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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Horário de verão: “É para adiantar ou atrasar o relógio?”

De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a mudança de horário causa uma economia de aproximadamente 2.610 megawatts (MW). Mas nem sempre foi assim.
Consta que a ideia surgiu da cabeça do respeitável, mas nem sempre compreendido, inventor Benjamin Franklin, aquele que tomou choque soltando pipa durante uma tempestade para inventar o para raios. Numa época , meados do século XVIII,  em que não havia o serviço de energia elétrica, Franklin sugeriu que as pessoas acordassem em consonância com a luz do sol. O objetivo dele era reduzir o consumo de velas nas fábricas e residências. As autoridades da época,  acharam a ideia uma maluquice do inventor. Logo ele, que era filho de um fabricante de velas.
Pouco mais de um século depois, a ideia de Franklin foi replicada pelo neozelandês George Hudson em 1895. Daí em diante, diverso países adotaram o Horário de Verão, especialmente durante a crise de energia em 1970. No Brasil, o horário de verão foi adotado esporadicamente a partir de 1931, e de forma efetiva a partir de 1985.
Relativamente, o Rio Grande do Sul é o estado que mais economiza energia elétrica com a iniciativa adotada, no total, em cerca de 30 países. O Horário de Verão diminui a demanda por energia no período mais crítico do dia, ou seja, entre 18:00hs e 21:00hs quando a coincidência de consumo provoca um pico, chamado de “horário de ponta”.
Com o horário de verão, as pessoas dormem mais cedo e acordam antes do horário habitual. Tal alteração do sono, segundo alguns, pode trazer sonolência, falta de apetite ou mesmo insônia.
Para o bem ou para o mal, ou pelo sim e pelo não, esta já é uma rotina para a maioria dos brasileiros que, todos os anos, se perguntam: “Afinal, é para adiantar ou atrasar o relógio?”.



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