudioso tudo indica que possa ser um espécime ainda desconhecida pela ciência, ou mesmo uma mutação genética de um animal menor.

Dilma abre 20 pontos sobre Serra e venceria no primeiro turno

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto. Ela abriu 20 pontos de vantagem sobre o seu principal adversário, José Serra (PSDB), que está com 29%, segundo pesquisa Datafolha.

Realizado nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também indica que Dilma lidera agora em segmentos que antes eram redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná e entre os eleitores com maior faixa de renda.

Em São Paulo, Estado governado por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. Serra caiu de 41% para 36%. Mesmo na capital paulista, governada por um aliado tucano, a petista também tem 41% contra 35% do rival. A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Todas as oscilações estão dentro desse limite.

Dilma tinha 47% na sondagem do último dia 20. Serra estava com 30%. Marina Silva (PV) tinha 9% e manteve o percentual na atual pesquisa. Hoje há 4% que dizem votar em branco, nulo ou em nenhum candidato. E 8% declaram-se indecisos.

Se a eleição fosse hoje, Dilma teria 55% dos votos válidos (os que são dados apenas para os candidatos) e venceria no primeiro turno.

Serra se mantém ainda à frente em alguns poucos extratos do eleitorado. Por exemplo, entre os eleitores de Curitiba, capital do Paraná, onde registra 40% contra 31% de sua rival petista.

Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano. Agora, a petista tem 43% e o tucano caiu para 36% entre os eleitores sulistas.

Dilma também ampliou a vantagem num eventual segundo turno. Está com 55%, contra 36% de Serra.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MENINA DE 1 ANO GRÁVIDA NA CHINA



Na China, uma menininha com apenas um ano de vida

está grávida



No seu interior, ainda bebê, começou-se a desenvolver o corpo de um feto.

A menina, Kang Mengru, começou a ficar com barriga inchada até que foram fazer exames. Através de uma tomografia viram que dentro do seu abdómen crescia uma nova criança parasita.

Os médicos identificaram como uma rara condição que se chama “fetus in fetus” e que acontece quando um embrião absorve o outro durante as primeiras semanas de gravidez.



O que costuma acontecer é que a nova criança fica reduzida a alguma parte humana. Neste caso de Kang, o bebé dela é um feto completo, tal e qual um novo bebé.


A menina vai fazer uma cirurgia para a remoção do feto. O problema é que os médicos não sabem se a criança sairá com ou sem vida.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cientistas criam combustível com subprodutos de uísque

Cientistas escoceses estão desenvolvendo um novo tipo de biocombustível feito com subprodutos da fabricação do uísque.

Segundo a equipe da Edinburgh Napier University, em Edimburgo, o álcool butanol proveniente do novo processo seria 30% mais eficiente do que outros biocombustíveis, como o etanol, e poderia ser usado em automóveis.

A universidade está tentando patentear a nova invenção.

Os pesquisadores basearam seus experimentos nos dois principais subprodutos gerados durante a fabricação do uísque: o pot ale, líquido remanescente nos alambiques de cobre após a destilação, e os restos dos grãos utilizados como a cevada.

Segundo a equipe, a indústria do uísque maltado produz anualmente 1,6 milhões de litros de pot ale e 187 mil toneladas de restos de cevada.

Todo esse material poderia ser transformado em combustível que seria usado puro ou em combinação com petróleo ou diesel, dizem os cientistas.

Energia renovável

A equipe, liderada pelo professor Martin Tangney, acredita que o produto também possa ser usado na fabricação de outras substâncias químicas renováveis.

"A União Europeia declarou que biocombustíveis deverão responder por 10% do total de vendas de combustíveis em 2020. Estamos determinados a encontrar novas fontes de energia renovável", disse Tangney.

"Enquanto algumas companhias de energia plantam lavouras para gerar biocombustíveis, nós estamos investigando sobras de materiais, como os subprodutos do uísque, para desenvolvê-los".

O cientista acredita que essa seja uma opção mais sustentável, além de oferecer uma nova fonte de renda associada a uma das maiores indústrias da Escócia, a indústria do uísque.

A equipe está criando uma companhia para tentar levar o novo combustível para o mercado.

Tecnologia

A tecnologia usada no desenvolvimento de biocombustível a partir do uísque foi inspirada em um processo centenário, criado pelo químico Chaim Weizmann.

Weiznann, um refugiado judeu que viveu em Manchester, na Inglaterra, estudou a fermentação do butanol como parte de uma pesquisa para produzir borracha sinteticamente.

O processo foi usado na fabricação de explosivos usados nas duas guerras mundiais.

Mais tarde, o cientista participou da fundação do Estado de Israel e tornou-se o primeiro presidente do país.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Descoberta arqueológica no rio São Francisco para obra


Um sítio arqueológico com fragmentos cerâmicos e gravuras rupestres foi encontrado em um canteiro de obras da transposição das águas do rio São Francisco, em Custódia (que fica a 350 km de Recife).

Os vestígios, que podem ter 9.000 anos, foram achados em uma região de caatinga conhecida por Lage das Onças, no lote 10 da obra, a 40 km da cidade.

A descoberta surpreendeu especialistas também por sua conexão com outra região brasileira, esta na Paraíba, onde há pegadas de dinossauros. A área em Pernambuco abriga ainda ruínas de um engenho e até cartuchos de fuzil que podem ter ligação com o cangaço.

