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domingo, 15 de junho de 2014

TURISMO SUSTENTÁVEL: rotas alternativas

Muitos dos lugares declarados patrimônio mundial pela UNESCO estão fadados ao desaparecimento: delicados ecossistemas naturais, frágeis cidades milenárias, sistemas agrícolas com 2.000 anos de história ameaçados pela pressão turística entre outros. Para tentar desafogar os destinos mais sufocados pelo afã desbravador dos visitantes, rotas alternativas são criadas com objetivo de proporcionar prazer a quem viaja e minimizar os danos à natureza.

1 – Ilhas Galápagos
Um grande destino para qualquer amante da natureza. O conjunto de 19 ilhas do Pacífico está localizado a 1000 quilômetros da costa equatoriana. Seu isolamento ajudou no desenvolvimento da fauna incomum que atrai milhares de turistas. Contudo, é possível apreciar a geografia local explorando a Avenida dos Vulcões. Nela está situado o pico Cotopaxi, com seus 5897 metros de altitude; o vulcão ativo mais alto do mundo.
2 – Monumentos Medievais (Kosovo)
Kosovo concentra uma arquitetura religiosa bizantina e história medieval que muitos ignoram. Quatro belas relíquias abandonadas: os Mosteiros de Decani, dos séculos  XIII e XIV, o Patriarcado de PEC e Gracanica e a Igreja da Virgem de Ljeviša, que compõem o conjunto artístico conhecido como Monumentos Medievais. Porém, a alternativa para quem deseja visitar o mais original dos Bálcãs pode ser Pristina, uma capital pequena, um verdadeiro achado, com orgulho próprio e espírito independente.


3 – Sítio Arqueológico de Chan Chan (Peru)
A capital do antigo reino Chimu, Chan Chan foi uma das maiores populações da América pré-colombiana. A cidade nasceu em meados do século IX e atingiu o seu clímax pouco antes dos seus 30.000 habitantes se renderem diante dos Incas em 1470. Contudo, ao norte do país (na Amazônia peruana) é possível apreciar para ver as maravilhas arqueológicas da província de Chachapoyas; embora menos visitadas que as regiões andinas, conta com os sarcófagos de Karajía e os restos mumificados de antiga nobreza.

4 – Cidade velha
Poucas cidades encarnam a história da humanidade como Jerusalém, importante para judeus, cristãos e muçulmanos. Em 1982, entrou na lista de 220 monumentos risco de Old City, incluindo o Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro e a Cúpula da Rocha, do século VII. Uma alternativa viável a esse tesouro é o Green Culture Centre, no Pátio Sergei, gerido pela Sociedade para a Proteção da Natureza (SPN). O centro mostra Jerusalém de um ponto de vista mais dinâmico, com impacto mínimo às construções. A seção israelense da SPN tem mais de 50 projetos sustentáveis ​​na capital de Israel.


5 – Coro (Venezuela)
A cidade colonial de Coro remete ao início do século XVI e é o principal exemplo venezuelano de arquitetura caribenha. Reúne 602 edifícios históricos, igrejas e lojas dos séculos XVIII e XIX. Há também uma forte influência holandesa. Nas proximidades, porém, está o parque nacional Los Medanos de Coro, onde é possível explorar suas enormes dunas que podem alcançar os 40 metros de altura. Na descida o visitante poderá provar o sandboard, semelhante ao snowboard, mas, com areia.


6 – Fauna na Manas (Índia)
Situado aos pés do Himalaia, o santuário Fauna de Manas protege algumas das espécies de animais mais ameaçadas de extinção. Entre pastagens aluviais e florestas tropicais vivem elefantes, rinocerontes e porcos pigmeus. Para preservar o local desses animais, o Parque Nacional Kaziranga (no estado de Assam) é uma boa opção. Nele é possível conhecer o trabalho da Fundação Internacional para os Rinocerontes, cujas ações garantem a sobrevivência dessa espécie. O parque está aberto de abril a novembro.


7 – Arrozais de Ifuago (Filipinas)
Os verdes arrozais intercalados nas montanhas da ilha filipina de Luzon são o emblema de um legado agrícola de 2.000 anos de idade. Conhecidos como a oitava maravilha do mundo, esses terraços estão a 1.500 metros do nível do mar e cobrem 10.360 km da montanha. São alimentados por um sistema de irrigação antigo, construído pelos antepassados indígenas de Batad. Entretanto, o segundo pico mais alto nas Filipinas, Monte Pulag (2.992 metros), oferece uma alternativa interessante. Nos escritórios do Parque Nacional Monte Pulag são emitidas autorizações para escalar suas encostas.

8 – Reserva de Okapis (República do Congo)
Devastado por anos de guerra civil, a Reserva de Okapis está em perigo. Situado no extremo norte da República Democrática do Congo, o parque pertence à grande bacia do Congo e cobre um quinto da floresta exuberante de Ituri. A fauna ainda é mantida, incluindo primatas ameaçados de extinção e 5.000 dos 30.000 Okapis (um mamífero que lembra uma girafa com listras semelhante às das zebras) do mundo. Visando a preservação da área, recomenda-se as cataratas de Zongo – a 90 km de distância -, situadas próximas à fronteira com Ruanda. As cascatas da África Central estão a duas horas e meia (de carro) de Kinshasa por Sonabata.


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