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terça-feira, 2 de junho de 2015

Desvende mitos contados por concurseiros

Quem está na corrida por uma vaga no serviço público certamente já ouviu de colegas que já chegaram lá alguns comentários ou boatos que acabam por encobrir a realidade.
Com isso, alguns mitos se espalharam por entre aqueles que não conhecem bem “o lado de lá” da linha de chegada. Abaixo 3 mitos contados por concurseiros para serem desvendados. Confira:

Mito 1: nunca há trabalho

Essa talvez seja a principal lenda sobre a vida dentro de uma instituição pública. Livre da pressão e competitividade da iniciativa privada, muita gente ainda alimenta a ilusão de que um funcionário público passe o dia todo de pernas para o ar, sem fazer nada.
Isso não é nem de longe verdade. Um concurso pode sim ser a chave para uma vida confortável e estável, mas será preciso muito esforço e dedicação para mantê-la desse jeito.
Tal como ocorre em empresas privadas, cada funcionário público tem atribuições muito específicas, e cabe a ele desempenhá-las com zelo e cuidado — algumas dessas tarefas são de grande responsabilidade, inclusive. A rotina de trabalho, que varia entre 6 a 8 horas, a depender do cargo, precisa ser cumprida e os horários respeitados. E se as tarefas acumularem, concursados também fazem hora extra.

Mito 2: as remunerações são sempre exorbitantes

Os bons salários são, de fato, um dos maiores atrativos de um concurso público, mas é importante lembrar que o contracheque no final do mês varia de acordo com o cargo empossado.
Funções que exigem nível superior são mais bem-pagas que aquelas de nível médio: a remuneração da primeira pode chegar até R$ 12 mil, ao passo que os salários de nível médio costumam girar em torno de R$ 2 mil e R$ 5 mil, fora os benefícios como auxílio-alimentação e vale-transporte.
Para ter certeza do salário, basta checar o edital do concurso. E lembre-se: muitas instituições públicas possuem plano de carreira, o que significa que sua remuneração vai aumentar com o passar dos anos.

Mito 3: é impossível ser demitido

A estabilidade provavelmente é o grande coringa do funcionalismo público, uma opção profissional que costuma ser para a vida toda. Com um emprego garantido, é muito mais fácil idealizar e colocar em prática planos de longo prazo: planejar grandes viagens, financiar imóveis ou formar uma família.
O que pouca gente sabe, no entanto, é que em alguns casos a demissão de um funcionário concursado é perfeitamente cabível. Mas quando isso acontece? Geralmente em casos de:
• Crime contra a administração pública;
• abandono de cargo;
• ou inassiduidade habitual.
Isso mesmo, se você ficar muito tempo sem bater o cartão de ponto, pode perder o emprego: faltar o trabalho por trinta dias consecutivos ou ainda por sessenta dias ao longo de um ano é o suficiente para justificar a adoção da medida e destituí-lo de vez de sua função.
Antes de se inscrever para determinado certame procure saber mais sobre a rotina de trabalho no local. Converse com os servidores da instituição, tire dúvidas, questione, envolva-se. Desmistificar o dia a dia do emprego público pode fazer toda a diferença na hora de fazer a escolha certa e alcançar uma vida profissional de êxito e sucesso.

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