As gravuras, talhadas em pedra, não se assemelham à forma humana ou animal. Segundo os arqueólogos, os desenhos são de "grafismos puros", que nada representam da vida real.

Os fragmentos cerâmicos foram encontrados a aproximadamente cem metros de distância das gravuras, no exato local onde passará o canal do eixo leste da transposição.

A descoberta paralisou os trabalhos de terraplenagem numa área de aproximadamente 20 mil metros quadrados. Os tratores se afastaram e todo o trabalho precisou ser suspenso para que os arqueólogos pudessem resgatar as peças e iniciar o trabalho de avaliação do valor histórico do sítio e dos vestígios encontrados.

Segundo o Ministério da Integração Nacional, após o recolhimento dos fragmentos, a passagem das máquinas pelo local será retomada. Esse trabalho será monitorado pelos pesquisadores, para evitar que eventuais vestígios não recolhidos sejam destruídos --é um trabalho de monitoramento que pode levar vários meses.

O sítio de gravuras rupestres não será afetado pela obra, dizem os arqueólogos. As pedras --algumas com desenhos em forma de pequenos quadrados e com graduações cromáticas-- estão localizadas fora do eixo, no curso de um riacho não perene, sobre o paredão de uma pequena queda d'água que se forma em tempos de chuva.

Recomendada no Rima (Relatório de Impacto Ambiental) e patrocinada pelo ministério, a prospecção arqueológica abrange os dois eixos da transposição, os canais leste e norte.

Na primeira fase da pesquisa, que está acontecendo paralelamente à obra, um grupo de arqueólogos ligados à Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco) já notificou cerca de 80 possíveis achados históricos e pré-históricos.

Além dos fragmentos cerâmicos e das gravuras rupestres, eles encontraram objetos e estruturas que remontariam ao período de atividade dos cangaceiros, como as ruínas de um antigo engenho e cartuchos de fuzil datados de 1912 a 1915.

As descobertas foram mapeadas, fotografadas, catalogadas e, quando possível, recolhidas, num processo conhecido como "salvamento".

Em fevereiro, uma nova equipe de especialistas, do Instituto Nacional de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semiárido do Nordeste, assumirá o trabalho de prospecção de toda a área do sítio arqueológico. Os vestígios já encontrados serão estudados.

"É uma oportunidade única de pesquisarmos a mais importante rota do Brasil em paleontologia", disse a coordenadora do instituto, a arqueóloga francesa Anne-Marie Pessis.

Segundo ela, a região tem conexão --apresenta as mesma condição de clima e solo-- com o chamado vale dos dinossauros, localizado em Sousa, município paraibano conhecido por suas inúmeras trilhas de pegadas fossilizadas de animais pré-históricos.

O Ministério da Integração Nacional afirma que os sítios serão preservados.


domingo, 15 de agosto de 2010

A simples presença da mulher traz benefícios para a saúde dos homens

Um artigo da edição de agosto da revista norte-americana “Demography” mostrou que homens que atingem a maturidade sexual em um ambiente com poucas mulheres disponíveis têm risco de morrer mais cedo. Liderada por Nicholas Christakis, da Universidade de Harvard, a equipe mostrou que a descoberta pode ter implicações importantes para a saúde pública em países como a Índia e a China, onde há mais homens do que mulheres.

A ideia de que a falta de mulheres afeta a longevidade masculina já é discutida há um tempo. Há muitas razões para que essa tese se concretize. É reconhecido que o casamento tem um efeito benéfico para a saúde e a sobrevivência. Como as mulheres são tradicionalmente as que cuidam, esses benefícios afetam mais os homens. Se há menos companheiras em potencial ao redor, os homens podem atrasar o casamento ou renunciar inteiramente a ele, perdendo a delicadeza matrimonial. Além disso, com mais homens e menos mulheres solteiras, a competição intensa por um parceiro tem maior probabilidade de ser estressante. Tais estresses do início da vida podem ter efeitos na saúde que podem durar por anos.

Para comprovar a tese, Christakis e sua equipe utilizaram-se de dois dados demográficos incomuns. O primeiro, conhecido como “Wisconsin Longitudinal Study”, consiste em um terço de todos que se graduaram no ensino médio no estado de Wisconsin, em 1957 – cerca de 10 mil pessoas. A relação homem-mulher para cada graduando é conhecida e oferece um indicador da relação sexual durante os anos de formação dos participantes do estudo.

O segundo dado demográfico consiste de 7½m de homens brancos que participaram do programa da “America’s Medicare”, em 1993. Os pesquisadores encontraram o ano e o estado em que o número de segurança social de cada participante foi emitido, o que aconteceu entre o 15° e o 25° aniversários. A relação entre os sexos de seus contemporâneos foi então calculado a partir de dados censitários a nível estadual.

Na amostra de Wisconsin, Christakis focou naqueles que tinham morrido antes do aniversário 65 anos. Para as mulheres, não havia nenhuma relação significante entre os sexos deles e a idade de sua morte. Para os homens, no entanto, uma relação significativa surgiu. Um aumento do percentual na relação homem-mulher da classe de um homem levou a um aumento da probabilidade dele morrer antes dos 65 anos.