sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Alienígenas: verdade será revelada em breve


Seres alienígenas existem, os governos encobrem casos reais de localização de ETs e a verdade será revelada em breve. Quantas vezes você, cético ou não, já ouviu declarações como estas? Desta vez a afirmação sobre a existência de alienígenas foi feita pelo físico americano Stanton Friedman, um dos mais renomados do mundo. De acordo com o especialista, há uma grande conspiração envolvendo altas autoridades para ocultar a evidência de vida racional no espaço. Para Friedman, seus colegas que tem conhecimento sobre os casos têm receio de revelar a "verdade" por temer a desmoralização da Ciência.

"Alguns ovnis são espaçonaves inteligentes controladas extraterrestremente, e esta é a mior história do milênio", afirmou o físico, segundo a revista "Live Science". Ele afirma que, aos 75 anos tem esperanças de ver a existência de seres alienígenas comprovada: "Eu contiuo otimista. Antes de morrer, eu vou pegar pelo menos uma parte da história, de que não estamos sozinhos no universo".

Aeronáutica vai catalogar ET avistado no céu do País


A aparição de objetos voadores não identificados (Ovnis) no espaço aéreo brasileiro passou a ser oficialmente registrada pelo Comando da Aeronáutica. Portaria publicada ontem no Diário Oficial da União orienta pilotos civis e militares, controladores e demais usuários dos serviço de controle de tráfego aéreo nacional a repassar ao Comando de Defesa Aeroespacial, em Brasília, seus relatos e provas documentais a respeito dos Ovnis e demais aparições extraterrestres.

Tudo que for visto, fotografado ou filmado na imensidão do céu brasileiro (8,5 milhões de quilômetros quadrados ou 34 vezes o tamanho do Reino Unido) e nos 13,5 milhões de quilômetros quadrados sobre o mar nacional será catalogado, copiado e encadernado. O material vai ficar arquivado no Centro de Documentação e Histórico da Força Aérea (Cendoc), no Campo dos Afonsos, na Zona Oeste.

De quando em quando e sem prazo definido, a Aeronáutica vai encaminhar os documentos originais sobre os Ovnis do Cendoc para o Arquivo Nacional, com unidades no Rio e em Brasília. Será nestas unidades que o material poderá se consultado por pesquisadores e demais interessados em relatos sobre seres extraterrestres (ETs) e discos voadores.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Cientistas de três países conseguem bloquear a ação do protozoário causador da malária


Principal causa da morte das crianças africanas e responsável pelo óbito de 1 milhão de pessoas apenas em 2008, a malária é um desafio para os cientistas, que ainda não conseguiram desenvolver uma forma de prevenir a doença. Uma equipe de pesquisadores internacionais, porém, acredita ter descoberto como tornar ineficaz o ataque do parasita plasmodium, transmitido para homens e animais pela fêmea do mosquito Anopheles stephensi. Em testes com ratos de laboratório, eles conseguiram bloquear a ação do protozoário com doses de antibióticos já existentes no mercado. A administração dos medicamentos seria uma “vacina natural”, segundo os cientistas da Inglaterra, da Alemanha e do Quênia.

O objetivo da pesquisa era descobrir uma terapia-alvo que atacasse o apicoplasto (1), uma estrutura celular fundamental para o desenvolvimento do plasmodium. Com base em recentes dados genéticos, os cientistas sabiam que essa organela era o alvo perfeito para um ataque medicamentoso ao parasita, que se aloja e se desenvolve nas células do fígado. Quando entra no órgão, levado pela corrente sanguínea da pessoa picada pelo mosquito infectado, o plasmodium invade as células hepáticas e se reproduz. O parasita consome as células vermelhas do corpo e, a cada ciclo reprodutivo, libera toxinas no sangue.

A ideia dos pesquisadores foi verificar se a administração preventiva de antibióticos conseguiria bloquear a reprodução do Plasmodium falciparum, a forma mais letal do protozoário, caso uma pessoa fosse picada pelo anopheles. No laboratório, os ratos foram expostos ao plasmodium mas, antes que o protozoário começasse a se reproduzir no fígado, os animais receberam dois tipos de antibióticos: clidamicina e azitromicina. Quando estavam a caminho do órgão, as células do plasmodium foram surpreendidas pelo antibiótico, que atacou o apicoplasto. Ele conseguiu chegar ao fígado, mas ficou impedido de se reproduzir.

