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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

LEUCEMIA


    Leucemia é o câncer das células brancas do sangue (leucócitos) que são responsáveis pela defesa do corpo. É conhecido como tumor líquido e, na maioria das vezes, de origem desconhecida. Sua principal característica é o acúmulo de células jovens anormais (blastos) na medula óssea, que posteriormente, substituem as células sanguíneas normais.
    Essa doença inicia-se na medula óssea (parte interna dos grandes ossos, conhecida como “fábrica do sangue”) e se espalha na corrente sanguínea. Os leucócitos possuem vários subtipos, e por isso, há diferentes os tipos de leucemia. Basicamente, as leucemias são linfocíticas (linfócitos) ou mielocíticas (mielócitos), de acordo com a velocidade de sua evolução e do aparecimento dos sintomas apresentam-se nas formas agudas ou crônicas.
    Na forma aguda, as células apresentam-se imaturas, não desenvolvem suas funções normais, se multiplicam rapidamente agravando a doença em um curto intervalo de tempo. A forma crônica, no início, as células leucêmicas conseguem manter suas funções normais, evolui lentamente, geralmente, descobre-se a doença em exames de sangue de rotina.
    As classificações mais comuns são:
  • Leucemia linfóide crônica (LLC): afeta células linfóides e se desenvolve lentamente, na maioria das vezes, atinge pessoas com mais de 55 anos. Muito raro em crianças
  • Leucemia mielóide Crônica (LMC): afeta células mielóides e se desenvolve vagarosamente. Acomete principalmente adultos.
  • Leucemia linfóide aguda (LLA): afeta as células linfóides e agrava-se rapidamente. É mais comum em crianças, mas também ocorre em adultos.
  • Leucemia mielóide aguda (LMA): afeta as células mielóides e avança rapidamente. Acomete adultos e crianças.
Embora, a leucemia, seja de causa desconhecida, alguns estudos mostram que o vírus HTLV-I (vírus linfotrópico dos linfócitos T humanos, tipo I), que se assemelha ao vírus da AIDS, seja responsável por um tipo raro de leucemia em seres humanos (leucemia dos linfócitos T em adultos). Outros fatores como exposição a radiações, a substâncias químicas e o uso de medicamentos antineoplásicos contribuem para o desencadeamento dessa doença.  
Os principais sintomas decorrem do acúmulo de células defeituosas na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia), dos glóbulos brancos (expondo o organismo a infecções) e das plaquetas (ocasionando sangramentos). Depois de instalada, a doença progride consideravelmente, sendo necessário o rápido início do tratamento.
Esses sintomas estão relacionados ao comprometimento do estado geral do indivíduo, devido a diminuição das atividades das células na medula óssea. Os mais frequentes são:
  • Aumento dos gânglios linfáticos (íngua), sem dor, principalmente na região do pescoço e axila;
  • Febre ou suores noturnos;
  • Perda de peso sem motivo aparente;
  • Dores nos ossos e nas articulações;
  • Desconforto abdominal (provocado pelo inchaço do baço ou fígado)
  • Fraqueza;
  • Anemia;
  • Sangramentos e hematomas na ausência de traumas;
  • Inapetência (perda do apetite).
O diagnóstico inicia-se após ser detectadas alterações na análise laboratorial do exame de sangue (hemograma), porém a confirmação só ocorrerá após o exame da medula óssea (mielograma).
O tratamento tem como principal objetivo destruir as células cancerosas, na maioria dos casos necessita-se do uso de quimioterapia que, dependendo do caso, pode ser combinada a outras modalidades de tratamento como a radioterapia,a imunoterapia e o transplante de medula óssea.
Por - Xavier, J

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