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sábado, 17 de novembro de 2012

Web: o fim dos anúncios online


Eles abrem sem avisar, distraem a atenção e travam os computadores. Os usuários da internet têm razão em detestar os anúncios online.
Embora a receita líquida da publicidade na internet tenha aumentado 22%, os sites que dela dependem estão preocupados. Cerca de 9% das visualizações de páginas na internet vem de navegadores munidos de bloqueadores de publicidade, como o Adblock Plus.
Poucos sites tentam lutar contra a rejeição à publicidade. As empresas de comunicação, por exemplo, estão optando pelo modelo paywall, que permite a leitura de uma determinada quantidade de conteúdo e restringe o restante aos assinantes. Desta forma a receita perdida com os bloqueadores de anúncio é recuperada. A Press +, um provedor de paywall lançado em 2010, já conta com mais de 300 clientes.
Till Faida, dona do Adblock Plus, concorda que os anúncios são necessários para pagar por conteúdo produzido. Porém, os usuários de seu plug-in podem escolher os anúncios que consideram aceitáveis. Animações ou anúncios que exigem cliques não são aceitos. “Não dá para fazer uma pessoa gostar de você irritando ela”, diz Norma Johnston, da Mindshare, uma agência de compra de mídia.
A verdade é que para muitos usuários, anúncio bom é anúncio invisível.

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