Dentro do organismo, os parasitas permitiram que o organismo os identificasse, criando fortes anticorpos para combatê-los. Segundo o estudo, depois disso, diante de novos parasitas, o corpo pode reconhecê-los e destruí-los. “Testes clínicos são necessários para saber se essa abordagem vai funcionar bem com humanos. Se tiver sucesso, a administração periódica de antibióticos às populações de alto risco, como crianças pequenas, podem ser uma ferramenta valorosa para controlar ou eliminar a malária em regiões de alta transmissão”, diz a pesquisa, publicada hoje no periódico especializado Science.

Imunização

Em entrevista ao Correio, um dos autores do estudo, o parasitologista Kai Matuschewski, afirma que a imunização com antibióticos pode ser mais eficaz que qualquer outro método em teste. “Com substâncias como a clidamicina e a azitromicina, somos capazes de atacar o apicoplasto. Fazendo isso, os parasitas vão amadurecer, mas não vão conseguir infectar as células vermelhas do sangue. Esse amadurecimento total dos parasitas dentro do fígado permite a propagação de uma quantidade bem maior de anticorpos do que os observados em vacinações experimentais”, diz. “Em comparação às vacinas (2), o método oferece a vantagem de ativar todo o repertório de antígenos contra o parasita, fornecendo imunização para todos, o que significa que, independentemente das diferenças genéticas, qualquer indivíduo conseguirá ativar seu sistema imunológico”, acrescenta o cientista.

De acordo com Matuschewski, um dos antibióticos testados, a azitromicina, tem se mostrado seguro quando administrado em tratamentos de massa para populações vulneráveis, incluindo crianças; além disso, atualmente já é produzido em combinação à clidamicina para o tratamento da malária. Para testar os efeitos preventivos dos antibióticos em humanos, o parasitologista diz que, primeiramente, é necessário escolher um pequeno grupo de voluntários. “Se tivermos sucesso, podemos usar a profilaxia periódica em uma quantidade maior de indivíduos que vivem em áreas de grande risco de transmissão da malária”, diz. “Isso, obviamente, depende da quantidade de fundos que conseguiremos levantar para fazer esses estudos clínicos”, lembra.

Considerada uma doença negligenciada, a malária não costuma atrair a pesquisa de grandes laboratórios. Além disso, organizações não governamentais como Médicos sem Fronteiras e Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas denunciam que, mesmo quando são lançados novos medicamentos, as populações mais pobres não conseguem acesso a eles. Matuschewski afirma que esse é um assunto que o preocupa. “Apesar de um aumento recente no fundo global, existe uma contínua necessidade de financiamento e comprometimento político para controlar doenças infecciosas que ameaçam a vida, mas que são potencialmente preveníveis”, alerta o médico.
1 - Genoma descrito

Há oito anos, uma equipe de cientistas da Universidade de Melbourne, na Austrália, anunciou o sequenciamento genético do Plasmodium falciparum, a espécie mais mortal da malária. Eles descobriram que o parasita da doença se desenvolve a partir de uma pequena estrutura parecida com a das plantas, a Organela apicoplasto, que precisa fazer fotossíntese para sobreviver. A pesquisa foi fundamental para o desenvolvimento de remédios mais eficazes contra a doença.
2 - Invento brasileiro

Está previsto para o próximo ano o lançamento de uma vacina promissora contra a malária, desenvolvida a partir de uma descoberta do cientista brasileiro Victor Nussenzweig, pesquisador do Departamento de Patologia da Escola de Medicina da Universidade de Nova York. A imunização está nas últimas fases de testes e, até agora, teve 60% de eficácia.

Crianças africanas são imunizadas

Um estudo publicado na edição on-line do periódico científico PLoS ONE explica o surgimento de uma nova vacina para prevenir a forma mais letal da infecção pela malária. A substância mostrou-se promissor, sobretudo, para proteger crianças — que são a maioria dos pacientes vulneráveis à doença. A equipe de pesquisadores internacionais conduzida pelo Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e pela Universidade de Bamako, em Mali, na África, afirmou ter conseguido sucesso na imunização de crianças que vivem no país do oeste africano.

