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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Os sete países mais pacíficos do mundo


O Instituto de Economia e Paz (IEP), com sede na Austrália, realiza anualmente (desde 2007) o Índice Global da Paz (GPI). Trata-se de um painel onde especialistas cruzam informações econômicas com 22 índices (como criminalidade, investimentos em segurança e no setor bélico, conflitos nacionais e internacionais, entre outros), para determinar as nações mais pacíficas do mundo. Os dados são coletados de fontes como ONU, Banco Mundial e outros organismos a favor da paz. Os melhores posicionados são os países que obtiveram a menor pontuação.

Confira a relação abaixo:

1 – Islândia (1.162 pontos)
De acordo com o GPI a Islândia é o país mais pacífico do mundo, não apenas por sua prosperidade local, como também por estar à parte dos principais conflitos mundiais. Quase sempre longe das manchetes, a nação se manteve equilibrada (mesmo após o colapso dos bancos islandeses, em 2008) e organizada. Os baixos índices de criminalidade e a efetividade policial são destaques do país.

2 – Dinamarca (1.207 pontos)

Excelente lugar para se viver. Mesmo quando a capital – Copenhague – esteve ocupada por tropas nazistas (durante a Segunda Guerra Mundial), a população se recusou a lutar. Os dinamarqueses preferem lançar seus olhares às questões econômicas em detrimento aos conflitos armados. O povo dinamarquês é visto como amigável, aberto e prestativo.


3 – Nova Zelândia (1.237 pontos)

A Nova Zelândia sempre compõe a relação dos países mais pacíficos do mundo. Embora apresente a maior percentagem de pessoas na prisão (sendo a única dos primeiros do ranking, nesse critério) e um contingente militar limitado, o país tem fortes conexões coma Austrália e é reconhecido por sua hospitalidade. Dispõe de muitas belezas naturais, paisagens diversificadas e nativos com características peculiares. A transparência dos governos e das organizações são pontos fortes em todas as pesquisas.


4 – Áustria (1.250 pontos)

O modo como conduz sua política internacional garante à Áustria uma ótima avaliação. Desde a Primeira Guerra Mundial, com o fim do Império Austro-Húngaro, o pequeno país se manteve neutro e pacífico. É um dos que mais apóiam missões pacíficas junto à ONU. Entretanto, o excesso de armas (rifles ou armas de choque podem ser adquiridos por qualquer indivíduo, a partir da maioridade) e a baixa efetividade política impedem que a Áustria alcance as primeiras posições.


5 – Suíça (1.272 pontos)

Segundo o IEP, os suíços gozam de um governo muito eficaz. A Suíça nutre também uma das menores estatísticas de crimes violentos. Apesar da típica fama de neutralidade em temas políticos, regionais internacionais e globais, o país mantém fortes relações diplomáticas com diferentes nações. O fácil acesso a armas de fogo (por lei, os homens suíços devem manter armas em casa, caso haja necessidade de ingresso no exército do país) e as exportações bélicas, porém, são pontos negativos.


6 – Japão (1.293 pontos)

Trata-se de um dos países que mais valorizam a própria cultura. O Japão tem uma população doutrinada na disciplina e é a terceira maior economia do mundo. Desde a Segunda Guerra Mundial, o país tem apresentado raros conflitos internos e reduzida criminalidade. Os nipônicos não contam com forças armadas desde 1945, valendo-se de uma força de segurança interna. A cordialidade para com seus vizinhos também é uma marca do Japão. Em contrapartida, tensões sobre territórios em alto mar e a produção nuclear deixam para trás os japoneses, na avaliação do GPI.

7 – Finlândia (1.297 pontos)

A Finlândia é tida com uma das nações mais pacíficas do planeta, com altos níveis de educação e cultura; o sistema educacional do país é o quinto melhor do mundo. Na contramão da paz está o grande estímulo ao serviço militar obrigatório para os jovens. Contudo, a única participação da Finlândia em conflito ocorreu como força de paz ligada à ONU. O país sustenta equilíbrio na maioria dos parâmetros e nenhum dos índices destoa como “fator problemático”.


O Brasil ocupa no ranking a 81ª posição (com 2.051 pontos), dentre os 162 países apresentados no índice.

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