Redes Social



twitterfacebookgoogle pluslinkedinrss feedemailhttps://www.wowapp.com/w/andrecafe/joinhttps://www.instagram.com/andrecafee/

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ex-maçom explica a relação entre o demônio e a maçonaria

Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau.
Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu processo de conversão, que logo o levou a escrever um livro.
Em entrevista ao grupo ACI ele explicou a relação que existe entre o demônio e a organização.
“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.
“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.
Serge é arquiteto e entrou na loja maçônica através um amigo, tentando encontrar nela respostas mais profundas às perguntas do homem.
“… Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas. Porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho que nos leva a Cristo sim, eu as encontrei”, afirmou.
Serge Gallardo contou que a determinação de deixar a Maçonaria foi difícil: “durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, se ela poderia ser um meio por onde eu falaria aos maçons sobre o Evangelho.
Mas conversando com um sacerdote, ele me explicou que não adianta tentar falar-lhes da Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar”.
Após os repetidos comentários anticlericais de vários personagens de altos graus da Maçonaria, Serge não podia ficar calado e não defender a Igreja.
Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçônico “se dava glória a Lúcifer”.
“Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz’”, explica o espanhol ao grupo ACI.
Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os membros de altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Gênesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original.
“Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave”, declara.
Conforme afirma Serge: “entre a maçonaria e o demônio há uma relação, mas não é tão direta. A maioria dos maçons não percebem a influência do demônio nos rituais maçônicos.
Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela ‘Felicidade da Humanidade’ ou pelo ‘Progresso da Humanidade’, ou seja, “não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam-no com palavras, e devemos perceber o quanto é perigoso para um católico estar numa sociedade assim”.
O ex-maçom relata:
“Embora poucos maçons saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demônio, eles cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo minha experiência, a maioria deles não percebe”, “não devemos esquecer que o demônio é o ‘pai da mentira’.
Conforme explica, esta relação indireta com o demônio se manifesta de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar da fé e especialmente da Igreja Católica as pessoas que entram na maçonaria.
“A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo”, recordou Serge.
Serge Abad-Gallardo também explica: “o ritual maçônico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçônicos como fossem verdades profundas e esotéricas”.
Apesar de que “na maçonaria não existam ritos diretamente satânicos, estas cerimônias constituem uma porta de entrada para o demônio”.
Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é “Tubalcaïn”, traduzida como “descendente direto de Caim”. “Já sabemos o que ele, Caim, fez. Ele foi inspirado pelo demônio a matar o seu irmão por ciúmes e ele é o modelo para os mestres maçons“, afirma Serge.
Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: “a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambos”.
De fato, explica que numa das tábuas maçônicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que:
“quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a Igreja de Satanás que atualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais”.
“A maçonaria afasta de Cristo. Porque embora fale-se sobre Jesus Cristo no 18º grau dos Altos Graus maçônicos, não há nada a ver com o Jesus Cristo da Igreja Católica, pois o mencionam como um sábio ou filósofo qualquer”, insiste.
“Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfêmia, pois dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra ‘carpinteiro’ é a etimologia da palavra ‘arquiteto’ e todos os maçons, especialmente nos Altos Graus são Grandes Arquitetos”, afirmou Serge.
“Na maçonaria acreditam no ‘Grande arquiteto do Universo’, querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo”.
Nesse sentido afirma que “na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”.


Nenhum comentário:

 
BLOG DO ANDRÉ CAFÉ
SÓ JESUS SALVA
//