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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A fé faz bem à saúde


Pacientes encontram na religião a solução para problemas que a medicina não consegue resolver
Houve um tempo em que medicina e religião eram quase sinõnimos. Pajés, Xamâs, Magos e Alquimistas cumpriam função dupla na sociedade, tratando da saúde e da alma das pessoas. Uma prática que passou a ser abolida com os avanços tecnológicos, criando uma cisão tamanha entre fé e ciência, ao ponto de agora as duas áreas serem consideradas divergentes. Há, porém, um movimento de resistência que tenta reaproximá-las, respeitando, é claro, o papel de cada uma.


Um dos defensores da tese de que religião e ciência podem, sim, caminhar juntas, é o médico e teólogo Assuero Gomes Filho, 55 anos - CRM-PE 6096. “A fé faz bem à saúde, independente da orientação. Quem é religioso tem uma vida mais regrada,geralmente bebe e fuma menos, o que por si só é mais salutar”, lembra, ressaltando ainda o poder da oração. “Pacientes que rezam ou tenham alguém orando por eles, costumam se recuperar mais rapidamente:’
Um bom exemplo do poder de cura da fé ocorreu com a empresária pernambucana Verônica Almeida. Hoje com 41 anos, há sete ela descobriu um agressivo câncer no rim e foi desenganada por um médico, considerado referência no assunto. “Quando meu marido levou os exames para o especialista e ele viu o tamanho do tumor, que de tão grande estava empurrando outros órgãos,como o baço, pâncreas e o diafragma, ouviu do especialista que nada podia fazer”, revela, emocionada.
Segundo Verônica, o marido dela, Sérgio, ainda insistiu com o médico sobre a possibilidade de cura. A resposta não foi nada animadora.”Ele disse que eu  iria sofrer antes de morrer, que ficaria cega e paralítica. Que no meu caso, só um milagre”, conta. Apesar do diagnóstico desfavorável, o casal, que frequenta a Igreja do Nazareno em Boa Viagem, literalmente não perdeu a fé na solução do problema. “Entregamos a Deus”, conta Verônica.
Com muita fé, incluindo orações de familiares, amigos e toda a comunidade da igreja que o casal frequenta, o que parecia impossível acabou acontecendo. O tratamento “tradicional” seguiu orientado por uma jovem e talentosa médica, a qual Verônica e o marido consideravam estar sendo guiada por Deus. Em cerca de quatro meses, o tumor reduziu  90% do seu tamanho, viabilizando a cirurgia. Menos de um ano depois,o milagre havia acontecido.
Verônica conta ainda que, apesar da forte fé, no momento da descoberta do problema de saúde, quando todos estavam abalados, uma “amiga-irmã” da igreja lhe falou que Deus a havia revelado, durante uma oração, que ela não iria morrer. “O meu caso servirá para a honra e glória do Senhor. E eu tomei isso como uma promessa:’
“Além de ter me curado, todo esse processo serviu para me transformar numa pessoa melhor, mais segura e ciente do que é importante na vida”, continua Verônica,que antes “tinha medo de tudo” e acabou precisando encarar todo o penoso repertório que compõe o tratamento, de punções à quimioterapia, perda de peso e total dos cabelos, culminando com dezenas de sessões de radioterapia após a cirurgia. “A Verônica de antes realmente morreu. Nasceu uma outra Verônica e por isso valeu a pena ter passado por tudo.”

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