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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Por que a Igreja Católica é Una?

Nosso Senhor Jesus Cristo fundou uma única Igreja. Por ser Ele sábio e bondoso, constituiu a sua Igreja de forma que a razão ou o bom senso fosse suficiente para que os homens possam deduzir ou confirmar a sua unidade, e que, de maneira fácil, se possa distinguir as suas falsificações.
A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é una porque os seus membros de todos os tempos e de todos os lugares tiveram, têm e hão de ter, sempre:


1) uma única fé, isto é, a fé pregada pelos Apóstolos. Cremos nas verdades que foram pregadas pelos Apóstolos, que foram acreditadas pelos cristãos de todos os lugares, de todos os tempos passados, que são acreditadas atualmente pelos cristãos e que serão acreditadas nos tempos futuros.
A nossa fé é a dos cristãos da França, da Alemanha, da Espanha, da América, do mundo todo. Todos cremos o que Deus revelou e que por meio dos Apóstolos foi pregado ao mundo;

2) Único o sacrifício, isto é, a santa Missa, incruenta renovação e representação do sacrifício da Cruz;

3) Os mesmos sacramentos. Todos os verdadeiros cristãos tiveram, têm e terão sempre os sete sacramentos que Jesus Cristo instituiu para nos salvar, nem um a mais nem um a menos;

4) Único o chefe visível, o Pontífice Romano, sucessor de S. Pedro. A Igreja é governada e presidida pelo Pontífice Romano, sucessor de S. Pedro na sede Romana e por isso cabeça visível de toda a Igreja cuja cabeça invisível é Jesus Cristo.

O Sacramento da Ordem confere a sucessão apostólica e garante a unidade da Igreja. A Igreja já teve 266 Papas. Segundo Santa Catarina de Sena, o Papa é o “doce Cristo na terra.” Embora tenha havido anti-papas e até papas ilegítimos, e nem todos tenha sido santos e tenham cometidos falhas naquilo que não faz parte do carisma da infalibilidade, a Igreja nunca ficou sem Papa verdadeiro, em que pese todos os pecados dos homens.
Por conseguinte todos os membros da Igreja formam um só corpo, o corpo místico de Jesus Cristo, unidos precisamente pela unidade de fé, de sacrifício, de sacramentos e de regime.
Ensina o Espírito Santo por meio de S. Pedro:
“Assim como o corpo, ainda que sejam muitos, são contudo, um só corpo, assim também em Cristo. Porque num mesmo Espírito fomos batizados todos nós, para sermos um mesmo corpo, ou sejamos Judeus, ou Gentios, ou servos ou livres; e todos temos bebido em um mesmo Espírito.
Porque também o corpo não é só um membro; mas muitos Vós outros, pois, sois corpo de Cristo, e membros uns dos outros” (I Coríntios, XII, 12-14,17). O mesmo Apóstolo diz que Deus Pai “constituiu a ele (Jesus Cristo) cabeça de toda a Igreja; que é o seu corpo e o inteiro complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Efésios, I, 22, 23).
Por meio da unidade da Igreja estão unidos todos os católicos que nos precederam e aos que vierem depois de nós, e unidos aos bem-aventurados do céu e a Jesus Cristo! – Com quanta circunspecção e pureza nos devemos tratar, visto sermos membros com Jesus dum só corpo místico, de que Ele é a cabeça!

A unidade da Igreja segundo o ensino de Jesus Cristo

 Jesus Cristo chamou repetidas vezes à sua Igreja reino dos céus, reino de Deus, comparou-a a uma cidade cujas chaves confiou aos Apóstolos, a uma casa que edificou sobre São Pedro, a um aprisco onde devem congregar-se todas as ovelhas sob um único pastor.
Mas estas figuras não poderiam ter confirmação numa sociedade composta de seitas divididas entre si e contrárias; porque a casa, a cidade, o reino, o aprisco importam necessariamente a unidade, e não podem adaptar-se a divisões, como o próprio Jesus Cristo advertiu com aquelas palavras: “Todo o reino dividido contra si mesmo será desolado; e toda a cidade, ou casa dividida contra si mesma, não subsistirá” (S. Mateus, XII, 25).

A súplica de Jesus Cristo

Jesus Cristo na vigília da sua paixão e morte assim rogou ao Pai:
“Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo… E eu não rogo somente por eles (isto é, pelos Apóstolos), mas rogo também por aqueles que hão de crer em mim por meio de seus ensinamentos: para que eles sejam todos um, como tu, Pai, o és em mim, e eu em ti, para que também eles sejam um em nós, e creia o mundo que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que tu me haveis dado, para que eles sejam um, como também nós somos um. Eu estou neles, e tu estás em mim, para que eles sejam consumados na unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste, e que tu os amaste, como amaste também a mim” (S. João XVII, 18, 20-23).
Esta súplica de Jesus Cristo não pode referir-se senão à Igreja. Ele, de fato, mandou os Apóstolos pelo mundo a fim de que pregassem a sua doutrina, e os homens, por meio da sua palavra, cressem nele; por esta fé devem os homens ser um com Jesus e, por meio dEle, um com o Pai.
Tal unidade deve ser visível, porque deve constituir prova externa da missão divina de Jesus Cristo no mundo. Deve-se atingir na Igreja, sociedade visível nos fiéis.
Um só aprisco – Disse outra vez Jesus Cristo: “Tenho também outras ovelhas que não são deste aprisco, e importa que eu as traga, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor”. (S. João, X, 16).



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