Segundo os cientistas, a vacina estimulou de forma satisfatória o sistema imunológico. Os níveis de anticorpos produzidos pelo organismo das crianças foi, inclusive, mais alto do que os verificados em adultos que desenvolveram imunidade natural contra o parasita, depois de uma longa vida de exposição à malária. “Essas descobertas implicam que talvez tenhamos atingido nosso objetivo de usar uma vacina para reproduzir a proteção natural, que normalmente leva muitos anos de extensa exposição para se desenvolver”, disse o principal autor de estudo, Christopher V. Plowe.

No mundo

Em áreas do mundo como a África, onde a malária ocorre, particularmente, de forma desenfreada, os jovens são os mais vulneráveis à doença, já que ainda não conseguiram construir a mesma imunidade que os adultos. Uma criança morre de malária a cada 30 segundos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Cerca de 300 milhões de novos casos surgem a cada ano no mundo, atingindo, principalmente, as crianças africanas.

A nova vacina, chamada FMP2.1/AS02A, foi baseada em uma variante do parasita plasmodium falciparum — o mais comum e mais letal dos encontrados na África — e ataca a malária quando o protozoário encontra-se na corrente sanguínea. Esse estágio ocorre depois que a pessoa é picada pelo mosquito, quando o parasita se multiplica no sangue, provocando o aparecimento da doença.

A imunização foi testada em 100 crianças de Mali, de 1 ano a 6 anos, das quais 60% foram imunizadas. Elas receberam três doses da vacina e, durante um ano, ainda apresentavam fortes anticorpos contra a malária. Agora, os pesquisadores pretendem realizar um novo estudo, incluindo 400 crianças de Mali, para comprovar a efetividade da FMP2.1/AS02A. O próximo teste também vai examinar se a vacina, embora direcionada a apenas uma variante da doença, pode proteger contra todas as outras formas de malária existentes.


México:Peixe gigante é encontrado no golfo


Cientistas americanos conseguiram filmar o raríssimo peixe-remo, que pode atingir 17 metros de comprimento, no golfo do México. Essa pode ser a primeira filmagem já feita do Regalecus glesne em seu habitat.

O grupo de pesquisadores utilizou veículos não tripulados emprestados por empresas petrolíferas para encontrar esse peixe, que normalmente só é visto na superfície do mar quando está próximo da morte.

"Nós vimos essa coisa vertical, clara e brilhante. Aproximamos um pouco a imagem e dissemos 'isso é um peixe!'", disse o coordenador da pesquisa Mark Benfield em entrevista ao repórter da BBC Jody Bourton.

O pesquisador da Universidade da Louisiana comentou que, a princípio, julgou que a câmera estivesse filmando um encanamento para extração de petróleo.

Para ele, essa deve ter sido uma filmagem inédita do peixe-remo nadando em seu habitat natural, pois um registro colhido no Oeste da África em 2007 não conseguiu confirmar se o peixe era mesmo o Regalecus glesne.

O peixe é tido como o mais longo peixe vertebrado de que se tem notícia.

Com o veículo operado por controle remoto, os cientistas puderam seguir o peixe-remo por cinco minutos, até que o perderam de vista.

As estimativas iniciais são de que o exemplar media de 5 a 10 metros.

Parceria

O registro do Regalecus glesne só foi possível graças ao Projeto Serpente, uma parceria entre pesquisadores de todo o mundo e empresas petrolíferas, incluindo a Petrobras.

As companhias permitem que cientistas utilizem sua tecnologia avançada para pesquisas em águas profundas.

"Isso proporciona uma oportunidade maravilhosa para aprendermos mais sobre vida nas profundezas do Golfo do México. Termos encontrado o peixe-remo durante nossa exploração foi um bônus fantástico".

"É tudo muito empolgante. Minha visão para o Projeto Serpente no Golfo do México é estabelecer um grande sistema de observação das profundezas do golfo, usando centenas de veículos não-tripulados", disse o pesquisador.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Vida complexa surgiu há 2 bilhões de anos

Estranhos fósseis oriundos do Gabão, na África Ocidental, podem acabar com a pasmaceira biológica que parecia reinar na Terra até uns 600 milhões de anos atrás.

Essa era a data mais aceita para a origem da vida complexa, com muitas células, mas os tais fósseis têm 2,1 bilhões de anos e, segundo seus descobridores, representam seres multicelulares, como os animais e plantas tão comuns no planeta hoje.

