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sábado, 14 de março de 2015

PAPA FRANCISCO DIZ QUE SEU PONTIFICADO DEVE DURAR MENOS DE CINCO ANOS



Ao completar dois anos no comando da Igreja Católica, o Papa Francisco disse, durante uma entrevista ao canal de TV mexicano Tevelisa, que seu pontificado deve ser breve, com duração de quatro ou cinco anos. “Sinto que o Senhor me colocou aqui por um curto período de tempo, quatro ou cinco anos, e nada mais. Pelo menos dois já passaram”, afirmou o Pontífice.
“É como a psicologia de quem joga e se convence que vai perder para não se decepcionar e, se ganha, fica feliz. Não sei. Mas é um sentimento”, colocou. “Sempre deixo em aberto a possibilidade”.
Tradicionalmente, uma vez que um Papa é eleito, ele fica no cargo até morrer, como foi com João Paulo II. Entretanto, Bento XVI rompeu essa convenção. Ao renunciar em 2013, ele foi o primeiro Pontífice a se "aposentar" em 600 anos, desde Gregorio XII deixou o posto, no contexto do Grande Cisma do Oriente. Francisco já havia sugerido que poderia, um dia, renunciar, aproveitando a porta aberta por seu antecessor.
Ao ser perguntado se gosta de ser Papa, o argentino Jorge Mario Bergoglio respondeu simplesmente que isso "não me desagrada", mas que, se pudesse escolher uma coisa para fazer um dia, sem ser reconhecido, seria ir a uma pizzaria. O Pontífice deixou claro que não gosta de viajar e que sente falta de sua rotina na Argentina, onde era cardeal. E criticou bastante a Cúria de Roma, que vem passando por uma completa reformulação promovida por ele.
“Esta é a última corte que resta na Europa”. As demais se democratizaram, incluindo as mais clássicas'.

DOIS ANOS ATRÁS

Ele contou também alguns detalhes sobre quando foi eleito, há dois anos, no segundo dia do conclave reunido após a saída de Bento XVI. Francisco disse que tinha viajado a Roma para a eleição levando apenas uma mala pequena, jamais pensando que poderia ser escolhido para ser a autoridade máxima da Igreja. Na verdade, ele estava certo de que estaria de volta em Buenos Aires a tempo de celebraro Domingo de Ramos. Bergoglio não estava em nenhuma lista de "favoritos" elaborada pelos vaticanistas.
"Após a segunda votação, quando a maioria de dois terços tinha sido alcançada, houve aplausos, há sempre aplausos neste momento nos conclaves, então ele [Dom Cláudio Hummes] me beijou e me disse para não se esquecer dos pobres e esta frase começou a dar a volta na minha cabeça e isso é o que me levou a minha escolha de nome. Durante a votação, eu estava rezando o terço, eu costumo rezar três rosários diariamente, e eu senti uma grande paz. (...) Eu não sei o que aconteceu depois. Eles me fizeram levantar. Eles me perguntaram se eu concordava. Eu disse que sim. Eu não sei se eles me fizeram jurar algo, eu esqueci. Eu estava em paz. Eu fui a mudar minhas vestimentas."
Fonte-oglobo

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