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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Addyi: o “Viagra rosa”

      O primeiro medicamento de prescrição para aumentar o desejo sexual das mulheres foi aprovado pelos órgãos regulatórios dos EUA na última terça-feira, uma vitória para quem defendeu o remédio e acusou a Administração de Alimentos e Drogas (FDA, sigla em inglês) de preconceito de gênero ao ignorar as necessidades das mulheres.
A droga, Addyi, da Sprout Farmacêutica, é, na verdade, a primeira droga liberada para tratar a redução na libido para ambos os sexos. O Viagra e outros medicamentos que atendem o público masculino têm apenas a função de ajudar homens a ter ereções e corrigir deficiências na produção de testosterona, mas não tratam uma deficiência no desejo sexual masculino.
Defensores da aprovação do Addyi, muitos deles parte de uma coalizão chamada “Even the Score” (Iguale o placar), disseram que o novo medicamento melhora a vida sexual das mulheres, como há muito se esperava.
“Esse é o maior avanço na saúde sexual das mulheres desde a pílula anticoncepcional”, disse a diretora-executiva da Liga Nacional de Consumidores, Sally Greenberg.
Durante o anúncio da liberação, a agente sênior da FDA, Dr. Janet Woodcock, disse que a agência está “comprometida em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e efetivos para a disfunção sexual feminina”.
A decisão desta terça-feira não foi uma surpresa desde que um comitê de consultores externo recomendou a aprovação por uma votação de 18 a 6, em junho deste ano. Também foram indicadas precauções que devem ser tomadas para que não haja uso excessivo, reduzindo riscos de efeitos adversos.
Não há previsão de chegada do fármaco ao Brasil, que também é conhecido como flibanserin e já foi apelidado de “Viagra rosa”.

Fonte-opiniao

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