A proposta, que se baseia numa análise química detalhada dos supostos cacos de seres vivos do Gabão, está na edição de hoje da prestigiosa revista científica "Nature".

O trabalho é assinado por Abderrazak El Albani, da Universidade de Poitiers (França), e Stefan Bengtson, do Museu Sueco de História Natural, entre outros membros da equipe internacional.

O primeiro passo do grupo foi mostrar que as estruturas, medindo no máximo uns poucos centímetros e com aparência que lembra vagamente flores ou corais, eram mesmo de origem biológica.

Tarefa relativamente fácil, já que a vida tem um gosto bem específico para átomos de carbono. Conforme se desenvolvem, os seres vivos absorvem preferencialmente uma forma desse elemento; portanto, estruturas com proporção elevada desse tipo de carbono quase certamente derivam de criaturas vivas.

MOLÉCULAS COMPLEXAS

"Outro argumento importante que eles usam é a presença de esteranos, substâncias que são uma forma alterada de moléculas que hoje só existem em eucariontes [formas de vida com células complexas] ", explica Thomas Rich Fairchild, pesquisador do Instituto de Geociências da USP.

É verdade, no entanto, que existem muitos eucariontes de uma célula só. Embora o homem pertença a essa categoria, os parasitas da malária e as amebas também são eucariontes, embora sejam unicelulares. Por isso, o argumento final da equipe tem a ver com a forma dos fósseis.

Após fazer uma tomografia dos restos, eles constataram uma estrutura complexa, radial (ou seja, em forma de raio), vagamente parecida com o que se vê numa estrela-do-mar ou anêmona.

A coisa, seja lá o que ela fosse, parece ter crescido lentamente, com a adição de camadas de matéria orgânica nas pontas, como um coral, mas sem rigidez -as "dobrinhas" parecem ter sido moles antes da fossilização.

Os pesquisadores nem se arriscam a especular que tipo de criatura era ou como vivia, mas afirmam que o mais provável é que se tratasse mesmo de um organismo multicelular, talvez formador de colônias -de novo, como os corais dos mares de hoje.

"O trabalho é importante, e os autores têm cacife para propor essa explicação, mas não fico muito satisfeito com alguns dos argumentos", diz Fairchild. Um dos grandes problemas, lembra o pesquisador da USP, é explicar como essa suposta vida multicelular mais antiga estaria relacionada à que veio depois, essa sim bem documentada.

Como quase não há registros no buraco que separa 2,1 bilhões de anos de 600 milhões de anos, pode ser que se trate de um experimento abortado da vida multicelular, um ensaio que não vingou. Assim, as criaturas do Gabão não seriam ancestrais de nenhum ser vivo de hoje.

E não dá para descartar a possibilidade de que sejam grupos de seres unicelulares.
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Matemático russo rejeita prêmio de US$ 1 milhão


O matemático russo Grigory Perelman, um recluso que chegou às manchetes no início do ano por vão aceitar de imediato um prêmio de US$ 1 milhão, decidiu de fato rejeitá-lo.


A decisão de Perelman foi anunciada nesta quinta-feira, 1º, pelo Instituto Clay de Matemática, nos EUA, que havia concedido a Perelman seu Prêmio do Milênio.

A honraria homenageia a solução da Conjectura de Poincaré, um problema geométrico que desafiava matemáticos desde o início do século passado.

O presidente do instituto, Jim Carlson, disse que a decisão do gênio russo não vem como uma surpresa, já que Perelman já havia rejeitado prêmios matemáticos anteriores.

Carlson disse que Perelman o informou da decisão em conversa telefônica na semana passada, e não mencionou os motivos. Mas a agência de notícias russa Interfax cita Perelman afirmando que considera o prêmio injusto. De acordo com o russo, sua contribuição para a prova da conjectura não teria sido maior que a do matemático americano Richard Hamilton.

"Em resumo, minha principal razão é meu desacordo com a comunidade matemática organizada", disse Perelman, de 43 anos, á Interfax. "Não gosto das decisões deles, considero-as injustas".

Carlson disse que os responsáveis pelo instituto farão uma reunião nos próximos meses para definir o destino do dinheiro, que será empregado de forma a "beneficiar a matemática".

