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domingo, 25 de dezembro de 2016

A origem da lenda do papai Noel

O Natal, a festa cristã que comemora o nascimento de Jesus, tem diversos símbolos e rituais. Embora a maioria pareça ser tradicional, alguns são relativamente recentes, como a incorporação do Papai Noel que conhecemos de roupa e chapéu vermelho que se deu já nos anos 1930. Conheça a origem do Papai Noel, das renas e da árvore de Natal, símbolos de uma das festas mais queridas no Ocidente.
Papai Noel: Noel significa Natal em francês, e segundo a versão americana da lenda, é um velhinho de barbas e cabelos brancos que mora no Polo Norte, onde fabrica presentes para as crianças com a ajuda de elfos e os entrega na noite de Natal, com suas renas, em um trenó. Essa é a versão mais difundida da lenda que começou com a devoção a São Nicolau.
São Nicolau foi um líder católico que nasceu na Turquia no século III. Ele tinha fama de fazer diversos milagres e se preocupar especialmente com crianças e com a educação. Sua data é festejada no dia 6 de dezembro.
O Papai Noel que conhecemos foi retratado pela primeira vez por Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega em Nova Iorque que escreveu um poema sobre Nicolau para seus seis filhos. Na obra, chamada de “Véspera de Natal”, ele fala sobre a viagem com renas e a entrada pela chaminé.
A roupa vermelha que compõe o visual do Papai Noel como conhecemos hoje é baseada no desenho do cartunista Thomas Nast de 1863, que foi publicado na edição especial de Natal da revista Harper’s Weekly. Foi ele também que inventou que Papai Noel vivia no Polo Norte. Até então, sua casa, na lenda, seria na Finlândia. Mas foi nos anos 30, através de uma campanha publicitária da Coca-Cola que a imagem do Papai Noel se espalhou mundialmente.
As renas de Natal: Elas também aparecem pela primeira vez no poema de Clemente, onde o velhinho as chama para entrar na sua casa. São, originalmente oito: Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago. Mas e a rena mais famosa de todas, a de nariz vermelho, conhecida como Rudolph?
A história da rena Rudolph foi originalmente escrita em verso por Robert L. Maio para a cadeia de lojas de Departamento Montgomery Ward, em 1939, e publicada como um livro para ser presenteado às crianças na loja na época do Natal.
De acordo com essa história, Rudolph, com seu brilhante nariz vermelho, fazia dele motivo de chacota entre as outras renas. No entanto, uma véspera de Natal, Papai Noel estava tendo muita dificuldade em fazer o voo ao redor do mundo porque o tempo estava ruim. Quando Papai Noel foi à casa de Rudolph para entregar seus presentes notou o nariz vermelho no quarto escuro e decidiu que poderia ser uma lâmpada improvisada para guiar seu trenó. Rudolph aceitou o convite de Papai Noel e voltou como um herói para casa. E de quebra se tornou a rena mais famosa.
A Árvore de Natal: Enfeitar árvores é um ritual muito antigo, presente em diversas culturas e religiões pagãs, e costuma celebrar a natureza e a fertilidade. Os primeiros registros de sua adoção pelo cristianismo vêm do norte da Europa (terra dos pinheiros, a árvore de Natal clássica), no começo do século XVI.
No antigo calendário cristão, o dia 24 de dezembro era dedicado a Adão e Eva, onde era costume uma encenação na Igreja, como depois tornou-se comum encenar o nascimento de Jesus no presépio. Na encenação original, o paraíso era representado por uma árvore dessas, e então as pessoas começaram a montar essas representações em casa.
Nos séculos XVII e XVIII, o hábito se tornou tão popular entre os povos germânicos que eles mesmos o creditaram a seu maior líder religiosos, Martinho Lutero, fundador do protestantismo. A árvore de Natal só se difundiu pelo resto do mundo a partir de 1841, quando o príncipe Albert, marido alemão da rainha Vitória, montou uma delas no palácio real britânico.



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