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Poderosa chuva de meteoros pode atingir a Terra em 2011


A Nasa - agência espacial americana - começou a avaliar os riscos para satélites e naves espaciais em órbita da Terra, como a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), devido a uma poderosa chuva de meteoros que deve atingir o planeta em 8 de outubro de 2011. O fenômeno ocorre no outono do hemisfério norte, vai durar sete horas e deverá ser especialmente violento.

A Nasa pode, inclusive, redirecionar a ISS. William Cooke, do Marshall Space Flight Center (Huntsville, Alabama), ligado à agência espacial, disse que os especialistas preveem uma grande chuva e esperam um pico de várias centenas de meteoros por hora.

Duas outras chuvas fortes ocorreram em 1985 e 1998, mas não causaram problemas nos satélites e naves em órbita. Desta vez, a probabilidade de problemas também não é alta. No entanto, Cooke diz que a prevenção é importante e que a próxima tempestade não deve ser ignorada.

Segundo Cooke, a ISS tem um escudo contra as rochas do espaço e, se necessário, pode ser redirecionada. O mesmo se aplica ao telescópio Hubble. O cientista incentiva programadores a determinar se é necessário preparar estratégias de defesa. "Se um meteoro esporádico atinge você, é má sorte. Se isso ocorre durante uma chuva de meteoros, é negligência", diz o cientista.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cientistas encontram indícios de fósseis que podem comprovar vida em Marte


Pesquisadores americanos, liderados pelo Instituto Seti (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute), da Califórnia, afirmam ter encontrado restos fossilizados que podem ser indícios de vida em Marte há mais de 4 bilhões de anos atrás.

Cientistas acreditam que as pedras podem conter dois terços de história do planeta. A notícia foi publicada pela 'Earth and Planetary Science Letters' e mostrou que a região estudada é semelhante à Austrália, onde algumas das primeiras evidências de vida na Terra foram encontradas.

A equipe de Seti utilizou uma nova ferramenta chamada Crism para estudar a região de Nilae Fossae com infravermelho, mesma técnica usada para obter leituras nas regiões australianas. Mas a pesquisa só terá continuidade ano que vem, quando a nova sondaMars Science Laboratory será lançada para o espaço.

domingo, 1 de agosto de 2010

YouTube agora permite vídeos de até 15 minutos


Boa notícia. O YouTube agora permite publicar vídeos de até 15 minutos. Antes, os usuários só podiam colocar conteúdos de até 10 minutos, o que de certa forma moldou muito do que era feito em vídeo para a web até aqui – ter um tempo curto e limitado força as pessoas a serem mais concisas e mexe com a linguagem dos próprios trabalhos.

Robôs ajudantes


Robôs capazes de conversar, encontrar óculos perdidos, desenhar aviões e brincar com crianças estão atraindo milhares de visitantes a uma exposição em Tóquio, no Japão, país que tenta se adaptar às mudanças em sua sociedade

Robôs como o Chapit, sensível ao som, respondem a perguntas simples e até mesmo trocam piadas com pessoas para ajudar os solitários a combater sua solidão e a manter a vivacidade na velhice. Kazuya Kitamura, representante dos organizadores da exposição, diz que “muitas pessoas idosas vivem sozinhas, no Japão, e não têm com quem conversar”. Enquanto isso, os robôs destinados à comunicação acompanham as pessoas e não se incomodam de ouvir sempre as mesmas histórias.

Embora o Chapit, um robô relativamente simples, tenha conseguido atrair um patrocinador empresarial, muitos pesquisadores, a exemplo de Kiyoshi Matsumoto, professor da Universidade de Tóquio, lutam para atrair patrocinadores para projetos mais caros.

O Personal Mobility Robot, de Matsumoto, equipado com quatro câmeras e um sensor para reconhecer o centro de gravidade do usuário, foi projetado para ajudar os idosos a se movimentar sem a necessidade de apertar botões, usar controles ou mover uma cadeira de rodas tradicional. O robô também pode localizar óculos perdidos, identificando-os por meio de um sensor, diz o pesquisador.

– Desenvolvemos um robô capaz de ajudar muita gente, mas devido ao alto custo ainda não encontramos patrocinador. No ambiente econômico atual, existem poucas empresas dispostas a investir em um projeto tão caro.

Outros robôs, como o premiado DiGRO, podem ajudar pais ocupados que não tenham tempo para brincar com seus filhos. A máquina pode usar a internet para localizar uma imagem simples e fazer desenhos, fazendo companhia às crianças enquanto os pais trabalham.